– “Do you like Dylan?”
Foi a Lalá que trouxe a informação. Tinha passado seis meses (ou seria um ano?) nos Estados Unidos, num intercâmbio cultural – American Fields, chamava-se na época. Continue lendo “Como aglutinar as pessoas de bem?”

Por Sérgio Vaz e Amigos
– “Do you like Dylan?”
Foi a Lalá que trouxe a informação. Tinha passado seis meses (ou seria um ano?) nos Estados Unidos, num intercâmbio cultural – American Fields, chamava-se na época. Continue lendo “Como aglutinar as pessoas de bem?”
Sempre que um novo escândalo vem à tona – e eles têm sido férteis e velozes como crias de ratos – , o script se repete. Primeiro, os envolvidos negam. Depois, buscam desqualificar o denunciante para diminuir o poder de fogo da denúncia e, em seguida, tentam explicar o inexplicável com a cartilha de sucesso recitada pelo ex-presidente Lula: todo mundo faz igual ou pior. Continue lendo “Escândalos de hoje abafam os de ontem”
Em frente à nossa casa havia um muro, com cerca de um metro de altura e mais de vinte centímetros de largura. Baixo e largo, acabou virando um imenso banco onde os estudantes se assentavam à espera do ônibus que os levaria ao Colégio Estadual. Continue lendo “O muro e a grade”
Quem é que disse que os westerns se dividiam em três tipos: os de imagens, os de ideias, e os de imagens e de ideias? Só pode ter sido Godard. E agora me lembro: foi justamente num texto sobre um western de Anthony Mann, O Homem do Oeste, que ele, aliás, considerava um exemplo do western de imagens e ideias. Continue lendo “Sangue no Deserto”
Sweet Baby James cantou hoje na Philarmonie, em Munique, e Inês estava lá. Não tenho idéia, é óbvio, de que tipo de teatro seja a Philarmonie de Munique, mas deve certamente ser um belíssimo lugar, germanicamente organizado, com uma senhora acústica. Continue lendo “Inês e Sweet Baby James”
É sempre previsível que um petista se entusiasme diante de sua torcida e cometa bravatas retóricas. O calor humano e o alarido da militância ajudam a multiplicar a valentia. Continue lendo “O presidente do PT e o silêncio de ouro”
Na Ilha da Fantasia, a presidente da República ataca os bancos pelos juros altos – a versão brasiliense das tolices de Cristina Kirchner sobre as Ilhas Malvinas. No país real, as notícias são estas: Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (51)”
“Magina de Pipo” é uma das mais deliciosas canções que já foram escritas na face da Terra. Continue lendo “Orra, meu: magina de pipo”
Peixe morre pela boca. Só não é assim quando o peixe é petista e goza de algum prestígio junto ao dono do partido, o ex Lula. Os absurdos ditos ficam por não ditos. Pior, são tidos como normais e não como absurdos. Continue lendo “Roubar pode, só não pode embolsar o roubo”
Como um raio que nos enche de emoção, a paixão inesperada às vezes nos invade e revolve nosso coração, nosso corpo, nossa sensibilidade. Damos e recebemos choques que não machucam, apenas arrepiam, estremecem e alegram. Continue lendo “A descoberta de um novo amor”
É afrodisíaca mesmo que quem a sinta não saiba quem raio seja Afrodite. Falo da grande alegria, daquela que já não cabe no corpo, dessa alegria que nos estremece, enche e esvazia os pulmões. A alegria convulsa. Continue lendo “A alegria epiléptica”
Se alguém disser a Carlos Cachoeira que é um bandido e deve ser preso, ele acha graça. Não é cinismo. Esse Carlos Cachoeira é pessoa de bem. Só tem o mesmo nome do outro, o poderoso bicheiro, cheio de tentáculos, investigado pela CPI do Congresso. Continue lendo “Carlos Cachoeira, cidadão honesto e trabalhador”
Parece improvável, mas nunca se sabe, que Carlinhos Cachoeira venha a ter uma rua batizada com seu nome. Já João Cachoeira, que abria a porteira para o patrão passar, deu nome à mais conhecida rua do Itaim Bibi – o valorizado bairro no sudoeste de São Paulo. Continue lendo “O Cachoeira do Itaim-Bibi”
O PMDB, que ia tão divertido, leve e solto para a CPI do Cachoeira, embora achasse a sua instalação uma insensatez, ganhou alguns motivos para cair em si e colocar alguns pés atrás. Continue lendo “Um novo convidado para o palco da CPI”
Resta cristalino que a CPMI denominada “Carlinhos Cachoeira” apenas confirma o que era consabido: a corrupção no Brasil é endêmica, sendo irrelevante a origem e/ou posição dos envolvidos/leia-se ‘indiciados’ ou a sigla partidária … Continue lendo “Hora da caça, hora do caçador”