Não há dinheiro desviado, partido algum recebeu um centavo sequer dos contratos da Petrobrás, muito menos o PT. Tudo não passa de ação eleitoreira, da qual o ex Lula está de “saco cheio” e Dilma classifica como “golpe”. Continue lendo “Dilma e Lula insistem na mentira”
Insultos
Tiros de canhão ou finos punhais, os insultos, na velha e clássica Hollywood, deram histórias saborosas. Conto.
metade de Garbo é muito melhor do que um Mayer inteiro Continue lendo “Insultos”
Vamos mudar o disco?
Meu candidato era Eduardo Campos. Não havia, em meu amor ao Brasil, a menor dúvida que ele saberia nos tirar do enguiço em que estamos. Quando ele se uniu a Marina Silva, tive um princípio de dúvida. Que consegui ultrapassar diante da tragédia: se Eduardo Campos confiou nela para sua vice, esta eleitora também confiaria. Continue lendo “Vamos mudar o disco?”
A guerra selvagem nas redes sociais
Reaberta a temporada de caça.
Como Marina Silva foi expurgada pelo voto e os pobres não correm mais o risco de ter que entregar a sua comida aos banqueiros, entramos agora numa fase de discussão madura sobre os rumos do País. Continue lendo “A guerra selvagem nas redes sociais”
O direito de não votar
Brindado como festa da democracia, dia de eleição deveria mesmo ser a comemoração máxima da cidadania, quando o eleitor, com o seu voto, pode redesenhar o mapa político do país e, portanto, o seu futuro. Mas não o é para a maioria dos 142,8 milhões de brasileiros aptos a votar – 61% contrários ao voto obrigatório, segundo pesquisa Datafolha realizada em maio deste ano. Continue lendo “O direito de não votar”
O vício é que educa
Os filmes só amam os livros quando os amam com segredo e reserva. Não me venham falar do Clube dos Poetas Mortos, execrável exibição circense do acto e do prazer da leitura. Confesso que tenho uma aversão parecida às sessões de leitura de poesia. Continue lendo “O vício é que educa”
O Senado mudou
Majoritárias como as de governador, as eleições para o Senado desenharam um curioso retrato do país. Peemedebistas, tucanos e pedetistas fizeram a festa. E o PT foi quem mais perdeu. Continue lendo “O Senado mudou”
Por que vou votar em quem vou votar?
De todas as campanhas para eleições majoritárias que acompanhei, certamente esta foi a mais esdrúxula. Teve de tudo um pouco, menos informações pertinentes para o eleitor poder escolher, com segurança, em quem votar. Continue lendo “Por que vou votar em quem vou votar?”
Dilma e o voto que vem pelo Correio
“Isso é um absurdo, pô”.
Você pensa que a presidente da República está indignada com o aparelhamento e uso de uma empresa estatal para trabalhar na campanha de sua reeleição? Continue lendo “Dilma e o voto que vem pelo Correio”
Pacto com o diabo
Campanhas eleitorais costumam ser mais emoção do que razão. São sempre criticadas por não se aprofundar em temas urgentes, por abusar dos ataques e contra-ataques. Mas nunca antes na história deste país uma campanha foi tão infame e deseducadora. Continue lendo “Pacto com o diabo”
Esta mãe morta parece apenas que dorme
Quando vemos, num filme, uma personagem que dorme, sabemos que estamos a ver um actor a fingir que dorme. Em A Palavra, de Dreyer, há uma mãe morta, num caixão aberto. Está morta, dizem, mas para a filha, criança inocente, e para o tio louco, esta mãe morta parece apenas que dorme. Continue lendo “Esta mãe morta parece apenas que dorme”
Que a ONU não perca a oportunidade!
A presidente da República Federativa do Brasil, presidenta Dilma Rousseff, mulher de fibra, de coragem e que deplora o sentimentalismo exagerado dos que se chocaram com a violência e a crueza do ISIS, abriu a 69ª Assembleia Geral da ONU com um discurso excelente que não foi compreendido pela imprensa tupiniquim. Continue lendo “Que a ONU não perca a oportunidade!”
As jabuticabas eleitorais
Mais três jabuticabas de nossa frondosa árvore amadureceram esta semana: a proposta de diálogo com os terroristas decepadores de cabeças do Estado Islâmico, a onda da razão que não chegou até a praia, e a substituição definitiva das lideranças políticas pensantes por marqueteiros que plantam ilusões, vendem mentiras, e colhem milhões. Continue lendo “As jabuticabas eleitorais”
Um remédio para aproximar o eleitor do eleito
Surrado por seus integrantes, infestado por ratos, desrespeitado, açoitado pelo Executivo que dia sim outro também o põe de joelhos, o Parlamento agoniza. E, ao que parece, dificilmente sairá da UTI com as eleições que se aproximam. Segundo o Datafolha, nada menos de 72% dos brasileiros não têm candidatos para deputado federal e 69% para estadual. Continue lendo “Um remédio para aproximar o eleitor do eleito”
O papel de Dilma
Petrobrás, Correios, IBGE. Maltratadas pela ingerência do governo, instituições que até pouco tempo eram sinônimos de orgulho, confiança e credibilidade, foram postas na berlinda. Roubadas, abusadas e desrespeitadas, elas sofrem as consequências do perverso modus operandi do PT que, em seu benefício, se apossa do patrimônio do país. Continue lendo “O papel de Dilma”



