A República de Roses

Um favorzinho aqui, outro acolá. Nomeações, falsificações, tráfico de influência, e sabe-se lá mais o quê. Na semana em que a Suprema Corte encerrou a dosimetria das penas dos réus do mensalão, pela primeira vez decidindo mandar poderosos para a cadeia, a estrela foi Rosemary Noronha. Continue lendo “A República de Roses”

Três lições para a Escola de Cinema

Robert Par­rish é um conhe­ci­dís­simo des­co­nhe­cido. Atra­ves­sou cinco déca­das de Hollywood. Foi exí­mio mon­ta­dor e ganhou um Oscar pela mon­ta­gem de Body and Soul de Robert Ros­sen. Rea­li­zou uma mão cheia de fil­mes esquecidos. Continue lendo “Três lições para a Escola de Cinema”

O bicheiro bota banca

Carlinhos Cachoeira, o bicheiro, foi solto. Horas antes veio a público o relatório da CPI que leva o seu nome, comprovando, com todos os efes e erres, que a Comissão só fora inventada por Lula para que ele e o PT pudessem se vingar de alguns dos delatores do mensalão. Continue lendo “O bicheiro bota banca”

O bode de plantão

Não falha nunca. Ao final de cada eleição, a reforma eleitoral volta à baila como essencial, inadiável. Passam-se alguns meses e ninguém mais fala disso. No máximo se faz uma maquiagem aqui, outra acolá, nas regras para o pleito seguinte, e pronto. Continue lendo “O bode de plantão”

Valério, o fiel

Discreto, fiel, um túmulo. Marcos Valério se comportou assim desde sempre. Na CPI dos Correios, que acabou por revelar o esquema de compra de votos engendrado pelo PT, ou diante do Ministério Público. Revelou nomes dos que receberam dinheiro sujo, mas, jamais, em hora alguma, apontou o dedo para o mandante. Manteve-se leal, um túmulo. Continue lendo “Valério, o fiel”