Nunca houve governo tão incompetente (15)

O governo Dilma é um poço de contradição, e o PT é outro. Ela está defendendo Joaquim Levy, que tem sido atacado como “Judas” pelo seu partido, por estar conduzindo uma política econômica que se tornou necessária para salvar o governo dos seus próprios erros. O que a presidente deveria fazer é explicar por que negou tanto que o ajuste fosse necessário e agora o faz. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (15)”

Uau!

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Cometi um grave erro na última cró­nica. Ata­quei a repu­ta­ção de uma gera­ção. O pri­meiro “uau!”, esse esplên­dido juízo de valor dos ado­les­cen­tes de hoje, é muito mais antigo do que pen­sava. Continue lendo “Uau!”

Obra em andamento

É claro que um país nunca está absolutamente pronto, posto que as sociedades não são estáticas e alteram seus modos e meios de viver e conviver. Cada era que atravessamos trouxe muitas novidades, mas esta Era da Tecnologia é imbatível em mudanças quase que diárias. Continue lendo “Obra em andamento”

A coisa aqui tá preta

Peguei emprestado um salvo conduto do Chico Buarque de Holanda e portanto posso ser politicamente incorreto. Você sabe, tem gente que pode fazer isso sem ser chamada de racista e tem gente que não pode nem pensar em usar uma expressão dessas sem ser linchado em praça pública. Continue lendo “A coisa aqui tá preta”

Governo padrão Fifa

No 31º lugar, à frente apenas da Ucrânia e da Rússia, atrás da falida Grécia. É assim que o Brasil aparece na análise de desempenho da Austing Rating, divulgada na sexta-feira, quando o país contabilizava mais uma queda no PIB. Mais uma posição vexatória entre tantas outras que o país coleciona em rankings globais, todos eles apontando o mesmo alvo: caminha-se para trás, na trilha do subdesenvolvimento. Continue lendo “Governo padrão Fifa”

No coração do Rio

Como sempre fazia, entro na Da Vinci e vou até o fundo, para, antes de ‘viajar’ pelas prateleiras, cumprimentar dona Vanna. E quem encontro sentado em altas negociações com a livreira?  Luis Antonio, “sobrinho” querido, filho de amigos da vida inteira, então com menos de 15 anos, a negociar os pagamentos dos livros de Astérix que levava e dos que encomendava. Continue lendo “No coração do Rio”

Indignação S/A

A mão invisível do mercado, como a chamava Adam Smith, aprontou mais uma das suas.

Alguém se lembra do Occupy Wall Street? Claro que sim. Por via das dúvidas, vamos procurar a definição de domínio público registrada para a posteridade na democrática Wikipedia: Continue lendo “Indignação S/A”

Universo Pollyanna

Pollyanna, aquela garota pobre imortalizada por Eleonor Porter num dos maiores clássicos da literatura infanto-juvenil, vivia em universo próprio. Desejava receber uma boneca de presente, mas ganhou um par de muletas. Para não vê-la triste, seu pai lhe aconselhou a ficar satisfeita pelo fato de não precisar de muletas.

Continue lendo “Universo Pollyanna”

Andas a dormir com a minha filha?

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O pre­da­dor que há, ou havia, em Jack Nichol­son tem des­culpa, esti­mada lei­tora. Já viu, se um dia des­co­brisse, como ele, que a tinham enga­nado sobre o seu nas­ci­mento? A sua mãe era, afi­nal, a que pen­sava ser sua irmã e a que­rida mãe muito amada era, na ver­dade, sua avó. Continue lendo “Andas a dormir com a minha filha?”

Corte sem corte

Quase R$ 70 bilhões. Ainda que inferior ao desejo do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o contingenciamento anunciado sexta-feira no Orçamento da União – o maior da história – impressiona. As lâminas chegaram à Educação e à Saúde, em obras do PAC, e até na menina dos olhos da presidente Dilma Rousseff, o programa Minha Casa, Minha Vida. Mas, de novo, não se viu corte algum no custeio, no tamanho da máquina que não para de inchar. Continue lendo “Corte sem corte”