Um país de Francenildos

Desde que se comprovou a quebra do sigilo do caseiro Francenildo Costa, única vítima de fato da armação espúria para proteger o então ministro da Fazenda Antônio Palocci no caso da mansão dos prazeres de Brasília, instituições como a Caixa e a Receita Federal, que se supunha estar acima de qualquer suspeita, tiveram sua aura trincada. Continue lendo “Um país de Francenildos”

Sobre a Espanha, a secessão, a bestialidade

É estranho, irônico, que a Espanha tenha se tornado campeã do mundo, com, creio, seis jogadores do Barcelona, um dia depois que uma multidão de 1 milhão e 100 mil pessoas marcharam pelas ruas da cidade catalã numa demonstração que, a rigor, é secessionista, separatista, anti-Espanha. Continue lendo “Sobre a Espanha, a secessão, a bestialidade”

A estátua

 A rigor, a cidadezinha de Corumbebatêua, no litoral maranhense quase divisa com o Pará, ainda é um lugar paradisíaco. Praias lindas, poupadas e limpas, rodeadas por mangues absolutamente íntegros, vive dias de ventos constantes e noites de estrelas indesmentíveis. Continue lendo “A estátua”

Lei & Ordem

Aqueçam as baterias, ponham bandeiras e militantes na rua, porque nesta terça-feira os candidatos estão autorizados a começar as suas campanhas eleitorais. Será um dia e tanto para mais de 12 mil candidatos que devem disputar votos para presidente da República, governador, senador, deputado federal, estadual e distrital. Tudo novo, diferente. Continue lendo “Lei & Ordem”

Com medo de ser infeliz

Tenho medo, nojo e ódio de qualquer ditadura. Era um menino, nos idos de 1964, e passei mais de 20 anos sofrendo com a convivência diária com a ignorância e a violência do regime militar. Eu o combati com as armas que tinha e me pareciam justas: idéias e canções. Continue lendo “Com medo de ser infeliz”

Mente cativa

Na epígrafe de seu notável livro Mente Cativa, o escritor e poeta polonês Czeslaw Milosz, prêmio Nobel de Literatura de 1980, citou esta máxima, atribuída a “um velho judeu da Galícia”: Continue lendo “Mente cativa”

Uma visão sobre Plínio Salgado

O meu irmão mais velho se chamava Plínio. No início de sua mocidade, flertou com o integralismo. Passou boa parte de sua vida sendo chamado de “galinha verde” – o apelido pespegado pelos comunistas aos seguidores de Plínio Salgado, após o confronto de outubro de 1934, na Praça da Sé, em São Paulo. Continue lendo “Uma visão sobre Plínio Salgado”

Edmundo, brasileiro Prêmio Nobel, conta sua saga

Em sua casa, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, Edmundo Manzini de Souza, Prêmio Nobel da Paz, recorda a noite em que, comandando um grupo de combate, no Deserto do Sinai, sentiu que o solo por onde caminhavam havia ficado diferente. Continue lendo “Edmundo, brasileiro Prêmio Nobel, conta sua saga”