Homicídio não tem sexo

Ainda pendente da sanção de Dilma Rousseff, que, possivelmente a fará com pompa e circunstância para comemorar o Dia Internacional da Mulher, a lei que torna hediondo o feminicídio foi aprovada. Isso quer dizer: penas mais duras para quem matar mulher pelo fato de ela ser mulher. Continue lendo “Homicídio não tem sexo”

A Dama de Xangai

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Honesto à sua maneira, bruto como as casas, Harry Cohn era o boss da Colum­bia, o estú­dio de Rita Hayworth. A falsa ruiva era a sua pérola. Tinha aquela cabeça rubra toda em fogo, um corpo de fazer Nosso Senhor sair da cruz, e uma forma de dan­çar que fazia de qual­quer homem um Herodes. Continue lendo “A Dama de Xangai”

O piano de cauda

Você prestou atenção nas palavras de Lula no inacreditável encontro petista com o objetivo insidioso de salvar a Petrobras:  “A nossa companheira Dilma Rousseff tem que deixar o negócio da Petrobrás para a Petrobrás, a corrupção para o ministro da Justiça ou para a Polícia Federal. A Dilma tem que levantar a cabeça e dizer eu ganhei as eleições.”? Continue lendo “O piano de cauda”

Um governo estarrecedor

A decisão do governo Dilma Rousseff de financiar a construção de térmicas a carvão na República Dominicana levou alegria ao Palácio Nacional, em Santo Domingo, e à sede da Odebrecht, na Praia de Botafogo, no Rio. Os seis mil quilômetros que separam os edifícios foram abstraídos no mapa de interesses dos governos e da empreiteira brasileira. Continue lendo “Um governo estarrecedor”

Dilma, 4.435 dias depois

Depois de dois meses se escondendo de jornalistas, a presidente Dilma Rousseff falou. E até sobre a roubalheira na Petrobras. Suas palavras foram muito além das sandices de que a corrupção na estatal só existe agora porque FHC não apurou e não puniu um funcionário da empresa há 20 anos, ou da velha lengalenga do engavetador-geral da República. Continue lendo “Dilma, 4.435 dias depois”