Era uma gatinha, e a Cau era a dona do petshop em que ela estava, e Mary e eu íamos lá para comprá-la. Continue lendo “Marina gatinha”
Na prática a teoria é outra
“De tal maneira que, depois de feito, desencontrado eu mesmo me contesto. Se trago as mãos distantes do meu peito é que há distância entre intenção e gesto.” O verso do poeta Chico Buarque no seu “Fado Tropical” serve para ilustrar o desencontro tucano no tocante à reforma previdenciária. Continue lendo “Na prática a teoria é outra”
“Retratos da Inês”, com a letra da minha mãe
Minha mãe foi normalista, tinha uma letra perfeita, imaculada como a Virgem que adorava. Continue lendo ““Retratos da Inês”, com a letra da minha mãe”
Deambulação maniqueia: o visível e o invisível
Há o visível e há o invisível. Temo que se queixem de algum exagero conceptual nestas crónicas. Ora, eu prefiro ser rude e apontar com o dedo a ser acusado de conluio com qualquer dos falecidos filósofos franceses dos últimos anos. Com um dedo aponto para Greta Garbo, com outro para Marilyn Monroe. Continue lendo “Deambulação maniqueia: o visível e o invisível”
Quase acabando. Mas as miudezas…
Oba! Tá quase acabando! Os livros e a papelada das pastas suspensas já estão no lugar. Agora só falta arrumar as miudezas. Continue lendo “Quase acabando. Mas as miudezas…”
Juventude estraçalhada
Com 726.712 detentos, o Brasil é o terceiro país com mais presos no planeta. Em números absolutos só perde para os Estados Unidos, cuja população bate em 323 milhões, e para China e seus 1,6 bilhão de habitantes. Continue lendo “Juventude estraçalhada”
Bem na selfie
Os policiais do Rio e Rogério 157, o preso, saíram muito bem na selfie feita pelos primeiros para comemorar a prisão do segundo, que foi parar nas primeiras páginas dos jornais. 157 mostrou que tem estilo para posar. Eu se fosse ele reclamaria o empréstimo de pelo menos uma pistola ponto 40, para não sair de mãos abanando. Continue lendo “Bem na selfie”
Vou contar uma história
Vocês conhecem instituições mais fortes no Brasil de hoje do que as célebres Redes Sociais e o terrível Politicamente Correto? Sem esquecer, naturalmente, do poder dos indigitados ‘selfies’… Continue lendo “Vou contar uma história”
Está melhorando (22)
Dezoito meses depois de Dilma Rousseff ser apeada da Presidência, deixando o país afundado na mais grave recessão da História, o Produto Interno Bruto (PIB) cresce, a indústria demonstra alta disseminada por diversos setores, o desemprego diminui mais um pouco. Continue lendo “Está melhorando (22)”
Pedras no caminho
“Mongezinho, Mongezinho, tens um duro caminho”. As palavras que Martinho Lutero ouviu de um frei amigo quando da sua peregrinação para Worms caem como uma luva para o duro caminhar do governador Geraldo Alckmin para se tornar protagonista da sucessão presidencial. Continue lendo “Pedras no caminho”
Sítio arqueológico de difícil acesso
Oi, Filha! Hoje, na última etapa da escavação dos sítios arqueológicos do apartamento, chegamos ao Buraco 2, região de acesso dificílimo, quase impossível. Continue lendo “Sítio arqueológico de difícil acesso”
Mas ontem no sofá
A cara era de trombalazanas. Charles Laughton se fosse cão seria um bulldog. Marlon Brando, se quis ser Don Corleone, teve de atafulhar as bochechas com algodão. Laughton tinha as bochechas cheias de Shakespeare e Old Vic. Era, como os actores que se amam a si mesmos, um actor difícil: amador, disse ele, profissionais são as putas. Continue lendo “Mas ontem no sofá”
Falta combinar com os russos
Sorte é parte da vida. Alguns tentam alcançá-la pela fé, muitos nunca chegam perto dela, uns a experimentam e outros a têm com fartura. Na política, o governador Geraldo Alckmin faz parte desse último time. Quase sempre está no lugar certo na hora certa. Continue lendo “Falta combinar com os russos”
Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa…
Não há como negar a vergonha que se abateu sobre os eleitores fluminenses, em especial os cariocas. É só verificar a lista dos presos recentes e ver os nomes que lá estão. Nós, cidadãos comuns, estamos aborrecidos e envergonhados. Continue lendo “Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa…”
Marina dançadeira
O teatro estava absolutamente lotado para a apresentação das 20 crianças entre 4 e 5 anos que fazem dança na escola. Verdade que é um teatro pequeno, o Centro da Terra, na Rua Piracuama, em Perdizes, mas o fato é que a primeira apresentação de Marina num palco de verdade foi diante de casa cheia. Continue lendo “Marina dançadeira”





