A campanha eleitoral de 2014 já começou nas contas de luz. Continue lendo “Política 1, Energia 0”
A República de Roses
Um favorzinho aqui, outro acolá. Nomeações, falsificações, tráfico de influência, e sabe-se lá mais o quê. Na semana em que a Suprema Corte encerrou a dosimetria das penas dos réus do mensalão, pela primeira vez decidindo mandar poderosos para a cadeia, a estrela foi Rosemary Noronha. Continue lendo “A República de Roses”
Três lições para a Escola de Cinema
Robert Parrish é um conhecidíssimo desconhecido. Atravessou cinco décadas de Hollywood. Foi exímio montador e ganhou um Oscar pela montagem de Body and Soul de Robert Rossen. Realizou uma mão cheia de filmes esquecidos. Continue lendo “Três lições para a Escola de Cinema”
Balcões de pequenos e grandes negócios
O escândalo do Mensalão, que está terminando de ser julgado pelo Supremo, se reveste até de uma certa solenidade se for comparado aos relatos da Operação Porto Seguro, cujos detalhes vão sendo revelados aos poucos pela Polícia Federal. Continue lendo “Balcões de pequenos e grandes negócios”
O bicheiro bota banca
Carlinhos Cachoeira, o bicheiro, foi solto. Horas antes veio a público o relatório da CPI que leva o seu nome, comprovando, com todos os efes e erres, que a Comissão só fora inventada por Lula para que ele e o PT pudessem se vingar de alguns dos delatores do mensalão. Continue lendo “O bicheiro bota banca”
A impotência de Deus

Todo o cientista é um cineasta frustrado. Sobretudo os físicos do CERN que andam agora a fazer a repérage de Deus. O cinema também não se cansa de O procurar. Continue lendo “A impotência de Deus”
Uma CPI sem passado e sem futuro
Odair Cunha nasceu em Piedade, MG, Sul de Minas, formou-se em Direito em Varginha, tem 36 anos e foi eleito deputado federal pelo PT com mais de 160 mil votos. Continue lendo “Uma CPI sem passado e sem futuro”
Toffoli e a bailarina
Com 44 anos, completados no dia 15 de novembro, José Antonio Dias Toffoli, o mais jovem ministro da Suprema Corte, sabe bem que para chegar ao topo é preciso dançar como toca a música. Continue lendo “Toffoli e a bailarina”
Hitler sabia dançar
Posso imaginar um reflexivo Passos Coelho a passear numa doce alameda do seu jardim beneditino. E talvez Cavaco tenha um momento de paz entre os canteiros do jardim de buxo de Belém. O poder é solitário, ia jurar. Continue lendo “Hitler sabia dançar”
Muito discurso, pouca eficiência
Já foi o tempo em que governar era apenas abrir estradas.
Para ser mais preciso, foi há 92 anos que Washington Luis adotou esse lema em sua campanha presidencial. Continue lendo “Muito discurso, pouca eficiência”
O bode de plantão
Não falha nunca. Ao final de cada eleição, a reforma eleitoral volta à baila como essencial, inadiável. Passam-se alguns meses e ninguém mais fala disso. No máximo se faz uma maquiagem aqui, outra acolá, nas regras para o pleito seguinte, e pronto. Continue lendo “O bode de plantão”
A linha do horizonte
O excesso de teoria enjoa e mata. Não gosto da escrita sobre cinema que pareça um peru emproado. Prefiro o peru bêbado. Continue lendo “A linha do horizonte”
Quem tem medo da regulação?
“É sempre preferível o ruído da imprensa ao silêncio tumular das ditaduras”.
A senhora presidenta disse isso durante a 15ª Conferência Internacional Anticorrupção em Brasília e não é a primeira vez que ela fala incisivamente em defesa da liberdade de imprensa. Continue lendo “Quem tem medo da regulação?”
Images and inaccuracies
In our modern world of a zillion images, it is easy to take for granted what we see on TV and movie screens. Continue lendo “Images and inaccuracies”
Valério, o fiel
Discreto, fiel, um túmulo. Marcos Valério se comportou assim desde sempre. Na CPI dos Correios, que acabou por revelar o esquema de compra de votos engendrado pelo PT, ou diante do Ministério Público. Revelou nomes dos que receberam dinheiro sujo, mas, jamais, em hora alguma, apontou o dedo para o mandante. Manteve-se leal, um túmulo. Continue lendo “Valério, o fiel”

