Na véspera do dia em que completou 5 anos e oito meses, Marina viu seu primeiro filme em V.O.L., versão original com legendas. Continue lendo “Marina e o primeiro filme com legendas”
As Forças Armadas na era Bolsonaro
Não são poucos os analistas a considerar a eleição de Jair Bolsonaro como o retorno dos militares ao poder. A esquerda que não se reciclou e nem fez o seu acerto de contas com a história vai mais longe. Alardeia que o fantasma de 1964 ronda o país, como se estivéssemos em marcha batida para uma “ditadura fascista”, de cunho militar. Continue lendo “As Forças Armadas na era Bolsonaro”
Um olho no cavalo, outro em Dean Martin
O tipo era um bêbado sem remissão. Tão reles e submisso que já nem à mão lhe davam a moedinha: atiravam-lha para o escarrador do saloon. Falo de Dude, a quem os mexicanos chamavam Borrachón. E, todavia, esse trapo, que se esfregava pelas ruelas traiçoeiras de Rio Bravo, destila uma elegância física natural. Dentro de Dude está afinal Dean Martin. Continue lendo “Um olho no cavalo, outro em Dean Martin”
Lula, pintinhos e gambás
O bicho é pesado como um elefante, tem cor de elefante, patas de elefante, tromba de elefante, mas Lula dirá que é um pássaro. Na quarta-feira, 14, quando volta a depor na 13ª Vara da Justiça Federal do Paraná, o ex-presidente insistirá em que o sítio de Atibaia não é e nunca foi dele – embora tudo, absolutamente tudo, demonstre o contrário. Continue lendo “Lula, pintinhos e gambás”
O que passou pela cabeça do Boff?
O que passou pela cabeça de Leonardo Boff quando colocou no Tweeter aquele post exortando seus seguidores a lerem “o artigo de Nelson Motta em O Globo de 9/11”? E dando em seguida duas frases do início do texto – “O juiz Sergio Moro estudou em Harvard como fachada, mas, na verdade, foi treinado pela CIA para criar a Lava-Jato e enfraquecer a Petrobras… Era o início de um plano diabólico gerado por mentes doentias no Departamento de Estado.” Continue lendo “O que passou pela cabeça do Boff?”
Os usos e desusos da última flor do Lácio
“Furna da Onça”, o nome da operação da Polícia Federal que prendeu ontem no Rio sete deputados estaduais, faz referência, segundo a PF, a “uma sala ao lado do plenário da Alerj, onde deputados se reúnem para ter conversas reservadas, destinada às combinações secretas que resultam em decisões individuais antes das votações, momento conhecido como a hora de “a onça beber água’”. Continue lendo “Os usos e desusos da última flor do Lácio”
Marina em modo inventar
“Você gesta a criança, amamenta, cuida com toda dedicação e carinho e aos cinco anos e meio ela te dá o apelido de KIBE. Pode uma coisa dessas? Ahahahahahah.” Continue lendo “Marina em modo inventar”
Um sofá é um sofá é um sofá
Gênero do artigo: besteirol.
A rosa é uma rosa é uma rosa, disse Gertrude Stein. Pois digo eu: o sofá é um sofá é um sofá. Nada em comum entre aquilo que se leva ao nariz, e o outro em que se assenta a nádega, embora a poeta tenha posado para Picasso em uma poltrona, o que não tem nada a ver, pois uma poltrona é uma poltrona e… um sofá é um sofá. Continue lendo “Um sofá é um sofá é um sofá”
São Paulo é um estado majoritariamente petista
Dizer que Massachusetts é “um estado majoritariamente republicano” equivale a dizer que o Estado de São Paulo é um estado majoritariamente petista. Ou que o Nordeste é uma região majoritariamente tucana, ou bolsonarista. Continue lendo “São Paulo é um estado majoritariamente petista”
Acertos e tropeços
É muito cedo para fazer grandes avaliações sobre os rumos de um governo que sequer começou. Mas, com pouco mais de uma semana da eleição, é possível concluir que Jair Bolsonaro marcou alguns tentos em determinadas áreas e pisou na bola em outras. Embora demonstre desconhecimento do tamanho do campo e de várias regras do jogo, até aqui o placar lhe é favorável. Continue lendo “Acertos e tropeços”
A diplomacia do rinoceronte na loja de cristais
Durante 13 anos, 4 meses e 12 dias, o lulo-petismo desgraçou a política externa do Brasil. Em vez de continuar usando a diplomacia para defender os interesses do país, e, diante dos conflitos entre nações, manter a postura de independência, neutralidade e procura por entendimento, os governos lulo-petista ideologizaram a política externa. Puseram a diplomacia a serviço dos interesses do partido, e não dos interesses da nação. Continue lendo “A diplomacia do rinoceronte na loja de cristais”
A tesoura de Grace Kelly
O dinheiro tanto move montanhas como movia Alfred Hitchcock e as personagens dos filmes dele. Por dinheiro, um antigo campeão de ténis, personagem de Dial M For Murder, manda matar a mulher, temendo que ela o deixe e leve a fortuna, trocando-o por um romancista de policiais, como romancista de policiais também era o meu amigo Dinis Machado, que muito amava a sua Dulce Cabrita. Continue lendo “A tesoura de Grace Kelly”
#IncivilidadeNão
Com um programa de governo genérico, que não teve importância alguma para a sua eleição, Jair Bolsonaro ultrapassou a primeira semana do pós-vitória tateando. Agradou e desagradou as torcidas que ainda continuam armadas, e criou apreensão em quem, para além delas, se aflige com o país. Continue lendo “#IncivilidadeNão”
Quer saber o que são fake news? Procure a imprensa estrangeira ou o PT
Ora vejam só, de repente descubro que confiar na imprensa estrangeira para informações sobre política – econômica ou não – dos países do Hemisfério Norte não é garantia de estar retransmitindo informações de confiança. Sou daquelas que dizia, enfática: deu no New York Times; li no The Guardian; está no The Times; como publicado no The Economist… Hoje, vejo que confiar cegamente nesses jornais e revistas é o caminho mais certo para o descrédito. Continue lendo “Quer saber o que são fake news? Procure a imprensa estrangeira ou o PT”
Tem podcasts no Spotify
Recebo um release com uma novidade: “Tem podcasts no Spotify”. Veio-me à cabeça: “Tem bobobó no bububu”. Nome de uma peça do teatro rebolado, da década de 1950. Continue lendo “Tem podcasts no Spotify”




