A Praia do Rosa é um lugar muito, muito especial. De cara, assim que cheguei, que dei as primeiras olhadas, me lembrei de lugares muito especiais como Visconde de Mauá, Praia do Forte, Trancoso de algum tempo atrás, Tiradentes. Continue lendo “Praia do Rosa: prazer em conhecer”
Teremos recall?
O 1º de Maio no Reino Petista foi de estarrecer.
Em São Bernardo do Campo a CUT reuniu militantes para shows, discursos e um ato que misturava religião com invectivas contra a Mídia! Representantes de diversas crenças pregando contra a Imprensa, orando pelo fim da sua liberdade. Um espanto! Continue lendo “Teremos recall?”
Céu sem brigadeiro
Um velho bordão muito popular nas redações de antigamente era “há algo no ar e não são aviões de carreira”.
Isso era vaticínio ou prenúncio, ou puro palpite, quando não teoria conspiratória, indicando a iminência de um fato não corriqueiro que estaria prestes a ocorrer. Continue lendo “Céu sem brigadeiro”
Más notícias do país de Dilma (138). E uma boa notícia
Esta 138ª compilação semanal de notícias e análises que comprovam os malefícios e a incompetência do lulo-petismo como um todo e do governo Dilma Rousseff em especial vem excepcionalmente mais curta que as anteriores. Não por falta de más notícias e de análises amargas sobre elas – há demais delas nos jornais dos dias 25 de abril e 1º de maio de 2014. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (138). E uma boa notícia”
Uma casinha pequenina
O sol quente, tão quente quanto no verão, fazia estalar as sementes de mamona espalhadas no terreirão. E era inverno. Chovera quase toda a noite, a estrada era uma faixa pontilhada de poças multiformes em todo o estirão, até onde a vista alcançava. Continue lendo “Uma casinha pequenina”
O IBGE resiste
Taxa de desemprego de 5%. Ainda que não seja a menor do mundo, como Dilma Rousseff gosta de se vangloriar, é um número e tanto para os palanques do 1º de Maio e da reeleição. Mas bastaram dois pontos percentuais para despertar a ira. Continue lendo “O IBGE resiste”
Um calor selvagem nas bochechas
Não gosto do amor fundamentalista ao cinema, não gosto do amor de xius e sibilados shhhs no escuro da sala, não gosto do espectador erecto por ter um garfo espetado já se sabe onde, não gosto do espectador com olhar devoto a babar metafísica a cada raccord, a cada trouvaille de mise-en-scène.
Gabo
O caixão com o corpo do Gabriel García Márquez teve que ser levado na mão, por trezentos metros. Vencida mais ou menos a metade, um homem que segurava uma das seis alças (parece que era o Vargas Llosa) sentiu-se mal e teve que desistir. Continue lendo “Gabo”
Os capitães de Abril
Leio tudo que me cai às mãos sobre o 25 de Abril. Acho essa data uma das mais lindas da História. E digo mais: só quem não conheceu Portugal antes de 1974 pode compartilhar a tolice “nada foi feito”. Continue lendo “Os capitães de Abril”
O realismo mágico
Gabo morreu e deixou aí o seu realismo mágico.
Falta um narrador de sua qualidade literária para descrever a espécie de Macondo em que se transformou a novela da Petrobrás, desde o momento que emergiu a tenebrosa história da compra da refinaria de Pasadena até o capítulo da CPI que o governo quer transformar, como Nizan Guanaes quer fazer com a Copa, na CPI de todas as CPIs. Continue lendo “O realismo mágico”
Más notícias do país de Dilma (137)
A vida vem em ondas como o mar, dizia Vinicius. No país de Dilma, as más notícias também.
Nos últimos sete dias, os jornais e revistas trouxeram, entre várias outras más análises, as seguintes: Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (137)”
Um belo fruto tropical
No outubro de 1986 as águas haviam baixado com o fim das chuvas, depois do inverno rigoroso daquele ano acima da linha do Equador. Embora o céu ainda carregasse suas nuvens para lá e para cá, ora fechando, ora abrindo, o verão tropical foi chegando. Continue lendo “Um belo fruto tropical”
Chutes no traseiro
Na quarta-feira, exatos 1.550 dias depois de derrotar Chicago, Tóquio e Madri, o Rio de Janeiro anunciou mais mundos e fundos para a Olimpíada 2016, elevando o custo total do evento a R$ 36,7 bilhões. Continue lendo “Chutes no traseiro”
Tempestade sobre Lisboa
Não acho nada que Natal seja quando um homem quiser. Os Natais da minha infância tinham data e mais data passaram a ter quando vivi Natais angolanos em cenário de catástrofe. O conflito, a vivência extrema, enchem qualquer Natal de estrelas tracejantes, de anjos desabrigados a que faltam as asas, às vezes uma perna ou um braço. Continue lendo “Tempestade sobre Lisboa”
Pois sim!
Ao que parece, ao ler as declarações de dona Dilma sobre o escandaloso processo de compra da Pasadena Refinery e os depoimentos de Graça Foster e Nestor Cerverò ao Senado Federal sobre o assunto, o objetivo dos ambiciosos inimigos do Brasil é nos rebaixar. Continue lendo “Pois sim!”




