A mulher americana começara a tomar a pílula havia quatro anos, faltavam outros quatro para que Maio de 68 pusesse De Gaulle com as calças a arder. Em 1964, Truffaut filmava Jules e Jim, história de um ménage à trois, gentil e pudico como todos os ménages à trois. Continue lendo “Ménage à trois”
A estranha escolha de Lula
Como é que ele teve coragem de nos enfiar goela abaixo essa senhora capaz de, em relação ao Pronatec, declarar num palanque: “Não vamos colocar uma meta e quando atingirmos ela, nós dobraremos a meta”. Continue lendo “A estranha escolha de Lula”
Brasilidades
Foi mais uma semana extraordinária.
A operação Lava Jato continua deixando cadáveres à beira do caminho. O último foi um vice-almirante, chamado pelos “nacionalistas” de “pai do programa nuclear brasileiro”, abatido a golpes de propinas que, segundo as denúncias apresentadas, somariam R$ 4,5 milhões de reais. Continue lendo “Brasilidades”
A uma jovem leitora
Uma jovem leitora perguntou e eu respondo: o que nos empurra para a morte é a mudança, a mudança que já não precisa de nós. O passado, todo esse mundo maravilhoso em que vivemos e aprendemos, deixou de interessar aos mundos que vieram a seguir a nós. Continue lendo “A uma jovem leitora”
A profecia de Dilma
Crise é crise e não adianta chorar pitangas depois que ela eclode. Sabe-se que é preciso achar saídas, por mais dolorosas que elas sejam. Sabe-se também em quais ombros recai a fatura, já materializada nas contas de luz, nos preços dos alimentos, do transporte, dos bens e serviços, no emprego que vai embora. Continue lendo “A profecia de Dilma”
Passa-se o ponto
Dê uma volta em qualquer bairro do Rio que você verá placas anunciando a venda, o aluguel, a transferência do ponto comercial: são lojistas angustiados e que não aguentam mais o arrocho da economia e o sumiço dos clientes. Continue lendo “Passa-se o ponto”
Um dia a casa cai
Como nos velhos faroestes, chamaram a Sétima Cavalaria. Ela chegou a galope, Joaquim Levy Mãos de Tesoura, o implacável Chicago Boy, à frente. Continue lendo “Um dia a casa cai”
Luta titânica
Talvez o Brasil esteja virando a página da impunidade, sem que tenhamos plena consciência da enorme dimensão disso.
A grande lição da operação Lava-Jato é essa: a lei vale para todos. E cadeia não foi feita apenas para quem comete crime, é pobre e negro. Continue lendo “Luta titânica”
A perna é melhor que o braço
Um segundo de honestidade pode ser a perdição de qualquer homem. Foi com este princípio filosófico e ético que Preston Sturges escreveu e realizou The Great McGinty. Continue lendo “A perna é melhor que o braço”
Os donos da crise
Salve-se quem puder e como puder. Desde que a Operação Lava-Jato se aproximou de forma incontestável do Planalto e do Congresso Nacional, essa tem sido a regra. Continue lendo “Os donos da crise”
Politeia? Deus permita!
Dona Dilma vive numa bolha… Lá tudo é azul, nada de mal lhe acontece e, quando acontece, ela rapidamente diz que é culpa de terceiros e pronto, está resolvido o impasse. Continue lendo “Politeia? Deus permita!”
O golpe da redenção
“Não se esqueçam, companheiros e companheiras, que gritamos ‘Fora Collor’ e gritamos ‘Fora FHC’. E o ex-presidente Collor saiu da presidência num processo legal, dentro da democracia, e é isso que eles pretendem fazer agora: expelir a Dilma dentro de um processo democrático.” (Rui Falcão, presidente do PT, em ato púbico na Uninove.) Continue lendo “O golpe da redenção”
Má-fé como ideologia
Até os peixes do lago Paranoá sabem que o marco legal do pré-sal engessou a Petrobrás, ao defini-la como única operadora a participar, obrigatoriamente, de todos os consórcios, com um mínimo de 30% dos investimentos. Continue lendo “Má-fé como ideologia”
007 contra Steve Jobs
Já é uma lenda. Imprima-se a lenda. Continue lendo “007 contra Steve Jobs”
Dilma, a insuperável
Aécio Neves deve estar exultante. Desde outubro do ano passado, na quase virada entre o primeiro e o segundo turnos das eleições, ele não surfava nem mesmo perto do topo da onda. Volta agora sob o patrocínio de Dilma Rousseff, que, relegada ao volume morto, bate boca e dá trela ao rival, abrindo generosos espaços para ser criticada por ele. Em dobro, triplo ou mais. Continue lendo “Dilma, a insuperável”



