O Brasil não aguenta mais (1)

Quando a platéia do programa da Xuxa aplaude freneticamente uma leve crítica que a apresentadora faz à presidente da República, é sinal claro, forte, vigoroso, de que é um governo impopular ao extremo.

Um sinal claro, forte, vigoroso de que, se tivesse – não digo grandeza, que com isso ela não foi contemplada – um pingo de vergonha na cara, Dilma Rousseff pegaria seu boné e iria para casa.

Nesta quarta-feira, 14 de outubro, a Folha de S. Paulo informou que 61% de seus leitores acreditam que a presidente deveria renunciar. Para 77% dos leitores, o governo Dilma é ruim ou péssimo.

Ora, direis, ouvir leitor de jornal! Leitor de jornal tem dinheiro no banco, estudou, é coxinha zelite de zôio azul.

Isso é bem verdade. Mas há um problema: segundo a mais recente pesquisa do Datafolha junto à população como um todo, e não apenas entre os leitores do jornal, a reprovação ao governo Dilma voltou a subir e atingiu o patamar mais alto (71%) desde que a petista tomou posse, em 2011. O resultado da pesquisa foi divulgado no dia 6 de agosto. Na comparação com pesquisa realizada em junho, o índice de rejeição avançou seis pontos (era de 65%), enquanto a taxa de aprovação oscilou de 10% para 8%.

Nesta mesma quarta-feira, 14, o principal editorial do outro grande jornal paulista, o Estadão, dizia:

“Uma coisa é certa, absolutamente factual: 90% da população brasileira não confia na presidente Dilma Rousseff, subtraindo-lhe assim, se não a legitimidade, com certeza a credibilidade como governante. Está em questão o futuro do País, paralisado pelo impasse político, pela crise econômica e pela degringolada moral que o petrolão expôs. Há salvação? Certamente ela existe, mas para descobri-la é preciso um ato de grandeza que derrote a mediocridade reinante.”

O editorial do Estadão, “Tudo sob o império da lei”, defende “a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspende o rito de tramitação do impeachment no Congresso concebido por Eduardo Cunha com a cumplicidade de oposicionistas”. Pondera que “a liminar deferida pelo ministro Teori Zavascki elimina a possibilidade de, rejeitado pelo presidente da Câmara, um pedido de discussão do impeachment ser encaminhado ao plenário para decisão por maioria simples, se for dirigido à Mesa recurso com esse objetivo”.

E conclui: “A consolidação da democracia não se faz por atalhos. Ela só é possível sob o império da lei.”

Ou seja: o jornalão está elogiando a decisão do Supremo que frustrou as expectativas de milhares e milhares e milhares de brasileiros, que esperavam maior rapidez na tramitação do pedido de impeachment.

O Estadão – assim como a imensa maioria dos brasileiros bem informados e de bom senso – não quer golpe, golpismo. Quer tudo direitinho, dentro da legalidade.

Embora reconheça que Dilma Rousseff não tem qualquer credibilidade.

***

Em artigo – brilhante como tudo o que escreve – publicado no Estadão também desta quarta, 14, sob o título “Crônica de uma prostração anunciada”, o cientista político Bolívar Lamounier sintetiza: “Há uma preliminar a resolver. Uma preliminar chamada Dilma Rousseff. Renúncia ou impeachment? Se nem uma coisa nem outra, terá o Brasil reservas de energia para aguentar mais três anos de um governo desses? Essas duas questões contêm 99% do debate que nos vem ocupando desde os primeiros dias de janeiro de 2015.”

Terá – pergunto eu – o Brasil reservas de energia para aguentar mais três anos e dois meses de Dilma Roussef, de lulo-petismo, de roubalheira, de mentirada, de dilapidação do Estado por esse grupelho de facínoras?

Bolívar Lamounier, um intelectual suave, doce, que provavelmente jamais elevou o tom de voz em qualquer discussão, chega a questionar se, ao fazer como recomenda o editorial do Estadão, tudo sob o criterioso império da lei, não estaríamos pecando por uma interpretação ultralegalista dos fatos. Sim, porque, como sabemos, muitas vezes a letra fria da lei está mais distante da Justiça do que o PT da honra, Dilma da verdade e da competência.

A situação é tão séria, tão grave, o país não aguenta mais, a tal ponto que Bolívar Lamounier chega a questionar se não estaríamos nos aprisionando numa arapuca ultralegalista, muito distante da Justiça.

Transcrevo aí mais abaixo o belo artigo de Bolívar Lamounier.

***

Passei os quatro anos do primeiro mandato de Dilma Rousseff transcrevendo aqui neste site artigos e notícias dos jornais demonstrando a incompetência do governo. Foi um trabalho bastante insano; muitas vezes pensei em desistir, diante da sensação de que estava dando murro em ponta de faca à toa. Perseverei, no entanto, acreditando, naqueles tempos em que a presidente da República tinha a aprovação de gigantesca maioria dos brasileiros, que se meu esforço fizesse pelo menos duas ou três pessoas mudarem de opinião a respeito do lulo-petismo já seria alguma coisa.

Desisti de continuar com as “Más Notícias do País de Dilma” exatamente este ano, quando a aprovação do governo da presidente despencou como poucas vezes aconteceu em toda a História. De repente, a imensa maior parte do país passou a achar o mesmo que eu.

Reduzi então meus murros em ponta de faca, antes semanais, a algumas compilações de artigos e/ou notícias, sem qualquer compromisso de periodicidade, sob o título “Nunca houve governo tão incompetente”.

Pretendo continuar com essa série, até o dia em que essa senhora deixar de comparecer ao Palácio do Planalto.

Mas resolvi hoje abrir uma outra série, “O Brasil não aguenta mais”. Não apenas por ter lido o ótimo editorial do Estadão, o ótimo artigo de Bolivar Lamounier, a notícia da Folha de S. Paulo sobre o extraordinário índice de desaprovação do governo.

Mas, sobretudo, por ter visto no YouTube o pequeno trecho do programa da Xuxa no Dia das Crianças, em que ela dá uma estocadinha em Dilma Rousseff, e é aplaudida freneticamente pelas pessoas que enchiam o auditório da Record.

Há gente que odeia Xuxa como há gente que adora Xuxa. Xuxa é, ela mesma, uma espécie de divisora de águas, uma espécie assim de Fla ou Flu. Mas a verdade é que aqui não cabe discutir sobre qualidades ou defeitos dela: é só o caso de admitir que a moça é uma das pessoas mais bem sucedidas do show business brasileiro, uma das figuras mais conhecidas do país, e sua audiência é formada por pessoas de todas as classes sociais, inclusive as mais pobres e menos privilegiadas em termos de educação.

Quando Xuxa fez uma pequena gozação sobre uma das tantas dilmices – o discurso na ONU a respeito da necessidade de uma tecnologia para estocar vento –, o auditório veio literalmente abaixo.

As moças do auditório de Xuxa não aguentam mais Dilma Rousseff.

77% dos leitores da Folha de S. Paulo não aguentam mais Dilma Rousseff.

71% dos brasileiros ouvidos pelo Datafolha não aguentam mais Dilma Rousseff.

Os agentes econômicos não aguentam mais Dilma Rousseff

O Brasil não aguenta mais Dilma Rousseff.

Crônica de uma prostração anunciada

Artigo de Bolívar Lamounier no Estadão em 14/10/2015

O quadro que hoje nos é dado contemplar se compõe de duas partes nem um pouco edificantes. De um lado, uma crise econômica monstruosa – cuja duração ninguém de bom senso se atreve a prever –, em sua maior parte causada pela incompetência e pela arrogância da atual presidente, Dilma Rousseff, em seu primeiro mandato. Do outro lado, um sistema político em decomposição – fenômeno complexo, que vem de algum tempo, no qual, porém, as digitais de Lula e Dilma e do petismo são facilmente reconhecíveis.

Com tal quadro à nossa frente, o jeito é aguardar. Mas aguardar o quê, exatamente? Ou alguém acredita que uma recuperação de verdade – com probidade, competência, reformas estruturais sérias e uma real possibilidade de crescimento sustentável – esteja ao alcance da mão? Aguardemos, sim, mas sem grandes ilusões: a recuperação, quando vier, será morna, sofrida e humilhante; aquela a que o Brasil sempre pareceu condenado, e que não se vai alterar agora, após 13 anos de lulopetismo.

A verdade nua e crua é que a sociedade brasileira, apesar das manifestações e dos protestos de rua, continua politicamente paralisada. Tanto está que dias atrás, com o sol a pino, lhe aplicaram um passa-moleque: celebraram um acordo obsceno, apelidaram-no de negociação política e o esfregaram em nossas faces. A verdade, ia eu dizendo, permanece paralisada, catatônica, afundada num estado de profunda impotência. Não há outra explicação para o fato de nos mantermos adstritos a um debate aguado, tão estreito como estreitas são as perspectivas imediatas do processo político.

Sim, é certo: há uma preliminar a resolver. Uma preliminar chamada Dilma Rousseff. Renúncia ou impeachment? Se nem uma coisa nem outra, terá o Brasil reservas de energia para aguentar mais três anos de um governo desses?

Essas duas questões contêm 99% do debate que nos vem ocupando desde os primeiros dias de janeiro de 2015; enquanto isso, preocupados com a vertiginosa deterioração do quadro econômico e político nacional, temo-nos visto como que de mãos atadas, passivamente acompanhando o caminhar da vaca para o brejo.

Tivéssemos no Congresso Nacional pelo menos três ou quatro dúzias de parlamentares à altura das necessidades do momento, esse falso problema já estaria resolvido. Por que falso? Ora, pela boa e singela razão de que impeachment não é um processo estritamente criminal; adequadamente compreendido, é um processo institucional, uma providência que se impõe e uma decisão que se toma para preservar a saúde do organismo político.

Vejam os meus caros leitores e leitoras a arapuca em que certa interpretação ultralegalista nos aprisionou. Quando presidente, o sr. Fernando Collor de Melo abastardou em diversas ocasiões o espírito da Constituição da República e cometeu, por interposta pessoa, o sr. Paulo César Farias, um rosário de crimes. Sua queda, no entanto, somente se consumou porque ele não conseguiu explicar como se tornara proprietário de um Fiat Elba.

Venhamos à sra. Dilma Rousseff. Durante quatro anos, agindo contra o conselho de dez em cada dez economistas, ela se aferrou a uma política econômica alucinada, cujo resultado aí está à vista de todos. As consequências não poderiam ser mais claras: milhões de famílias brasileiras sofrendo com a perda de renda, a inflação e o desemprego. Por essa demência, o Congresso Nacional não tomará a decisão política de afastá-la; agirá, porém, em dez minutos, se ficar comprovado que foi a uma loja de bijuterias e enfiou um colar na bolsa, ou seja, se alguém encontrar a assinatura dela no pé de uma página na qual alguém tenha meticulosamente anotado quanto e como o dinheiro ilícito da Petrobrás foi parar em sua campanha.

Se o Congresso Nacional, na vigência do que denominei uma interpretação ultralegalista do impeachment, não pode agir – e nesse sentido tenho de lhe dar razão –, a alternativa é ela ser persuadida por quem de direito e optar pela renúncia. Não preciso lembrar que “quem de direito” atende pelo nome de Luiz Inácio Lula da Silva. Quem pariu Mateus que o embale.

Se nada disso acontece – e sendo a atual classe política o que é –, a alternativa é permanecermos manietados por nossa própria impotência, discutindo o sexo dos anjos? Ou retomarmos a busca para diversas questões verdadeiramente importantes que ficarão à nossa espera bem ali, no fim do túnel, quando avistarmos a luzinha bruxuleante da “recuperação”?

Primeiro, até onde a sociedade brasileira vai admitir que Lula et caterva a manipulem escancaradamente, lhe mintam sem ruborizar e a ameacem com a violência – lembrando que a alusão ao “exército do Stédile” foi a mais despudorada, mas de forma alguma a única dentre tais ameaças? Ou, sem ir tão longe, até quando tentarão de tudo para achincalhar a vida política e constitucional do País, e para o fazer calculadamente, pensando no proveito que a desmoralização pode render à sua “causa” (seja ela o que for)? De fato, no ofício de agredir as instituições, ninguém na História da República fez mais do que Lula: ninguém se colocou tão acintosamente acima do bem e do mal, ninguém foi tão sistemático no semear a cizânia e na tentativa de criar duas classes de cidadãos – os imputáveis e os inimputáveis, sendo ele, naturalmente, o nunca assaz louvado representante da segunda.

A verdade, caros leitores e leitoras, é uma só: não fossem o ministro Joaquim Barbosa e o juiz Sergio Moro, esse processo não teria sido sequer compreendido, muito menos denunciado, e menos ainda obstado, como espero que ocorra brevemente.

14 de outubro de 2015

8 Comentários para “O Brasil não aguenta mais (1)”

  1. Automaticamente, já deve ter começado na internet a campanha petista de xingamentos e difamação contra Xuxa.

  2. TRILOGIA DOS MURROS, agora com Lobão, Xuxa e Fabio Jr.

    É reconfortante saber que os murros continuarão a ser dados sobre as pontas das facas. A lamurienta trilogia que agora se inicia com artigo de um BOLIVARIANO LAMURIENTE, pesquisas referendadas do DataFalha e piada inteligente da antiga musa dos baixinhos, saudosa dos grandinhos e futura dos velhinhos sexagenários.

    ‘O Brasil Não Agüenta MaIs1’ é parte da trilogia dos murros, sugere que a credibilidade da Dilma se reduz a míseros oito por cento da população e que a desconfiança já conta com a adesão do auditório da RECORD e da platéias zoio azul presentes aos shows em New York.

    É de Sérgio Vaz a frase: “Se vivessem mais cem anos, Verissimo e Chico, mais Niemeyer, seriam muito provavelmente os únicos brasileiros a acreditarem no lulo-petismo”.

    A realidade concreta mais contundente é de e as necessárias mudanças virão, fazendo que a indignação seja moderada e aguarde pelo desfecho nas urnas em 2018. FHC é quem dá o alerta.

    ‘Tudo isso é arqui-sabido. Falta dar um
    basta aos desmandos, processo que, numa democracia, só tem um caminho: as urnas. É preciso desfazer na consciência popular, com sinceridade e clareza, o manto de ilusões com que o lulo-petismo vendeu seu peixe. Com a palavra as oposições e quem mais tenha consciência dos perigos que corremos.’
    Fernando Henrique Cardoso.

    Até lá os murros já apresentarão cicatrizes e que o ódio e intolerância semeados, sejam apenas inzoneiras quimeras.

  3. Conseguiria a XUXA ser mais xingada e difamada do que a Dilma? Seria uma nova HEBE?

  4. Leia a íntegra do manifesto:

    “A sociedade brasileira precisa reinventar a esperança.

    A proposta de impeachment implica sérios riscos à constitucionalidade democrática consolidada nos últimos 30 anos no Brasil. Representaria uma violação do princípio do Estado de Direito e da democracia representativa, declarado logo no art.1o. da Constituição Federal.

    Na verdade, procura-se um pretexto para interromper o mandato da Presidente da República, sem qualquer base jurídica para tanto. O instrumento do impeachment não pode ser usado para se estabelecer um “pseudoparlamentarismo”. Goste-se ou não, o regime vigente, aprovado pela maioria do povo brasileiro, é o presidencialista. São as regras do presidencialismo que precisam vigorar por completo.

    Impeachment foi feito para punir governantes que efetivamente cometeram crimes. A presidente Dilma Rousseff não cometeu qualquer crime. Impeachment é instrumento grave para proteger a democracia, não pode ser usado para ameaçá-la.

    A democracia tem funcionado de maneira plena: prevalece a total liberdade de expressão e de reunião, sem nenhuma censura, todas as instituições de controle do governo e do Estado atuam sem qualquer ingerência do Executivo.

    É isso que está em jogo na aventura do impeachment. Caso vitoriosa, abriria um período de vale tudo, em que já não estaria assegurado o fundamento do jogo democrático: respeito às regras de alternância no poder por meio de eleições livres e diretas.

    Seria extraordinário retrocesso dentro do processo de consolidação da democracia representativa, que é certamente a principal conquista política que a sociedade brasileira construiu nos últimos trinta anos.

    Os parlamentares brasileiros devem abandonar essa pretensão de remover presidente eleita sem que exista nenhuma prova direta, frontal de crime. O que vemos hoje é uma busca sôfrega de um fato ou de uma interpretação jurídica para justificar o impeachment. Esta busca incessante significa que não há nada claro. Como não se encontram fatos, busca-se agora interpretações jurídicas bizarras, nunca antes feitas neste país. Ora, não se faz impeachment com interpretações jurídicas inusitadas.

    Nas últimas décadas, o Brasil atingiu um alto grau de visibilidade e respeito de outras nações assegurado por todas as administrações civis desde 1985. Graças a políticas de Estado realizadas com soberania e capacidade diplomática, na resolução pacifica dos conflitos, com participação intensa na comunidade internacional, na integração latino-americana, e na solidariedade efetiva com as populações que sofrem com guerras ou fome.

    O processo de impeachment sem embasamento legal rigoroso de um governo eleito democraticamente causaria um dano irreparável à nossa reputação internacional e contribuiria para reforçar as forças mais conservadoras do campo internacional.

    Não se trata de barrar um processo de impeachment, mas de aprofundar a consolidação democrática. Essa somente virá com a radicalização da democracia, a diminuição da violência, a derrota do racismo e dos preconceitos, na construção de uma sociedade onde todos tenham direito de se beneficiar com as riquezas produzidas no pais. A sociedade brasileira precisa reinventar a esperança.

    Assinam, entre outros: Antonio Candido; Alfredo Bosi; Evaristo de Moraes Filho e Marco Luchesi, membros da Academia Brasileira de Letras; Andre Singer; o físico Rogério Cézar de Cerqueira Leite; Ecléa Bosi; Maria Herminia Tavares de Almeida; Silvia Caiuby; Emilia Viotti da Costa; Fabio Konder Comparato; Guilherme de Almeida, presidente Associação Nacional de Pós-Graduação em Direitos Humanos, ANDHEP; Maria Arminda do Nascimento Arruda; Gabriel Cohn; Amelia Cohn; Dalmo Dallari; Sueli Dallari; Fernando Morais; Marcio Pochman; Emir Sader; Walnice Galvão; José Luiz del Roio, membro do Fórum XXI e ex-senador da Itália; Luiz Felipe de Alencastro; Margarida Genevois e Marco Antônio Rodrigues Barbosa, ex-presidentes da Comissão Justiça e Paz de São Paulo; os cientistas políticos Cláudio Couto e Fernando Abrucio; Regina Morel; o biofísico Carlos Morel; Luiz Curi; Isabel Lustosa; José Sérgio Leite Lopes; Maria Victoria Benevides, da Faculdade de Educação da USP; Pedro Dallari; Marilena Chaui; Roberto Amaral e Paulo Sérgio Pinheiro”

  5. Para XUXAS, XOXOS e XULOS.

    O escritor Fernando Morais destacou que haverá resistência política caso se queira afastar Dilma institucionalmente, como feito com Fernando Lugo, no Paraguai, ou à força, como feito com Manuel Zelaya em Honduras.
    “Nós temos que deixar absolutamente claro que no golpe não levam. Só levam no voto. Seja golpe paraguaio ou hondurenho, não importa. Só mudam o projeto de nação, com o qual nós estamos comprometidos, no voto. Na mão grande [com trapaça] nós não permitiremos”.

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