O PT sempre falou em nome dos pobres. Sempre agiu como se tivesse procuração dos pobres, assinada por O Povo, reconhecida em cartório. Como se só ele soubesse o que os pobres querem, desejam, anseiam. Continue lendo “O PT não entende nada de pobres”
Educação: a segunda revolução
O Brasil dá, finalmente, passos significativos para deixar de ser retardatário na educação e pôr um pé no século XXI. Com a definição de uma base curricular comum para todas as escolas do país, criam-se as condições para que todos os fatores do sistema educacional estejam alinhados. Se o currículo vai mudar, a formação dos professores e o sistema de avaliação deverão acompanhar esse movimento. Essa é a chave para o sucesso. Continue lendo “Educação: a segunda revolução”
Um irretocável desejo de Primavera
A Primavera é como a primeira luz que rompe a escuridão da sala de cinema. Enche-nos da pior das volúpias, a volúpia infantil. Continue lendo “Um irretocável desejo de Primavera”
Lula e a lei
O ex Luiz Inácio Lula da Silva se diz ansioso para depor ao juiz Sérgio Moro. Sua pupila e sucessora, a presidente cassada Dilma Rousseff, se “preocupa muito que mudem as regras” e prendam o seu padrinho. Combinados, eles fazem o jogo do contrário: o claro é escuro, o dia é noite. Continue lendo “Lula e a lei”
Cartolas e coelhos
Ninguém pode dizer que não somos criativos, não é mesmo? Infelizmente, não somos só criativos nas Artes, também o somos na Política… Continue lendo “Cartolas e coelhos”
Reforma em dois tempos
Se a política é a arte do possível, como afirmava Otto Von Bismarck, se faz necessário convergir para uma reforma política consistente e palatável à opinião pública, para que não se aprofunde mais ainda o fosso entre a sociedade e seus representantes. O desafio é dar passos na direção de uma reforma capaz de contribuir para a superação da gravíssima crise de representação. Continue lendo “Reforma em dois tempos”
Sandro decide a parada
Neste domingo, 2, fez um ano que o Sandro Vaia partiu. Piscamos o olho e já faz um ano. No meu desconsolo, lembrei de um caso dos bons tempos do Jornal da Tarde. Continue lendo “Sandro decide a parada”
Warren Beatty travou
Gosto do erro. Warren Beatty travou. Daqui a 20 anos, destes Oscars, lembrar-nos-emos apenas disto: Beatty travou. Ia lançado como uma velha Zundap nas ruas de Luanda da minha infância e – como é que é, mano? – travou. Continue lendo “Warren Beatty travou”
Inteligência que dá medo
Condenado a mais de 15 anos de cadeia, o ex-deputado Eduardo Cunha volta a assustar. Não porque tenha poder de fogo – é carta fora do baralho, teria dificuldades até mesmo para firmar um acordo de delação premiada –, mas pelo teor da sentença que o condenou. A peça confronta a sofisticação dos crimes cometidos com os avançados padrões de inteligência para rastreá-los, com indiscutível vitória da investigação. Continue lendo “Inteligência que dá medo”
Cada cabeça, uma sentença
Não fiquei revoltada com a prisão domiciliar de Adriana Ancelmo. Fiquei foi muito revoltada e chocada ao constatar que eles ainda têm o imenso e luxuoso apartamento no Leblon. Deduzo que ainda tenham outros imóveis. E como não tenho notícias das jóias e da coleção de diamantes, imagino que ainda pertençam ao casal Adriana-Sérgio Cabral. Continue lendo “Cada cabeça, uma sentença”
Marina e as cartinhas
Marina queria brincar de cartinha, quando fomos vê-la na terça, 28. Continue lendo “Marina e as cartinhas”
Nas mãos da França
Sessenta anos após o Tratado de Roma – embrião da União Européia, com um mercado de 500 milhões de pessoas que uniu rivais históricos e construiu a paz entre os países membros -, joga-se na França o destino do bloco. Continue lendo “Nas mãos da França”
Nem mesmo nos wildest dreams
Este site se chama 50 Anos de Textos. Existe para publicar textos. Mas, perdão – este post aqui não tem texto, não. Continue lendo “Nem mesmo nos wildest dreams”
A roçar-se pelo delírio
Aí estão eles, embrulhados na mesma cama: Kennedy, o pai de todos os Kennedys, e Gloria Swanson, a maior diva dos anos 20. Kennedy despachou o marido da Swanson para um dia de pesca no alto mar e mandou Rosa, sua mulher, ter o oitavo filho em Boston, longe de Hollywood. Livres, foi uma cama diária de três anos e não lhes chegava: levaram os lençóis para o cinema. Continue lendo “A roçar-se pelo delírio”
“Pior é não tentar acertar”
As manifestações deste 26/3 – acho que dá para dizer isso com total segurança – foram um absoluto, um total, um rotundo fracasso. É o que dirão, certamente, todos os analistas, nos jornais de amanhã (começo este texto ainda no domingo, 26). Com razão. Continue lendo ““Pior é não tentar acertar””






