Já está melhorando

Ao longo de 2016, o risco-país do Brasil caiu 47%. Foi a segunda maior queda entre 42 países emergentes. Isso significa que os investidores estrangeiros melhoraram – imensamente – sua avaliação sobre a segurança de fazer negócios, de colocar dinheiro no país. Continue lendo “Já está melhorando”

O país da gambiarra

Desde a carnificina no presídio de Manaus, seguida pela matança em Boa Vista, especialistas na questão penitenciária são unânimes em criticar a ausência de planejamento para o setor. Nada de novo. O Brasil não tem plano nem para o sistema prisional nem para coisa alguma. É e sempre foi o país das gambiarras, dos remendos. Continue lendo “O país da gambiarra”

Imprescindível Padura

Que figura absolutamente fantástica, fascinante, esse Mario Conde. Da geração que aprendeu a ler já na Cuba livre da ditadura nojenta de Fulgencio Batista (dá para imaginar que ele seja de 1955), teve veleidades literárias no final da adolescência, umbral da idade adulta: na época do pré-universitário, escreveu contos, e chegou a publicar um deles em uma revista literária fundada por um grupo de amigos. Continue lendo “Imprescindível Padura”

Civilização. Civilidade

O jeito de ser no nosso País pouco mudou desde que o bispo Sardinha foi comido pelos índios caetés, nos primórdios da nossa história. Os maus costumes à mesa certamente ficaram para trás, como tem mostrado JA Dias Lopes, o notável crítico e historiador de gastronomia. Mas em outros campos – da mentalidade burocrática, às maneiras, ao jeitinho, ao descumprimento de normas – continuamos mal. Continue lendo “Civilização. Civilidade”

A culpa é toda do Temer

É sempre bom lembrar: mortes em incêndios, enchentes, deslizamentos de terra, e rebeliões em presídios – para não falar de tsunamis, terremotos, vulcões – não são de responsabilidade do presidente da República, do governador do Estado ou do prefeito. Continue lendo “A culpa é toda do Temer”

Como será 2017? Responda quem puder

Na virada do ano milhões de brasileiros jogaram flores a Iemanjá, consultaram os búzios ou cartas de tarô, pediram para a cigana ler as suas mãos. Tudo para saber o que o destino reserva para 2017, se as suas vidas passarão pelo mesmo sufoco de 2016 ou se há sinais de que vai melhorar. Continue lendo “Como será 2017? Responda quem puder”

Com a bênção de Hemingway

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Não eram de se render. Marlene Dietrich não se rendeu a Hitler, Jean Gabin não se rendeu à pata nazi, na Paris ocupada. Juntou-os a América, que ainda não sabia se ia ou não à guerra. Ou talvez tenha sido um involuntário Hemingway a apresentá-los, num selecto clube de Nova Iorque. Continue lendo “Com a bênção de Hemingway”