A conclusão a que se chega é que a presidente Dilma Rousseff não tem moral, vergonha na cara.
Se não, vejamos. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (28)”

Por Sérgio Vaz e Amigos
A conclusão a que se chega é que a presidente Dilma Rousseff não tem moral, vergonha na cara.
Se não, vejamos. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (28)”
Aviso aos navegantes da web. Tempo bom e vento a favor para quem estiver disposto a viajar pelos quase 7.500 quilômetros da costa brasileira, descobrir sua dramática realidade, sua beleza, riqueza cultural, tradições. Continue lendo “Em um site, o mar sem fim”
Ícone da participação partidária, do estímulo ao debate entre correntes diversas e, portanto, da democracia interna, a consulta prévia para escolher candidatos majoritários do PT foi para o saco. E não só na cidade de São Paulo, onde os quatro postulantes cederam gentilmente a vaga ao pupilo da vez do ex-presidente Lula. Continue lendo “A voz do dono”
Mais de dez da noite, o ônibus deixa a rodoviária simples, no interior mineiro, e toma o rumo da maior cidade do país. Poucos metros adiante, procura o acostamento: Continue lendo “Filhos únicos”
1. Quando eu era menino, como todo bom brasileiro, acho, aprendi a língua do Pê. A gente falava com amigos, acreditando que ninguém entendia. Continue lendo “Zamenhof?! Quem é esse cara?”
Arrisco uma definição: o cinema é aquilo de que nos lembramos depois de esquecermos tudo o que aprendemos. Continue lendo “Uma agulha no coração”
Um jovem é um ser imaculado por natureza, e por ser puro é inimputável. Continue lendo “Meu reino por uma causa”
Agora vai: o novo ministro do Esporte chegou com uma idéia na cabeça. Quer que a Fifa reserve uma parcela dos ingressos da Copa de 2014 para indígenas e beneficiários do Bolsa Família. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (27)”
Nas férias de outubro, voltei à cachaça.
A frase é a mais pura expressão da verdade, embora seja necessário dar duas explicações. Continue lendo “Voltei à cachaça”
Como passe de mágica, uma proposta para anistiar mensaleiros cassados apareceu na pauta da sessão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, presidida João Paulo Cunha (PT-SP), ele próprio um mensaleiro. Surgiu assim, do nada, de repente. E só não deu certo porque mais uma vez a imprensa, essa estraga prazeres, agiu a tempo.
Eu aprendi a gostar de Getúlio Macedo, sempre presente nas assembléias e nas festas dos compositores. Eis que chegou sua hora, como é inevitável: ele morreu no mês de outubro. Continue lendo “A morte manda lembranças”
Programa de índio, na Amazônia, é você viver como um deles, nem que seja por alguns minutos. A sensação gostosa de se integrar à Natureza de um jeito inteiramente natural, ou seja, nu. Continue lendo “Na Amazônia, ao natural”
Entra pelos ouvidos. Mas quando não entra por um e sai pelo outro, para onde é que vai a voz de quem fala connosco?
A voz de Cary Grant, quero é falar da voz de Cary Grant. Continue lendo “A voz de Cary Grant”
O 50 Anos de Textos está ganhando um novo colaborador – e, com ele, um novo sotaque. Aqui já havia o sotaque mineiro de seis dos autores (embora só um dos seis viva hoje nas Minas Gerais, os outros cinco tendo saído, confirmando a velha tese de que Minas exporta mineiros e minérios), o paulista de cinco, o paraense de um e até um leve remanescente da Itália da origem de um. Continue lendo “Um novo sotaque no 50 Anos”
Quando conheci Manuel S. Fonseca ele era um morto e nada me indicou o bem querer que chegaria. Idades, amigos, hábitos, afazeres, nacionalidades diferentes. Continue lendo “Manuel era um morto”