Primeiro Mônica dizia: “Salva o texto no disquete”. Bem, se minha filha falou, está falado. Ela entende… O pai dela, este modesto eu, estava na fase pós-datilografia (uso de máquina de escrever). Bem ou mal encarei o disquete. Continue lendo “Antes de mandar para a nuvem…”
O inacreditável capitão Bolsonaro
Talvez o mundo não veja, tão cedo, outro presidente da República como Jair Messias Bolsonaro: pessoa sem preparo algum para ocupar o cargo que ocupa, onde chegou de modo intempestivo e surpreendente. Continue lendo “O inacreditável capitão Bolsonaro”
Escatologia!
Depois de passar a semana ouvindo essa palavra por parte de críticos do presidente da República, fui pesquisar sua origem no Google só pra me certificar. Descobri dois significados diferentes para “escatologia” no dicionário Priberam. (Me lembrei agora do Aurélio. Que fim deu ele?) Continue lendo “Escatologia!”
A anistia faz 40 anos
Faria bem ao país se Jair Bolsonaro deixasse de mirar no retrovisor e zelasse pela pacificação conquistada graças à engenharia política que nos permitiu virar a página dos anos de chumbo e ingressar no maior período democrático de nossa história. Continue lendo “A anistia faz 40 anos”
Marina e seu tempo
Estávamos brincando de supermercado. Eu tinha sido o comprador e Marina, a caixa do supermercado. Era a vez dela de ser a compradora, e eu, o caixa. Ela observou duas medalhas que havia para vender, e disse que não sabia qual delas o Elmo, o filho, iria querer. Continue lendo “Marina e seu tempo”
Nunca casou comigo
As duas mulheres levantam-se e dirigem-se à porta. Não é uma porta qualquer. É uma porta que abre para uma rua nova-iorquina dos anos 30. Qual das duas mulheres, Dorothy Parker ou Clare Boothe Luce, sairá primeiro? Qual delas dará prioridade à outra depois de uma primeira conversa que mais parecia uma venenosa batalha de talentos? Continue lendo “Nunca casou comigo”
Mary Zaidan não escreve neste domingo
Mary Zaidan pede que seja dada uma satisfação para a ausência de seus artigos – uma ausência que se tornou bem mais prolongada que o planejado. Continue lendo “Mary Zaidan não escreve neste domingo”
Bolsonaro contra a Constituição
Jair Bolsonaro desobedeceu à Constituição que jurou defender em pelo menos seis ocasiões – cinco delas bem recentemente, nos últimos poucos dias. Continue lendo “Bolsonaro contra a Constituição”
Quando a besteira assolava o país
Stanislaw Ponte Preta (nascido Sérgio Porto) escreveu o Febeapá, Festival de Besteira que Assola o País, com fatos reais, em 1966, dois anos depois de instalada a “redentora”, como ele chamava o regime militar. Continue lendo “Quando a besteira assolava o país”
Alguns pensadores de nossos dias
Donald Trump: A figura que convenceu os eleitores a votar nele para juntos “Make America Great Again”. Conheci os EUA em 1954 e lá passei um bom tempo. Ao comparar aquele país com este de Trump sinto que ele conseguiu exatamente o contrário. Continue lendo “Alguns pensadores de nossos dias”
Conto de Fodas!
Era uma vez (só pra esclarecer, esse era uma vez aconteceu nestes últimos dias) um rei, digamos, um tanto ou quanto excêntrico, pra não dizer mandão, machista, ditador, e mais alguns outros apelidos pouco recomendados para o horário, lá da longínqua Tailândia, fez uma cerimônia para oficializar sua amante como consorte real. Continue lendo “Conto de Fodas!”
Faça amor, não faça a guerra
Woodstock completa 50 anos nos próximos dias representando muito mais que sexo, drogas e rock’n’roll. Continue lendo “Faça amor, não faça a guerra”
Ouvir aquelas canções com O Bom e Velho
Minha filha não gosta do Roberto. É um ponto fora da curva, como se diz hoje em dia, porque ela gosta de praticamente tudo de que a mãe dela gostava e de que eu gosto. Continue lendo “Ouvir aquelas canções com O Bom e Velho”
É futebol a dor que deveras sentes
Ele era a antítese de Marilyn Monroe. E repare-se, nem sequer estou a falar de beleza, mas só da insignificância a que chamamos confiança em si mesmo. A confiança de Carlos Kaiser em si mesmo esgotaria a lotação de qualquer estádio. Mesmo a do Maracanã. Continue lendo “É futebol a dor que deveras sentes”
Um primitivo
Um dos filmes mais estranhos que já vi é O Curioso Caso de Benjamin Button. Conta a história de um homem que nasce velho, um bebê todo enrugado, um mini velhinho, feio, assustador e que inspira repulsa até no pai que o abandona na entrada de um asilo. E nesse asilo ele cresce e vai vivendo ao contrário de todos nós; em vez de envelhecer, remoça, até que numa idade provecta ele está um jovem rapaz. Continue lendo “Um primitivo”






