Derrotada pela França, a Argentina exige a realização de um novo jogo para tentar vencer. E, enquanto a nova partida não é marcada, se comporta como campeã da Copa. Continue lendo “Os donos da bola”
PSDB 30 anos depois
A comemoração dos 30 anos do Partido da Social Democracia Brasileira se dá em ambiente completamente diferente de quando comemorou um quarto de século. Continue lendo “PSDB 30 anos depois”
A ímpar sala de cinema
Era fim de tarde e uma guerrilheira lufada de Inverno feriu a primaveril Feira do Livro. Ia dizer olá ao João Lopes, camarada da remota aventura da Cinemateca. Ele apresentava um livro – Cinema e Históri – e arrastava a debate, outros dois companheiros, o João Adelino Faria e o Nuno Artur Silva. Continue lendo “A ímpar sala de cinema”
O nome do jogo
Com o dono do time na cadeia e sem qualquer notícia boa para incentivar a torcida, o PT comemorou como gol de placa a absolvição da presidente do partido, Gleisi Hoffmann, e de seu marido, Paulo Bernardo, ex-ministro de Lula e Dilma Rousseff, das acusações de corrupção.
Messi
Leio no Globo de ontem, 21 de junho, um comentário do psicólogo argentino Miguel Espeche que me deixou especialmente preocupada: Continue lendo “Messi”
Divisor de águas
A disputa presidencial vai esquentar e será inescapável aos presidenciáveis se posicionar sobre duas grandes questões que tendem a conformar os campos no grande embate nacional. O primeiro deles diz respeito ao modelo a ser seguido para o Brasil alcançar o crescimento sustentado e o segundo se refere ao enfrentamento da iniquidade social. Continue lendo “Divisor de águas”
Grande filme de bullying
Que rápidas as pernas de Walter Pitts. Não são formosas, nem são seguras. Correm velozes à frente de dez pares de pernas perseguidoras, que se tivessem olhos e os olhos fossem balas, há muito Pitts teria sido abatido. Continue lendo “Grande filme de bullying”
Biruta de vento
Candidato à Presidência da República pela terceira vez, Ciro Gomes está convencido de que pode adular o capital, avançar no Sudeste e ser ungido pelos sem-Lula. Quer marchar ao lado do PSB e do DEM, do PT e do MDB. Tem insistido ainda que o segundo turno será disputado entre ele e o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, ambos suando muito para tentar chegar aos dois dígitos nas pesquisas. Continue lendo “Biruta de vento”
Em Roma como os romanos, já se dizia no tempo dos Césares
A Russia é um país continental. Imenso. Espalha-se horizontalmente cobrindo nove fusos horários. É banhada por três oceanos: Ártico, Atlântico e Pacífico. É belíssimo, tem paisagens espetaculares. Sua História é muito rica, com figuras notáveis. Algumas se notabilizaram pelo terror que inspiraram, outras pelas maravilhas que realizaram. Culturalmente, é de uma riqueza extraordinária: literatura, música, arquitetura de deixar qualquer um embasbacado.
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A primeira lição de casa
Marina teve não uma, mas duas experiências inéditas, na semana que passou: aos 5 anos e 2 meses, fez a sua primeira lição de casa e jogou o primeiro jogo de tabuleiro. Continue lendo “A primeira lição de casa”
A turma da carroceria
Leonel Brizola costumava dividir seus aliados entre os que iam na carroceria do seu caminhão e os privilegiados que tinham direito de ir na boléia. Esses eram os aliados históricos com os quais dizia ter afinidade ideológica. Os outros eram companheiros de viagem que poderiam ser espirrados do caminhão quando essa aliança fosse um estorvo. Continue lendo “A turma da carroceria”
O som de Renato e Almir é pura alegria
Não dá para saber, é claro, se ele se lembra, mas houve uma vez em que Renato Teixeira deu um show para menos de 20 pessoas. Eu me lembro: estava lá. Eu, Regina, Fernanda, Inês. Fiquei chocado, apavorado, em pânico, morrendo de vergonha por ele. Renato Teixeira era um dos meus grandes ídolos havia já alguns tempo, e eu não conseguia admitir que aquele pesadelo estava acontecendo de fato. Continue lendo “O som de Renato e Almir é pura alegria”
Jejum e mar de palha
O cinema só não é uma arte maior como a literatura porque não há cineastas virgens. O cineasta virgem seria uma contradição nos termos. A câmara de filmar é um falo hiperbólico: devassa, despe, acaricia. Bi ou promíscua, a câmara tanto faz estremecer Keira Knightely e Scarlett Johansson como Michael Fassbender. Continue lendo “Jejum e mar de palha”
É tudo fake
Mentir em campanhas – e fora delas – é algo habitual no mundo político. Notícias falsas sempre existiram, só não eram difundidas com velocidade tão galopante quanto à patrocinada pelas redes sociais e muito menos tratadas como “fake”, palavrinha inglesa que conferiu certo charme à profusão de invencionices. Continue lendo “É tudo fake”
Um direito que é um dever
Votar foi uma expressão cidadã que surgiu na Grécia clássica. Em 508 AC, os gregos criaram a ‘eleição negativa’. Era o seguinte: os atenienses pegavam óstracos, ou seja, fragmentos de cerâmica, nos quais escreviam o nome do político que queriam banir por dez (10) anos. Continue lendo “Um direito que é um dever”




