O PMDB só dá alegrias à presidente, ela disse, mas ela não se atreveu a fazer as contas e confessar como essas alegrias saem caro. Continue lendo “Tanto riso”
O país? Ora, o país…
Há dias, PT e PMDB ocupam quase todos os espaços com bate-bocas, acusações e ameaças de cá e de lá. O grupo de elite do governo, a própria presidente Dilma Rousseff, o ex Lula e seus asseclas parecem se dedicar apenas à crise com o aliado, detentor de fartos minutos no horário eleitoral de rádio e TV. Continue lendo “O país? Ora, o país…”
Há tipos que andam na rua e não são eles
Bogart inventou uma personagem para si mesmo. A personagem com que se vestia era um tipo arrogante, municiado de respostas insolentes. Mesmo nos dias civis, em que não tinha de arrastar os pés para o estúdio, Bogart saía à rua dentro dessa pele. Continue lendo “Há tipos que andam na rua e não são eles”
Volta, Pizzolato!
Já fui vítima do Index Librorum Prohibitorum da Igreja Católica. Criado em 1559 por Paulo IV, só foi abolido em 1966 por outro Paulo, dessa vez Paulo VI. Antes que perguntem se foi logo no início, adianto que o Index me pegou em 1956. Continue lendo “Volta, Pizzolato!”
Os passos dessa estrada
Já conheço os passos dessa estrada/ sei que não vai dar em nada/ seus segredos sei de cor. Continue lendo “Os passos dessa estrada”
O bloco da mentira
Assim como quem não gosta de samba é ruim da cabeça ou doente do pé, é insano imaginar que pessoas sem acesso aos serviços básicos de saúde não queiram ou não gostem de ter médicos para atendê-las. Continue lendo “O bloco da mentira”
Winston Churchill era produtor de cinema
Andámos lá perto e não vimos Orson Welles. Foi em Marraquexe, anos 80, e pela minha mulher ofereceram-me 60 tentadores camelos. Continue lendo “Winston Churchill era produtor de cinema”
Um voto que me intrigou
Copio trechos do voto do ministro Roberto Barroso. Eis suas palavras que me intrigaram profundamente: Continue lendo “Um voto que me intrigou”
Samba do Arnesto
Arnesto morreu aos 99 jurando que nunca convidou Adoniran Barbosa para um samba. Mas, como ensinou John Ford, quando a lenda fica melhor que a realidade, publique-se a lenda. Continue lendo “Samba do Arnesto”
De Herzog a Santiago
O assassinato de jornalistas tem marcado a história recente do país. A morte de Vladimir Herzog, nos porões do regime militar, levou os brasileiros a perder o medo de protestar e sair às ruas até derrotar a ditadura. Continue lendo “De Herzog a Santiago”
Imagina o pós-Copa
Puxadinho emergencial no aeroporto de Fortaleza, puxadinho planejado em Guarulhos. Revitalização inconclusa do recém-privatizado Galeão, e ainda por cima custeada com dinheiro público. Continue lendo “Imagina o pós-Copa”
O cadáver de John Barrymore
Raoul Walsh e Errol Flynn foram comprar um cavalo. No regresso a casa, um amigo, que acompanhara a agonia de John Barrymore, deu-lhes a notícia da morte do actor. Os Barrymores foram a primeira família real do cinema americano. Continue lendo “O cadáver de John Barrymore”
Maquiavel, Kissinger, Gillard e Lula
“A perda do poder é sentida física e emocionalmente, as sensações vêm em ondas, em momentos de grande angústia. Continue lendo “Maquiavel, Kissinger, Gillard e Lula”
Maduro e os fascistas
Maduro diz que “encarcerará um a um todos os fascistas”.
Quem são os fascistas? Os que Maduro determinar que são. Continue lendo “Maduro e os fascistas”
É cara de pau
Trem-bala, seis mil creches, 500 UPAs, Brasil rico, sem miséria. Fome Zero, transposição do Rio São Francisco, presídios federais de segurança máxima. Promessas de um futuro espetacular que nunca chega. Especialidade da geração de marqueteiros que alcançou o ápice no período Lula, a venda do paraíso – que tem sido repetida com sucesso – pode não ter tanta valia em 2014. Continue lendo “É cara de pau”



