- :: Claudião se encanta com uma bela mulher. Por Antonio Contente
Claudião, o robusto Claudião, é aposentado e mora aqui no meu bairro. Fenômeno típico da realidade brasileira, conseguiu parar de trabalhar aos 45 anos e agora, aos 50, leva um vidaço. Ler Mais »
- :: Lula faz o que não pode e o que não deve, e ainda rifa o seu próprio partido sem qualquer pudor. Por Mary Zaidan
Os tropeços da candidata Dilma Rousseff em sua primeira semana solo parecem ter desnorteado as hostes governistas. A ex-ministra e o próprio presidente Lula espalharam minas explosivas por baixo de seus próprios pés em um campo onde, até pouco tempo, tudo parecia ser flores. E o trabalho para desarmá-las não será pequeno. Ler Mais »
- :: Trecho da obra de ficção O dia sem nome, de 1976. Por Jorge Teles.
Liuxa, quatro anos, trepado nos ombros do pai, observa o cortejo. Homens e mulheres vestidos com roupas coloridas, desfilam dançando e rindo. Liuxa não sabe o porquê da festa. Não entendeu o que disse o tio, ao falar de vinte anos de independência. Ler Mais »
- :: Geléia Geral: em três canções, visões opostas sobre o que vem depois do fim. Por Sérgio Vaz
Há 200 milhões de filmes e livros e canções sobre como o amor começa. Este é o tema básico da imensa maioria das comédias românticas, dos dramas, de quase tudo: o encontro, o começo do amor. Há bem menos filmes e livros e canções sobre o que acontece depois que o amor acaba. Ler Mais »
- :: O homem que ajudou os brasileiros a acreditar que a democracia era possível. Por Fernando Brant
Gosto de ler dicionários, e em especial um, o etimológico de nomes, de Antenor Nascentes. Ele me ajuda muito. Não sou muito chegado a crendices horoscópicas e afins, mas isso nada tem a ver com minhas observações. Ler Mais »
- :: Era a palavra mágica de Estáquio Rodrigues. Por Vivina de Assis Viana
Segunda-feira, meio da tarde, chave na porta a caminho do trabalho, calor dos últimos tempos – insuportável -, o telefone chama. Ler Mais »
- :: O clima da Ilha do Marajó não devastou sua beleza. Tem olhos luminosos. Por Antonio Contente
Ágata me contou que veio para esta cidadezinha da Ilha do Marajó faz algumas semanas, e que ainda vai ficar alguns meses. Ela trabalha numa repartição do governo que tem escritório aqui, e está cobrindo o período de licença de uma colega. Ler Mais »
- :: É revoltante, indigno, calhorda, usar tragédia como moeda eleitoral. Por Sérgio Vaz
Em cima da tragédia que se abateu sobre o Rio de Janeiro neste início de abril, surgiram na internet diversas manifestações tentando responsabilizar as muitas dezenas de mortes aos governos municipal e estadual, do PMDB lulo-petista, e ao próprio governo federal. Ler Mais »
- :: Cinco histórias sobre glamour ou a falta de, curtas e incisivas como bons hai-kais. Por Valdir Sanches
Pequenas crônicas que escrevi para meus amigos, em julho de 2009, acrescidas das duas que vão no pé. Ler Mais »
- :: A maior obra do futuro governo seria fomentar a lisura, inibir e punir corruptos. Por Mary Zaidan
Mesmo em ritmo muito aquém do que poderia e deveria, não há dúvidas que o Brasil é um país que cresce e aparece. Com economia estabilizada há mais de 15 anos, inflação sob controle, força de trabalho, vigor e capacidade empresarial ímpar, além de dotes naturais invejáveis, é uma nação com todas as credenciais para sentar-se entre as grandes. Ler Mais »
- :: Ela não precisa se reinventar: atravessa as décadas, as modas, as mudanças, em maravilhosa linha reta. Por Sérgio Vaz
Há artistas que se reinventam ao longo das décadas – como, por exemplo, a tão boa atriz quanto boa cantora Marianne Faithfull, ou Bob Dylan, que Joan Baez abençoou e para quem abriu o caminho da fama, no início da carreira dele, quando ela já era a rainha, a madona de voz puríssima.
Joan Baez não precisa se reinventar. Ler Mais »
- :: Trecho da obra de ficção O dia sem nome, de 1976. Por Jorge Teles.
Não se pode dizer que naquele preciso momento houvesse consciência. Não se pode. Não se deve admitir que houvesse memória. Não. Se houver necessidade de um termo que informe sobre o estado daquele exato instante, o único que se aproximaria vagamente é o de noção. Talvez houvesse noção. Noção de existência? Ler Mais »
- :: A pequenez costuma grudar naqueles que se julgam reis. Esses são casos perdidos. Por Fernando Brant
Os acontecimentos me aborrecem, já dizia o poeta. Então eu me transporto para um tempo distante, em que a vida, entre o acordar e o dormir, fluía naturalmente como um rio. Não havia essa inflação de informação irritante, esse desfile de mentira dos poderosos do momento. Ler Mais »