Já conheço os passos dessa estrada/ sei que não vai dar em nada/ seus segredos sei de cor. Continue lendo “Os passos dessa estrada”
O bloco da mentira
Assim como quem não gosta de samba é ruim da cabeça ou doente do pé, é insano imaginar que pessoas sem acesso aos serviços básicos de saúde não queiram ou não gostem de ter médicos para atendê-las. Continue lendo “O bloco da mentira”
É mais que 20 centavos
De que serve esquecer que os problemas existem e jogá-los para frente, como se o tempo ou o vento pudessem eliminá-los, como se, não enfrentados, não retornassem com mais força? Continue lendo “É mais que 20 centavos”
Winston Churchill era produtor de cinema
Andámos lá perto e não vimos Orson Welles. Foi em Marraquexe, anos 80, e pela minha mulher ofereceram-me 60 tentadores camelos. Continue lendo “Winston Churchill era produtor de cinema”
Um voto que me intrigou
Copio trechos do voto do ministro Roberto Barroso. Eis suas palavras que me intrigaram profundamente: Continue lendo “Um voto que me intrigou”
Samba do Arnesto
Arnesto morreu aos 99 jurando que nunca convidou Adoniran Barbosa para um samba. Mas, como ensinou John Ford, quando a lenda fica melhor que a realidade, publique-se a lenda. Continue lendo “Samba do Arnesto”
Historinhas de redação (17): o grande Cláudio Abramo
Uma historinha de redação que não é divertida, mas quero contar para lembrar a figura do Cláudio Abramo. Foi um grande diretor de redação, na Folha e no Estado, na época dos jornais em preto-e-branco. Continue lendo “Historinhas de redação (17): o grande Cláudio Abramo”
O samba do petista doido
“Petistas rebatem PSDB e dizem que governo Lula salvou o Plano Real”, diz título do portal da Folha de S. Paulo. Continue lendo “O samba do petista doido”
De Herzog a Santiago
O assassinato de jornalistas tem marcado a história recente do país. A morte de Vladimir Herzog, nos porões do regime militar, levou os brasileiros a perder o medo de protestar e sair às ruas até derrotar a ditadura. Continue lendo “De Herzog a Santiago”
Imagina o pós-Copa
Puxadinho emergencial no aeroporto de Fortaleza, puxadinho planejado em Guarulhos. Revitalização inconclusa do recém-privatizado Galeão, e ainda por cima custeada com dinheiro público. Continue lendo “Imagina o pós-Copa”
Vamos chamar o lixeiro
Quando a coisa aperta dá vontade de ir para a Terra do Nunca com os netos. Fechar-me na sala e ouvir música que me leve ao mais profundo da emoção estética, que me embale para encarar, pois esquecer não dá, a barra pesada que nos envolve nesses momentos de violência, radicalismo e ausência de pensamento lúcido e lógico. Continue lendo “Vamos chamar o lixeiro”
O cadáver de John Barrymore
Raoul Walsh e Errol Flynn foram comprar um cavalo. No regresso a casa, um amigo, que acompanhara a agonia de John Barrymore, deu-lhes a notícia da morte do actor. Os Barrymores foram a primeira família real do cinema americano. Continue lendo “O cadáver de John Barrymore”
Maquiavel, Kissinger, Gillard e Lula
“A perda do poder é sentida física e emocionalmente, as sensações vêm em ondas, em momentos de grande angústia. Continue lendo “Maquiavel, Kissinger, Gillard e Lula”
Maduro e os fascistas
Maduro diz que “encarcerará um a um todos os fascistas”.
Quem são os fascistas? Os que Maduro determinar que são. Continue lendo “Maduro e os fascistas”
Historinhas de redação (16): Sobre o relento
Sandro Vaia, então editor de Reportagem Geral do Jornal da Tarde, resolveu demitir o repórter X. Foi no início dos anos 80, não me lembro do ano exato. Continue lendo “Historinhas de redação (16): Sobre o relento”


