Em mais um capítulo de sua luta tenaz contra a aritmética e a racionalidade econômica, o PT espera que o novo ministro da Economia, Nelson Barbosa, cumpra o seu dever, jogue o ajuste fiscal no lixo, faça respiração boca-a-boca nos números estragados, e leve o País ao milagre da ressurreição do crescimento. Continue lendo “Novas e velhas calamidades”
O ódio na política e a política do ódio
A divisão do Brasil de alto abaixo, as idéias raivosas que poluem as redes sociais e lamentáveis episódios de truculência e intransigência fazem relembrar, nesta virada de ano, um dos grandes filmes de Bernardo Bertolucci: 1900. Não é o caso de analisar sua genial narrativa, um pouco maniqueísta, é verdade, da luta de classes no século passado e da ascensão de duas ideologias totalitárias tão marcantes do século XX; o fascismo e o comunismo. Continue lendo “O ódio na política e a política do ódio”
Nunca houve governo tão corrupto
No dia 18 de dezembro, depois que o Congresso Nacional já havia entrado no recesso de fim de ano, faltando apenas uma semana para o Natal, a presidente Dilma Rousseff assinou uma medida provisória – de número 703 – que altera a Lei Anticorrupção de 2013. Continue lendo “Nunca houve governo tão corrupto”
Pistola à cinta
Cantora de boleros, mexicana e predadora por opção, Chavela Vargas tem uma vida desenhada para filme. E o cinema fez-lhe justiça: nos filmes de Almodóvar, que tão bem lhe pilha a música, e no documentário que lhe produziu o meu amigo Alvaro Longoria. Não são filmes, são ramos de flores. Continue lendo “Pistola à cinta”
Feliz 2017
Recessão de 3,6%, inflação de dois dígitos, bicando os 11%, mais de nove milhões sem emprego. Desastres naturais, outros nem tanto. Saúde em pandarecos, Educação ao Deus dará. Corrupção, bandalheira, escândalos em série. Caos na política, incompetência, desgoverno. Continue lendo “Feliz 2017”
Como será nosso amanhã?
O Rio, apesar das calças de veludo, está com a bunda de fora. Para a Copa, fizemos Arenas que são belas e inúteis estruturas, pois nem mais futebol temos. Agora sofremos com a praga do Ano Olímpico. Continue lendo “Como será nosso amanhã?”
Um raio em céu sereno
“No lo permitiremos”.
Não permitiremos o que, cara pálida? Continue lendo “Um raio em céu sereno”
O Rei está de bem com a vida
Nesta antevéspera de Natal em que quase todo mundo passou o dia falando de Chico, quero falar um pouquinho de Roberto. Continue lendo “O Rei está de bem com a vida”
Babel
É lei de guerra: para ser vitorioso qualquer exército precisa de uma retaguarda unida e coesa. Uma lei que também vale para o mundo da política. Mas, no caso da presidente Dilma Rousseff, a guerra está perdida. Continue lendo “Babel”
Então, Feliz Natal
A vida vem em ondas como o mar, como disse Vinicius, e Lulu Santos copiou – ou citou, vá lá. E em dezembro as multidões nas calçadas das grandes vias das cidades parecem marés de Natal, como disse Paul Simon, e eu a cada mês de dezembro me lembro. Continue lendo “Então, Feliz Natal”
Nunca houve governo tão incompetente (28, parte 2)
Uma das melhores piadas de Groucho Marx, o mais genial dos irmãos que fizeram rir multidões no mundo inteiro nos anos 30 e 40 e até hoje, é aquela em que ele diz que jamais toparia pertencer a um clube que o admitisse como sócio. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (28, parte 2)”
Como as velhinhas no casarão de Bouboulina
Fui hoje à 2001 da Paulista. Estava, claro, cheia como não ficava fazia muito tempo. Todo mundo comprando antes que acabe. Continue lendo “Como as velhinhas no casarão de Bouboulina”
Saudades da Guerra Fria
Se a semana passada falei do Faces, de Cassavetes, do par de estalos que ele mandou um actor dar à protagonista para que ela chorasse, foi para hoje falar de Spielberg. Nem sei se consta da biografia, mas Spielberg estava lá. Continue lendo “Saudades da Guerra Fria”
Nunca houve governo tão incompetente (28)
O ano de 2015 termina com o país afundado em uma crise econômica absolutamente sem precedentes, como resultado da insanidade do desgoverno Dilma Rousseff. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (28)”
Lobo mau
Quando cumpria seu primeiro mandato na Assembleia de Alagoas, o jovem Renan Calheiros surrava sem compaixão o prefeito de Maceió, Fernando Collor de Mello, a quem se referia como “príncipe herdeiro da corrupção”. Continue lendo “Lobo mau”


