Nas férias de outubro, voltei à cachaça.
A frase é a mais pura expressão da verdade, embora seja necessário dar duas explicações. Continue lendo “Voltei à cachaça”

Por Sérgio Vaz e Amigos
Nas férias de outubro, voltei à cachaça.
A frase é a mais pura expressão da verdade, embora seja necessário dar duas explicações. Continue lendo “Voltei à cachaça”
O 50 Anos de Textos está ganhando um novo colaborador – e, com ele, um novo sotaque. Aqui já havia o sotaque mineiro de seis dos autores (embora só um dos seis viva hoje nas Minas Gerais, os outros cinco tendo saído, confirmando a velha tese de que Minas exporta mineiros e minérios), o paulista de cinco, o paraense de um e até um leve remanescente da Itália da origem de um. Continue lendo “Um novo sotaque no 50 Anos”
Quando conheci Manuel S. Fonseca ele era um morto e nada me indicou o bem querer que chegaria. Idades, amigos, hábitos, afazeres, nacionalidades diferentes. Continue lendo “Manuel era um morto”
Depois de muito, muito tempo, Mary tira férias de um mês – e pego carona nas férias dela. Continue lendo “Férias”
“Motherland” é uma canção maravilhosa, belíssima, apaixonante, emocionante. É uma dessas pérolas raras num mundo de fibra de vidro, para tomar emprestado de Dylan a imagem extraordinária. Continue lendo “Nenhuma canção remou tanto contra a maré”
Denise poderia ser personagem de um filme de Claude Sautet. Claude Sautet criava personagens que “mascaravam em grupo sua solidão” – e a frase vai entre aspas porque é uma citação; eu não seria capaz de criá-la. Continue lendo “Denise”
Ninguém é de ferro, e então saio de férias por uma semana. Continue lendo “Férias”
O disco novo de Madeleine Peryroux, Standing on the Rooftop, de 2011, abre com uma música dos Beatles. A moça (e põe moça nisso: ela nasceu em 1973, três anos depois da separação do grupo) escolheu para abrir seu novo disco “Martha, My Dear”, assinada por Lennon-McCartney. Continue lendo “A briga lennonistas x macartnistas? Tô fora”
E na semana que vem saio eu de férias, para felicidade geral da nação. Continue lendo “Sandro Vaia volta na semana que vem”
Existem apenas duas música que não de autoria de Bob Dylan que ele e Nina Simone gravaram. Só por isso – o fato de que esta exata música tenha sido uma das única gravadas tanto pelo mais extraordinário compositor quanto pela mais extraordinária cantora do século XX – torna “Mr. Bojangles” uma canção absolutamente especial. Continue lendo “Mr. Bojangles, dance!”
É emocionante, é de arrepiar, de fazer os olhos marejarem. Há muito tempo eu não via uma coisa tão absolutamente emocionante. Continue lendo “O clipe mais emocionante da história”
Duas coisas me emocionaram no Oscar deste ano. Uma foi uma prova da sabedoria de um velho. Outra foi o coralzinho desafinado de garotinhos que encerraram a longa cerimônia. Continue lendo “E o Oscar vai para a maturidade e a miscigenação”
Achava que não tinha nada a dizer sobre esta maravilhosa revolução do Egito, nada pessoal a acrescentar a tudo que está sendo dito nestes últimos 20 gloriosos, históricos dias. Não tenho mesmo, não – mas, ao ver a foto feita por Khalil Hamra na Praça Tahrir, no centro do Cairo, ontem, sábado, 12 de fevereiro, me ocorreu que simplesmente não dá para este site não ter uma linha sobre esses acontecimentos. Continue lendo “Uma foto para a História”
Quase 30 anos atrás, escrevi uma resenha no Jornal da Tarde sobre um show do grupo Paranga. Hoje recebi um e-mail de Negão dos Santos, um dos membros do conjunto. Achei que era engano. Continue lendo “Sobre o Paranga, o Lira, a Benedito Calixto, e gratidão”
– Vem cá, você se lembra da gravação do Caetano de “London, London”, aquela de 1971? Você tem ela? Então ouça, ouça a flauta, que coisa espetacular. Quem é que toca a flauta, você sabe? Depois me liga pra me agradecer pela lembrança. Continue lendo “Vem cá, quem toca a flauta em “London, London”?”