Insultos

Tiros de canhão ou finos punhais, os insul­tos, na velha e clás­sica Hollywood, deram his­tó­rias sabo­ro­sas. Conto.

zzzz1

metade de Garbo é muito melhor do que um Mayer inteiro Continue lendo “Insultos”

Vamos mudar o disco?

Meu candidato era Eduardo Campos. Não havia, em meu amor ao Brasil, a menor dúvida que ele saberia nos tirar do enguiço em que estamos. Quando ele se uniu a Marina Silva, tive um princípio de dúvida. Que consegui ultrapassar diante da tragédia: se Eduardo Campos confiou nela para sua vice, esta eleitora também confiaria. Continue lendo “Vamos mudar o disco?”

O direito de não votar

Brindado como festa da democracia, dia de eleição deveria mesmo ser a comemoração máxima da cidadania, quando o eleitor, com o seu voto, pode redesenhar o mapa político do país e, portanto, o seu futuro. Mas não o é para a maioria dos 142,8 milhões de brasileiros aptos a votar – 61% contrários ao voto obrigatório, segundo pesquisa Datafolha realizada em maio deste ano. Continue lendo “O direito de não votar”

O vício é que educa

zzmanuel1

Os fil­mes só amam os livros quando os amam com segredo e reserva. Não me venham falar do Clube dos Poe­tas Mor­tos, exe­crá­vel exi­bi­ção cir­cense do acto e do pra­zer da lei­tura. Con­fesso que tenho uma aver­são pare­cida às ses­sões de lei­tura de poe­sia. Continue lendo “O vício é que educa”

Pacto com o diabo

Campanhas eleitorais costumam ser mais emoção do que razão. São sempre criticadas por não se aprofundar em temas urgentes, por abusar dos ataques e contra-ataques. Mas nunca antes na história deste país uma campanha foi tão infame e deseducadora. Continue lendo “Pacto com o diabo”

Esta mãe morta parece apenas que dorme

zzmanuel1

Quando vemos, num filme, uma per­so­na­gem que dorme, sabe­mos que esta­mos a ver um actor a fin­gir que dorme. Em A Pala­vra, de Dreyer, há uma mãe morta, num cai­xão aberto. Está morta, dizem, mas para a filha, cri­ança ino­cente, e para o tio louco, esta mãe morta parece ape­nas que dorme. Continue lendo “Esta mãe morta parece apenas que dorme”

Que a ONU não perca a oportunidade!

A presidente da República Federativa do Brasil,  presidenta Dilma Rousseff, mulher de fibra, de coragem e que deplora o sentimentalismo exagerado dos que se chocaram com a violência e a crueza do ISIS, abriu a 69ª Assembleia Geral da ONU com um discurso excelente que não foi compreendido pela imprensa tupiniquim. Continue lendo “Que a ONU não perca a oportunidade!”

As jabuticabas eleitorais

Mais  três jabuticabas de nossa frondosa árvore amadureceram esta semana: a proposta de diálogo com os terroristas  decepadores de cabeças do Estado Islâmico, a onda da razão que não chegou até a praia, e a substituição definitiva das lideranças políticas pensantes por marqueteiros que plantam ilusões, vendem mentiras, e colhem milhões. Continue lendo “As jabuticabas eleitorais”

Um remédio para aproximar o eleitor do eleito

Surrado por seus integrantes, infestado por ratos, desrespeitado, açoitado pelo Executivo que dia sim outro também o põe de joelhos, o Parlamento agoniza. E, ao que parece, dificilmente sairá da UTI com as eleições que se aproximam. Segundo o Datafolha, nada menos de 72% dos brasileiros não têm candidatos para deputado federal e 69% para estadual.  Continue lendo “Um remédio para aproximar o eleitor do eleito”

O papel de Dilma

Petrobrás, Correios, IBGE. Maltratadas pela ingerência do governo, instituições que até pouco tempo eram sinônimos de orgulho, confiança e credibilidade, foram postas na berlinda. Roubadas, abusadas e desrespeitadas, elas sofrem as consequências do perverso modus operandi do PT que, em seu benefício, se apossa do patrimônio do país. Continue lendo “O papel de Dilma”