O diálogo de Michel Temer com o dono da JBS é grave, gravíssimo, nada republicano, perturbador. Continue lendo “A porta do inferno”
Fui apressado. Errei. Não vejo prova de crime de responsabilidade
Eram 12h20 desta quinta-feira, 18/5. quando postei um texto dizendo que o menos ruim para o Brasil era afastar Michel Temer o mais rápido possível da Presidência.
Passadas menos de 10 horas, vejo que fui apressado. Errei. Continue lendo “Fui apressado. Errei. Não vejo prova de crime de responsabilidade”
A saída está na Constituição
É muito difícil, praticamente impossível, ter calma nesta hora, mas é preciso tentar.
O menos ruim para o Brasil agora é:
Adeus à insanidade
Há um ano, o Brasil estava sem rumo e à beira do precipício. Pagávamos o preço do voluntarismo, do intervencionismo e dirigismo estatal, frutos de uma loucura chamada “nova matriz econômica”. Mambembe, o país se equilibrava sobre o tripé da insanidade: inflação alta, recessão e juros estratosféricos. Continue lendo “Adeus à insanidade”
Está melhorando (9)
Os últimos dias foram especialmente repletos de boas notícias para o Brasil – e de más notícias para o lulo-petismo que enfiou o país na pior crise econômica, na mais profunda crise política e na mais avassaladora crise moral da História. Continue lendo “Está melhorando (9)”
Saudades do triplex
Quando os 78 executivos da Odebrecht — incluindo Emílio, dono da empreiteira, e seu filho Marcelo – fecharam acordo de delação com a Lava-Jato, acreditava-se no fim do mundo. Tratava-se do desbaratamento de um sistema organizado e sólido de corrupção em obras públicas — moldado no Brasil e com braços e pernas em outros 12 países – que existia há décadas, mas que se vitaminou e ganhou músculos nos governos petistas. Continue lendo “Saudades do triplex”
Lula e o vaso chinês
O juiz Sergio Moro abriu a sessão do depoimento do Lula afirmando que não é inimigo do depoente, que essa é uma visão distorcida dos fatos. Continue lendo “Lula e o vaso chinês”
O país sai maior e melhor
Minha primeira consideração sobre o dia do depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro: juntar 5 mil pessoas na Praça Santos Andrade, em Curitiba, é pouco. Muito pouco. É mixaria. Continue lendo “O país sai maior e melhor”
O dique do Rio Sena
A onda nacional-populista que ameaçava se espraiar pelo velho continente com a força de um tsunami encontrou seu dique de contenção às margens do Rio Sena. A vitória consagradora de Emmanuel Macron afasta, por pelo menos cinco anos, o fantasma de o extremismo xenófobo e racista levar a Europa a ingressar nas trevas de uma nova idade média. Continue lendo “O dique do Rio Sena”
Está melhorando (8)
Nesta próxima sexta-feira, 12 de maio, completa-se um ano que Dilma Rousseff saiu do Palácio do Planalto, deixando o país enfiado no fundo do fundo do fundo do poço, na maior recessão de sua História, as contas públicas em frangalho, a inflação altíssima e subindo mais, um índice assustador de desemprego e as maiores empresas estatais – Petrobrás e Eletrobrás – saqueadas, tomadas pela corrupção e com valor de mercado imensamente menor do que já haviam tido. Continue lendo “Está melhorando (8)”
O ministro Fachin engrandece a Justiça
Falei asneira, falei besteira. Errei. Errei feio – e me penitencio por isso.
Falei mal aqui de Luiz Edson Fachin, quando ele foi indicado por Dilma Rousseff para uma vaga no Supremo Tribunal Federal – a vaga de Joaquim Barbosa, que havia ficado em aberto por longos oito meses. Continue lendo “O ministro Fachin engrandece a Justiça”
Qualquer idade é boa para aprender
Tiro o título destas linhas de uma frase de José Saramago: “Qualquer idade é boa para aprender. Muito do que sei aprendi-o já na idade madura e hoje, com 86 anos, continuo a aprender com o mesmo apetite”. Continue lendo “Qualquer idade é boa para aprender”
Esqueçam o que defendi
No início dos anos 80 nascia no ABC paulista o chamado sindicalismo combativo, tendo como bandeiras a modernização das relações de trabalho por meio de livres negociações entre patrões e trabalhadores e o fim da unicidade sindical – apenas um sindicato por categoria em uma mesma base territorial – com a consequente adesão do país à Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho, consagradora do princípio do pluralismo sindical. Continue lendo “Esqueçam o que defendi”
Perturbou o país. Mas greve geral, isso não teve
Perguntei para a moça da caixa do Pão de Açúcar ali perto de casa como ela fez pra chegar ao trabalho. Respondeu que tinha vindo de carro. Comentei que o ônibus do bairro, que tem ponto final a meia quadra da minha casa e passa em frente ao supermercado, não estava trabalhando. A moça então definiu com brilho o que houve no dia de hoje:
– “No fim, pararam só os mesmos de sempre: ônibus, metrô e trem.” Continue lendo “Perturbou o país. Mas greve geral, isso não teve”
Por fora bela viola, por dentro pão bolorento
O Rio continua lindo. Mais do que lindo, deslumbrante. No outono, é quando a beleza desta cidade assume um colorido mais nítido e suave, e deixa qualquer um estonteado. Continue lendo “Por fora bela viola, por dentro pão bolorento”

