Ficamos sabendo pelo jornal francês Le Monde que a presidente Dilma, que está de viagem por aquelas paragens, não tolera a corrupção. Continue lendo “Inventores de escândalos”
Tem que censurar essa p… de imprensa já
Do jeito como as coisas andam, olha, eu, se fosse o Lula, o Dirceu, a Dilma, o Ruy Falcão, se eu fosse um dos que mandam no lulo-petismo, eu deixava de lado os pruridos e partia pra cima do projeto de censura à imprensa. Continue lendo “Tem que censurar essa p… de imprensa já”
Más notícias do país de Dilma (79)
Uma semana carregada, pesada. Mais do que apenas sugerir que a presidente da República demita seu ministro da Fazenda, a revista The Economist expôs com clareza cristalina a verdade dos fatos: a equipe econômica e sua política fizeram os investidores perder a confiança no Brasil. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (79)”
garças e abutres chegados da terra do urubu-rei. capítulo 6
6. A comida
Geraldo sempre disse, sorrindo, após termos saído do pesadelo, que a comida era arroz com feijão no almoço e feijão com arroz no jantar. Depois, era fácil rir. Mas ele não mentia. Continue lendo “garças e abutres chegados da terra do urubu-rei. capítulo 6”
Hard lessons in economics
It is a free country and it is a free market. So why is it that suddenly things got so uncomfortable for some Brazilian businesses in Framingham? Continue lendo “Hard lessons in economics”
Chapéu alheio
O tempo dirá do acerto ou não da revista inglesa The Economist ao sugerir que Dilma Rousseff mude sua equipe econômica se quiser encarar um novo mandato. Mas tudo leva a crer que a despropositada reação da presidente ao artigo seja mais do que uma corriqueira irritação. Continue lendo “Chapéu alheio”
Muriqui
Clara está preocupada com o muriqui. Estudando, soube que ele está em vias de extinção. Aí eu me lembro de um texto que recebi, há algum tempo, do Luiz Márcio Pereira. Continue lendo “Muriqui”
Uma solidão de Vitor Gaspar
Há filmes que gosto de ostentar, há filmes que gosto de esconder. Exibo Playtime, do francês Jacques Tati, como um dos meus emblemas de bom gosto, comédia saturada de inteligência e invenção, coberta, se olharmos bem, por um imaculado lençol de lírica tristeza.
Jolene, a Outra
Tenho uma paixão pelas canções que falam da Outra.
As canções que falam da Outra em geral roçam o brega, o que é tido como mau gosto, o boko moko, o cafajeste. Continue lendo “Jolene, a Outra”
Política 1, Energia 0
A campanha eleitoral de 2014 já começou nas contas de luz. Continue lendo “Política 1, Energia 0”
Más notícias do país de Dilma (78)
“O governo brasileiro pode apresentar ao mundo, com muito orgulho, uma rara combinação de resultados econômicos – uma das taxas de crescimento mais pífias do globo e uma inflação muito mais alta que a da maior parte dos países civilizados.” A frase é de um editorial do Estadão. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (78)”
Oscar Niemeyer, uma grande enganação
Oscar Niemeyer, na minha opinião, é um gigantesco blefe. Uma imensa enganação.
O Brasil parece adorar blefes, enganações. Nesse sentido, o Brasil e o Niemeyer se merecem. Continue lendo “Oscar Niemeyer, uma grande enganação”
garças e abutres chegados da terra do urubu-rei. capítulo 5
5. A Casa
O pátio era enorme. Tinha a impressão de que poderia me perder por ali com a maior facilidade. Era possível, por exemplo, desenvolverem-se simultaneamente duas ou mais peladas, as dos pequenos e a dos grandes. E, se eu os olhava correndo, eram como espalhadas estrelas perdidas no céu. O pátio era enorme. Continue lendo “garças e abutres chegados da terra do urubu-rei. capítulo 5”
Pérolas do Febeapá
Mexendo em meus livros, notei um volume de capa cor de abóbora, com letras pretas. Era o Febeapá, edição de 1966. Continue lendo “Pérolas do Febeapá”
A República de Roses
Um favorzinho aqui, outro acolá. Nomeações, falsificações, tráfico de influência, e sabe-se lá mais o quê. Na semana em que a Suprema Corte encerrou a dosimetria das penas dos réus do mensalão, pela primeira vez decidindo mandar poderosos para a cadeia, a estrela foi Rosemary Noronha. Continue lendo “A República de Roses”



