Um governo estarrecedor
A decisão do governo Dilma Rousseff de financiar a construção de térmicas a carvão na República Dominicana levou alegria ao Palácio Nacional, em Santo Domingo, e à sede da Odebrecht, na Praia de Botafogo, no Rio. Os seis mil quilômetros que separam os edifícios foram abstraídos no mapa de interesses dos governos e da empreiteira brasileira. Continue lendo “Um governo estarrecedor”
Nunca houve portugueses carecas
Não gosto de tipos que se levam muito a sério, tipos de ar compungido a quem, certamente, mas também não quero ir ver, não cabe um feijão no apertado lugar onde o sol não brilha. Continue lendo “Nunca houve portugueses carecas”
Dilma, 4.435 dias depois
Depois de dois meses se escondendo de jornalistas, a presidente Dilma Rousseff falou. E até sobre a roubalheira na Petrobras. Suas palavras foram muito além das sandices de que a corrupção na estatal só existe agora porque FHC não apurou e não puniu um funcionário da empresa há 20 anos, ou da velha lengalenga do engavetador-geral da República. Continue lendo “Dilma, 4.435 dias depois”
Inédito: Marina diante de um toca-discos
Neste sábado, Marina observou pela primeira vez na vida um toca-discos em ação.
Olha o Miltinho de volta aí, gente!
Grande Miltinho! Ele voltou! Olha o Miltinho de volta aí, gente! Continue lendo “Olha o Miltinho de volta aí, gente!”
Onde Paul, Dylan e Sinatra se encontram
Paul Mc Cartney é uma espécie de Tchaikovsky da música pop: nem seus críticos mais implacáveis e enjoados, que atribuem todo o mérito da rebeldia dos Beatles nos anos 60 a John Lennon, negam a genialidade dele como melodista. Continue lendo “Onde Paul, Dylan e Sinatra se encontram”
A marcha da verdade
Hesitei em deixar a bela frase de Émile Zola no original. Mas se o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, pode usar a elegante língua francesa, por que eu não poderia? Às favas com os escrúpulos e copio o que Zola disse quando tomou a si a defesa de Alfred Dreyfuss: “La vérité est en marche et rien ne l’arrêtera”. Continue lendo “A marcha da verdade”
As fantasias da Petrobrás
A melhor defesa é o ataque. Essa velha máxima futebolística adaptada à política começou a ser aplicada pela galera petista nas redes sociais e nos outros meios ao seu alcance na estratégia para tentar diminuir os danos do escândalo da Petrobrás. Continue lendo “As fantasias da Petrobrás”
O guia de filmes mais vendido do mundo acabou
Pode-se até não gostar dele, mas o guia de filmes de Leonard Maltin é uma instituição – e uma instituição importante, venerável, respeitável. Não só é o guia de filmes mais vendido do mundo, como é, certamente, o mais longevo, o que teve maior número de atualizações. Continue lendo “O guia de filmes mais vendido do mundo acabou”
Nunca houve governo tão incompetente (6)
Enquanto os gastos federais com mensalidades de alunos em universidades privadas por meio do Financiamento Estudantil (Fies) dispararam a partir de 2010, o ritmo de matrículas no ensino superior caiu. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (6)”
Reforma política alça vôo
Cobrar da presidente Dilma Rousseff um projeto amplo para o Brasil, fiscalizar com rigor os desmandos do executivo e ajudar a reformar o que precisa ser ajustado no país. Esta é a agenda, necessária e urgente, para a qual o Parlamento tem de dar resposta e que impõe ao Congresso Nacional a necessidade de mudança. Continue lendo “Reforma política alça vôo”
Ainda e sempre os suportes físicos
Nesta segunda-feira de carnaval voltei pra casa com um monte de suportes físicos, essa coisa em extinção. Continue lendo “Ainda e sempre os suportes físicos”
Eduardo Cunha tira a fantasia
As sucessivas derrotas que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), impôs a Dilma Rousseff e ao PT subiram-lhe à cabeça. E, pelo jeito, de forma aguda. Continue lendo “Eduardo Cunha tira a fantasia”
O banho nem sempre é uma limpeza
O assassínio no banho é uma invenção de Hitchcock. No século XVIII, o pintor David imortalizara o revolucionário Marat, mostrando-o a sangrar na banheira onde sossegava a comichão de um eczema contra-revolucionário. Marat está no banho, bem morto e esfaqueado.



