No dia em que foram oficialmente inaugurados os Anéis Olímpicos aqui no Rio, morreu um médico assaltado a facadas nas margens da Lagoa Rodrigues de Freitas. Continue lendo “Guerras sem trégua”
Se Pasadena ofende
Quando a presidente Dilma defenestrou Graça Foster da presidência da Petrobrás e nomeou para o lugar Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil, parecia que a maior empresa brasileira, combalida pela roubalheira e a má gestão, estava sendo preparada para disputar o campeonato mundial de transparência. Continue lendo “Se Pasadena ofende”
Pátria Educadora na lanterna
O Brasil segue colecionando vexames nos rankings mundiais da educação. Não andamos de lado, andamos para trás. Continue lendo “Pátria Educadora na lanterna”
O avião de Meg Ryan
O medo de voar fica bem a Meg Ryan. Sem o medo de voar, Meg nunca teria perdido o primeiro namorado, em French Kiss. E, se não tivesse feito das tripas coração para superar o medo de voar, Meg Ryan nunca teria encontrado o Kevin Kline expert em vinhos e queijos, aventureiro que dá à sua tez loira um pouco da morena animalidade que bem falta lhe faz. Continue lendo “O avião de Meg Ryan”
A política do absurdo
O desgoverno da presidente Dilma Rousseff, ápice dos 12 anos de domínio petista sobre a máquina pública, tem agido como fertilizante na produção de absurdos políticos. Tudo está ao avesso. Dentro da lama e de costas para o país. Continue lendo “A política do absurdo”
“Você disse? Foi mal? Desdiga”
Em 12/8/2005, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a respeito das revelações sobre o mensalão, declarou em rede nacional estar ciente da gravidade da situação, que se sentia traído e que não tinha nenhuma vergonha de dizer ao povo brasileiro: “nós temos que pedir desculpas. O PT tem que pedir desculpas”. Continue lendo ““Você disse? Foi mal? Desdiga””
O juiz malabarista
Tente imaginar um estrangeiro desavisado passando uma temporada no Brasil e vendo a agitação e a polêmica em torno da nomeação de um juiz da Suprema Corte. Continue lendo “O juiz malabarista”
Nunca houve governo tão incompetente (12)
Depois de dez horas de reunião, no sábado 25 de abril de abril, Dilma Rousseff constatou que andava em círculos, sem saber por onde começar o corte de investimentos em obras e a redução dos serviços de manutenção da infraestrutura. Era noite quando despediu-se de ministros e presidentes de bancos federais. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (12)”
Mamma mia!
Em março de 2008, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva criou a alcunha de “mãe do PAC” para sua ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff. No palanque montado no Complexo do Alemão, no Rio, Lula anunciou R$ 1 bilhão em obras para as favelas cariocas, a serem tocadas pela gerente implacável – que dois anos e oito meses mais tarde o sucederia no mais alto posto do país. Continue lendo “Mamma mia!”
O primo negro
Nunca fui capitão do mato, mas quando ouvi o capitão Vinicius dizer que era o branco mais preto do Brasil, quis ser como ele. Continue lendo “O primo negro”
Haja panelas!
Será que o Lula já percebeu que neste país ele já não manda? Que dona Dilma notou que a vaca, de tanto tossir, engasgou? Ou será que eles ainda se acham detentores do poder? Continue lendo “Haja panelas!”
O PT e o dinheiro dos outros
Definitivamente, estamos num país estranho. Somos governados por um partido de trabalhadores, e o Congresso acaba de aprovar o primeiro item de um ajuste fiscal que restringe alguns direitos dos trabalhadores. Continue lendo “O PT e o dinheiro dos outros”
A ideologia petista cobra seu preço
Tornou-se rotina. A cada semana algum membro do governo anuncia novo passo atrás em questões adotadas por pura ideologia nas administrações petistas dos últimos 12 anos. Continue lendo “A ideologia petista cobra seu preço”
Lula anda para trás
Pose de galo de briga, tom de desafio e farta distribuição de impropérios aos seus críticos. Nada de novo. No palanque montado pela CUT no 1º de Maio, o que se viu foi mais do mesmo. Lula sendo o Lula que ele crê insuperável. Lula que, diante da elevadíssima conta que tem de si, não percebe – ou faz de conta que não vê – a mudança dos humores em relação a ele e ao PT. Continue lendo “Lula anda para trás”
Herberto e Manoel
Deu-me para isto, mas não é todos os dias que nos morrem Herbertos e Manoéis. Eram tão diferentes que me apeteceu juntá-los.
Haverá um arbusto de sangue nas jovens mulheres dos filmes de Manoel de Oliveira? O arbusto fui buscá-lo a um verso de Herberto que o meu pelotão da Escola de Aplicação Militar de Angola ia murmurando nos 30 quilómetros de mato das marchas finais: “Dai-me uma jovem mulher com sua harpa de sombra e seu arbusto de sangue. Com ela encantarei a noite.” Continue lendo “Herberto e Manoel”



