Entre o fim do mundo e o Natal (se este acontecer é sinal que o primeiro falhou) há um bom tempo para dedicar um pouco de atenção a reflexões que não perdem a validade nunca e às vezes parecem mais atuais quanto mais o tempo passa. Continue lendo “Revel passou por aqui”
Lula e o fim do mundo
Garante o calendário maia que o mundo vai acabar na próxima sexta-feira, dia 21. Era para ser em 2011, mas houve erros nos cálculos. Agora, asseguram: desta semana não passa. Continue lendo “Lula e o fim do mundo”
Inventores de escândalos
Ficamos sabendo pelo jornal francês Le Monde que a presidente Dilma, que está de viagem por aquelas paragens, não tolera a corrupção. Continue lendo “Inventores de escândalos”
Hard lessons in economics
It is a free country and it is a free market. So why is it that suddenly things got so uncomfortable for some Brazilian businesses in Framingham? Continue lendo “Hard lessons in economics”
Chapéu alheio
O tempo dirá do acerto ou não da revista inglesa The Economist ao sugerir que Dilma Rousseff mude sua equipe econômica se quiser encarar um novo mandato. Mas tudo leva a crer que a despropositada reação da presidente ao artigo seja mais do que uma corriqueira irritação. Continue lendo “Chapéu alheio”
Uma solidão de Vitor Gaspar
Há filmes que gosto de ostentar, há filmes que gosto de esconder. Exibo Playtime, do francês Jacques Tati, como um dos meus emblemas de bom gosto, comédia saturada de inteligência e invenção, coberta, se olharmos bem, por um imaculado lençol de lírica tristeza.
Política 1, Energia 0
A campanha eleitoral de 2014 já começou nas contas de luz. Continue lendo “Política 1, Energia 0”
A República de Roses
Um favorzinho aqui, outro acolá. Nomeações, falsificações, tráfico de influência, e sabe-se lá mais o quê. Na semana em que a Suprema Corte encerrou a dosimetria das penas dos réus do mensalão, pela primeira vez decidindo mandar poderosos para a cadeia, a estrela foi Rosemary Noronha. Continue lendo “A República de Roses”
Três lições para a Escola de Cinema
Robert Parrish é um conhecidíssimo desconhecido. Atravessou cinco décadas de Hollywood. Foi exímio montador e ganhou um Oscar pela montagem de Body and Soul de Robert Rossen. Realizou uma mão cheia de filmes esquecidos. Continue lendo “Três lições para a Escola de Cinema”
Balcões de pequenos e grandes negócios
O escândalo do Mensalão, que está terminando de ser julgado pelo Supremo, se reveste até de uma certa solenidade se for comparado aos relatos da Operação Porto Seguro, cujos detalhes vão sendo revelados aos poucos pela Polícia Federal. Continue lendo “Balcões de pequenos e grandes negócios”
O bicheiro bota banca
Carlinhos Cachoeira, o bicheiro, foi solto. Horas antes veio a público o relatório da CPI que leva o seu nome, comprovando, com todos os efes e erres, que a Comissão só fora inventada por Lula para que ele e o PT pudessem se vingar de alguns dos delatores do mensalão. Continue lendo “O bicheiro bota banca”
A impotência de Deus

Todo o cientista é um cineasta frustrado. Sobretudo os físicos do CERN que andam agora a fazer a repérage de Deus. O cinema também não se cansa de O procurar. Continue lendo “A impotência de Deus”
Uma CPI sem passado e sem futuro
Odair Cunha nasceu em Piedade, MG, Sul de Minas, formou-se em Direito em Varginha, tem 36 anos e foi eleito deputado federal pelo PT com mais de 160 mil votos. Continue lendo “Uma CPI sem passado e sem futuro”
Toffoli e a bailarina
Com 44 anos, completados no dia 15 de novembro, José Antonio Dias Toffoli, o mais jovem ministro da Suprema Corte, sabe bem que para chegar ao topo é preciso dançar como toca a música. Continue lendo “Toffoli e a bailarina”
Hitler sabia dançar
Posso imaginar um reflexivo Passos Coelho a passear numa doce alameda do seu jardim beneditino. E talvez Cavaco tenha um momento de paz entre os canteiros do jardim de buxo de Belém. O poder é solitário, ia jurar. Continue lendo “Hitler sabia dançar”

