Um secretário de Educação absolutamente inadequado

Rondônia foi premiado com um secretário de Educação que é uma figura extraordinária! Você, leitor, leu a lista de livros que ele queria que fossem recolhidos das escolas estaduais? Ainda bem que algum funcionário mais atilado percebeu que aquela lista era uma bofetada no país! Continue lendo “Um secretário de Educação absolutamente inadequado”

Vaginação

No dicionário, a palavra vaginação é sinônimo de imaginação.
Não tem nada a ver com a vagina mencionada pelo canalha José de Abreu, quando abriu a tampa do seu esgoto para atacar Regina Duarte.
Mas tem a ver com sua vaginação sórdida. Continue lendo “Vaginação”

A invenção do sexo

Todas as gerações crêem pia e firmemente (graças a Deus) ter descoberto o sexo e, logo, o desejo e a nudez. O desejo teria nascido, alegam, nos anos 50 do século XX, num acto de redenção das privações da guerra mundial da década anterior ou por força da Guerra Fria. Continue lendo “A invenção do sexo”

É preciso estar atento e forte

Luzes, ainda que fracas, no túnel da economia, reforma da Previdência feita, até talvez tributária e administrativa ainda este ano. Aos trancos e a despeito dos barrancos e barracos que o presidente Jair Bolsonaro arma, o governo faz que anda. Mas a melhor parte, digna de comemoração, é o que não anda: a retrógrada agenda de costumes. Graças à grita de muitos, nela o governo só colhe reveses. Continue lendo “É preciso estar atento e forte”

O enigma

Para mim é um verdadeiro enigma a trajetória de Bolsonaro pela vida. Ele já declarou, mais de uma vez, que não nasceu para ser presidente. Que nasceu para ser militar, que ama a farda. Como compreender, portanto, que ele tenha cursado uma academia militar que permitiu que realizasse um sonho para de lá sair varrido depois de muitas quizumbas e implicâncias com seus chefes? Continue lendo “O enigma”

Catástrofes!

Corona vírus se espalhando pelo mundo, países inteiros pegando fogo, enchentes destruindo tudo o que tem pela frente, Abraham Weintraub no Ministério da Educação…! É muita desgraça acontecendo ao mesmo tempo. Continue lendo “Catástrofes!”

Fé, esperança e consolo

O que gosto do meu passado! Ainda que eu saísse nu à rua, não sairia nu à rua. O meu passado cobre-me, como cobria Faith Hope Consolo, a mais bem-sucedida agente imobiliária americana. Ia dizer de Nova Iorque, mas será mesmo preciso dizê-lo? Continue lendo “Fé, esperança e consolo”

O vírus que abala o mundo

A semana começou com dias difíceis para a economia mundial. As principais bolsas do planeta sofreram quedas expressivas em decorrência direta do avanço do coronavírus na China. Não apenas as bolsas desabaram, mas também o preço de diversas commodities como minério, petróleo e carne bovina.  Continue lendo “O vírus que abala o mundo”

O Brasil abaixo de todos

Difícil achar quem não goste das listas de melhores e piores. Os filmes vencedores, livros e músicas imperdíveis, lugares para conhecer ou viver. Há rankings para tudo, bem feitos, fajutos, engraçados. E os muito sérios. Nesses, o Brasil perde feio. Neles – Pisa/OCDE, IDH/ONU, OMS/Violência, Transparência Internacional, Human Rights Watch -, os países líderes concentram energia na educação, e, na maioria deles (a única exceção é a China), em justiça e democracia. Um tripé cada vez mais distante do Brasil de hoje. Continue lendo “O Brasil abaixo de todos”

O Brasil aos olhos do repórter

Meus filhos resolveram que o pai deles vai ter reportagens suas publicadas em um e-book. Equipe de edição: Mônica, editora; Danilo, diagramador (é designer gráfico); e Paulo, apoio na preparação dos textos. Há apenas um detalhe. Mônica quer a notícia por trás da notícia. Como fiz para levantar os dados, o trabalho de campo…  Muito interessante. Continue lendo “O Brasil aos olhos do repórter”

Desafio para poucos

Em sua guerra contra o “marxismo cultural”, Jair Bolsonaro sempre dobrou a aposta quando se viu emparedado. Exemplo mais emblemático foi a substituição de Ricardo Vélez Rodrigues por Abraham Weintraub. Em todos os embates no interior do governo o presidente pendeu para seu núcleo ideólogico, como aconteceu nas quedas de Gustavo Bebianno e do general Santos Cruz. Essa rotina foi interrompida com a degola de Roberto Alvim da Secretaria da Cultura e sua substituição pela atriz Regina Duarte. Continue lendo “Desafio para poucos”