Nota de esclarecimento.
Não é sempre que o artigo para uma publicação começa com um aviso desses. Mas explico. O que segue abaixo não deve ser levado a sério, é um misto de humor com besteirol e uma pitada de nonsense. Continue lendo “Antes, e hoje”

Por Sérgio Vaz e Amigos
Nota de esclarecimento.
Não é sempre que o artigo para uma publicação começa com um aviso desses. Mas explico. O que segue abaixo não deve ser levado a sério, é um misto de humor com besteirol e uma pitada de nonsense. Continue lendo “Antes, e hoje”
Inverno
Ninguém desejaria nada do que aconteceu a Bolsonaro e a Ciro. Mas, já que aconteceu, a verdade é que a facada e a próstata projetaram os candidatos no noticiário. Continue lendo “Duas estações”
Quando disse, cheio de convicção, que a Globo é comunista, classifiquei o tipo como uma curiosidade. Estou falando do treinador da academia de ginástica do meu prédio, onde, a contragosto, lido com pesos e ando na esteira. Continue lendo “A cabeça do bolsonarista”
Este morador de Guarulhos resolveu testar o trem. Como sabem, criado para bem servir os viajantes de avião, ele chega perto do aeroporto internacional que leva o nome da cidade. Continue lendo “O teste do trem”
Recentemente, jactei-me… Jactei-me?
Recomeçando: ufanei-me… Safa! Continue lendo “Em dia com a informática”
Sessenta anos de bossa-nova! Invejo os amigos pelas boas lembranças que devem ter daquela época. Pena que eu era muito jovenzito, não vivi aquele tempo. Continue lendo “Canções em Brasileiro”
Está na Wikipédia. Quando nasce o dia, “o galo canta para avisar ao galinheiro que continua vivo e no comando”. De sobra, aqui na Vila Augusta, Guarulhos, acorda quem não tem nada a ver com isso, caso da minha cunhada Dena. Continue lendo “O galo canta para lembrar que é quem manda”
A Folha tinha uma frota de modernas camionetes Ford, para entregar os jornais. Mas algumas delas ficavam para a reportagem, com este nome pintado na lataria. Continue lendo “A Folha de camionete, o Globo e o JB de Rural Willys”
Idéia de Jerico, a Saga – Parte 2. No último texto, contei sobre o prato de bateria que transformei em um cinzeiro de meio metro de diâmetro. Confesso, no entanto, que não acabou aí. Continue lendo “Idéia de Jerico, a Saga”
Idéia de jerico. A expressão corria solta quando tive a melhor das minhas, aí por 1980. Tratei de fazer uma mesa de centro para a sala da nossa nova casa. A sala, tirada ao rústico, tinha piso coberto por nata de cimento, e paredes sem acabamento fino. Continue lendo “A melhor das idéias de jerico”
Velhos cadernos de receitas fazem bem ao paladar, ao afeto e à memória de uma família. Em nossa casa temos dois; um para salgados, outro para doces. Estão bem velhos, um deles sem a capa. As receitas, lançadas à mão, mostram caligrafias diferentes. Continue lendo “Cadernos de receitas”
Coroa prafrentex. Chamar alguém de coroa ainda pode acontecer nos dias de hoje. Um sujeito… idoso. Agora, prafrentex está sepultado desde que a televisão passou a ser transmitida em cores, calculo. Um cara determinado, avançado. Continue lendo “Coroa prafrentex”
A cada gol, muita comemoração, muita barulheira. Pergunto: por que só no futebol, nos esportes? Por que não para os simples mortais? Vamos imaginar Sérgio Vaz tentando uma manchete de página no Jornal da Tarde daqueles bons tempos. Continue lendo “Como na hora do gol”
Descobri há pouco uma trama familiar contra objeto de uso profissional que me era caro. A peça, é verdade, tinha algum tempinho de uso, hã… duas décadas. Tratava-se de uma bolsa de lona verde, com duas divisões, e, costurados fora, dois bolsos. Como as que se vendiam em lojas de artigos para pesca e caça, quando esta não era proibida. Continue lendo “Complô familiar”
O que vejo todas as noites, a partir do sofá onde sento. Primeiro plano, a mesinha de centro com o copo de bebida e o pratinho com tira-gosto. Ao fundo, encostados na parede, a velha (antiga) cristaleira com seus copos, e o etager, peça menor, de quatro gavetas. Continue lendo “Viagem sem sair da sala”