Uma das muitas características fascinantes de Os Maias é a forma com que Eça de Queiróz lida com o tempo, a cronologia. Continue lendo “Sobre Os Maias de Eça”
“Put yourself in others’ shoes,” Obama said
It makes for a good story when the celebrity everyone wants to hear talks of how difficult things were in the beginning. It wasn’t different with Obama. Continue lendo ““Put yourself in others’ shoes,” Obama said”
As cidades que se danem
A eleição é municipal. Mas nem parece. Quem manda nelas são caciques que pouco se interessam pelas demandas locais, mas pelo quanto vencer em 2012 pode valer para 2014. Continue lendo “As cidades que se danem”
Gaviões de Penacho contra Vermelhinhos

Quatro aviões para derrubar uma ditadura e impor uma Constituição? Era do que dispunham os revolucionários de 1932, logo após 9 de julho – há oitenta anos. Continue lendo “Gaviões de Penacho contra Vermelhinhos”
Em Portugal
Em Portugal me sinto em casa. Não é só a língua comum, mas o ambiente, as pessoas. Até comemoro com eles os gols de sua seleção: “purtugal”. Continue lendo “Em Portugal”
O mais belo dos filmes
Ao João Bénard, ao Manuel Cintra Ferreira
A porta abre-se para a direita, os violinos entram pela esquerda e a madura silhueta de uma mulher recorta-se contra a luz do deserto. A mulher, passos hesitantes, dançados, vai da porta para a varanda tosca, a câmara atrás dela. Continue lendo “O mais belo dos filmes”
Maus dias para a casa de Rio Branco
Punhos de renda é uma boa metáfora para a diplomacia. Significa suavidade, bons modos, boa educação, lhaneza de trato e acima de tudo fidelidade a compromissos assumidos. Continue lendo “Maus dias para a casa de Rio Branco”
Más notícias do país de Dilma (58)
Claro que a crise é global. A questão é ver como cada país reage a ela. E o governo do lulo-petismo vem reagindo mal, muito mal. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (58)”
Esperanto? Pra quê? (4) Qual é a cultura do mundo?
Você já ouviu falar em Shakespeare? Camões? Balzac? Goethe? Tagore? Garanto que já. A cultura internacional faz pipocar aqui e ali nomes que aparecem e não mais se apagam. Continue lendo “Esperanto? Pra quê? (4) Qual é a cultura do mundo?”
The gentle touch of Brazilian housecleaners
Got a clean house?
Chances are those nicely dusted surfaces have the touch of a Brazilian. Continue lendo “The gentle touch of Brazilian housecleaners”
Contas-sujas vão ao paraíso
Por quatro votos a três, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, na semana que passou, que o trabalho que ele próprio faz de análise das contas das campanhas eleitorais de nada vale. Continue lendo “Contas-sujas vão ao paraíso”
Na Madeira
A caminho de um trabalho em Dublin, eu passaria por Lisboa. Sempre que tenho de ir à Europa, vou e volto por Portugal. Ainda mais agora que podemos embarcar e chegar em vôo direto Beagá-Lisboa-Beagá. Mas ainda não me viera à cabeça a ideia de conhecer a Ilha da Madeira. Desta vez eu fui lá e não me arrependi. Continue lendo “Na Madeira”
O murro americano
Sentemo-nos, então, na escadaria da Assembleia, aos gritos pelo cinema europeu, a contestar que o cinema seja só americano. Continue lendo “O murro americano”
Sidney Mazzoni
Sexta-feira última, cheguei para trabalhar no horário de sempre. Curiosamente não tinha ninguém na agência. Digo curiosamente porque sempre tem alguém pra abrir o portão mesmo que no horário de almoço. Esse dia não tinha. Continue lendo “Sidney Mazzoni”
O verdadeiro golpe no Paraguai
A TV estatal do Paraguai ficou 26 minutos fora do ar por falta de energia elétrica e os alucinados constitucionalistas da Constituição alheia que cresceram como erva daninha nas redes sociais viram isso como um sintoma de “repressão” e atentado às liberdades públicas. Continue lendo “O verdadeiro golpe no Paraguai”

