- :: Esse comércio resistente revela muito de nossa cultura. Por Fernando Brant
Pergunto ao vendedor se seu estabelecimento tem farinha de trigo especial, sem fermento. Ele me conduz ao fundo da loja e me mostra alguns pacotes, de variadas marcas, e me diz: escolha. Aí eu me atrapalho. Qual é a melhor? Ler Mais »
- :: O clima da Ilha do Marajó não devastou sua beleza. Tem olhos luminosos. Por Antonio Contente
Ágata me contou que veio para esta cidadezinha da Ilha do Marajó faz algumas semanas, e que ainda vai ficar alguns meses. Ela trabalha numa repartição do governo que tem escritório aqui, e está cobrindo o período de licença de uma colega. Ler Mais »
- :: Se alguém escreve sobre suas lutas nos bastiões da esquerda, é hora de mudar de leitura. Por Fernando Brant
O cientista político, no meio à descrição da vida de determinado governante brasileiro, lembra sua lutas nos bastiões da esquerda. Pronto, é hora de mudar de leitura. Certas palavras têm o poder de me afugentar. Ler Mais »
- :: Geléia Geral: estão na rede diversos vídeos desse evento emocionante. Por Sérgio Vaz
Bob Dylan e Joan Baez, e mais diversos grandes nomes da música americana, vários deles ligados diretamente à luta pelos direitos civis que resultou no banimento das leis segregacionistas que estiveram em vigor em vários Estados do Sul até meados dos anos 60, reuniram-se na Casa Branca, e cantaram as canções que ajudaram a mudar os Estados Unidos. Ler Mais »
- :: Artigo para o Blog do Noblat, novembro de 2009. Texto de Mary Zaidan
Toda discriminação é odiosa. Seja motivada pela cor da pele, pela origem dos povos, pelo credo, opção sexual, condição social ou matiz política.
Mas a luta segmentada, sectarizada contra a discriminação privilegia apenas um determinado grupo e, portanto, acaba por perpetuá-la. Ler Mais »
- :: O show pelos 50 anos de carreira no Maracanã me deixou babando. 12/7/2009. Texto de Sérgio Vaz
Roberto Carlos é demais. É um fenômeno absolutamente extraordinário. Não há nenhum outro como ele. Ao longo do show de Roberto no Maracanã, fiz mil comentários com Mary, atrapalhando que ela visse e ouvisse Roberto. Ler Mais »
- :: Anotações de um turista acidental na capital daquele estranho país ao Sul de Santa Catarina. Março de 2009. Texto de Sérgio Vaz
Em Porto Alegre, ao contrário de no Brasil do jogo do bicho, não vale o que está escrito. E a maior atração da cidade é – como dizem a respeito da macheza da gente daquele estranho país ao Sul de Santa Catarina – uma ficção. Ou, no mínimo, uma gigantesca dúvida. Ler Mais »
- :: Livro de Lucy Dias, ótima repórter investigativa da alma humana, reconta os anos 70. Resenha para O Estado de S. Paulo em 2003. Texto de Sérgio Vaz
Cada geração tem sua década, o conjunto dos anos em que era jovem e portanto seus sonhos eram tão fortes e poderosos que parecia ser possível realizá-los. A jornalista Lucy Dias teve a sorte grande (e, junto com ela, o terrível azar) de ter tido como sua a década de 70, aquela que, no Brasil, mais ainda que a de 60, mudou absolutamente tudo, ou quase tudo. Ler Mais »
- :: Impressões de um turista acidental. Outubro de 2003. Por Sérgio Vaz
Hemingway tinha razão: Paris é mesmo uma festa. Milhões e milhões de pessoas que souberam disso antes de mim tinham razão: Paris é escandalosa, despudorada, absurdamente linda. Ler Mais »
- :: Quando se fala de música que nos faz sonhar de amor, qualidade artística não importa nada. Publicado na revista Barbara, 1996. Texto de Sérgio Vaz
Os mais jovens, mais inexperientes (uma pena; ainda bem que a juventude é uma doença que o tempo cura), não sabem o que é isso. Mas que maravilha era “Besame Mucho” com Ray Conniff e sua orquestra. Aquelas paradinhas marotas, depois do pa-pa-rã dos metais, eram uma total delícia. Nada mais fácil do que ter uma paixonite por quem sabia dançar bem nos bailinhos do começo dos anos 60 – ainda mais depois de um cuba libre. Ler Mais »
- :: Reportagem publicada na revista Marie Claire, em novembro de 1992. Texto de Sérgio Vaz
Os protagonistas são todos homens, adultos, instruídos, com dinheiro no banco. Durante três dias, eles se reuniram em um local isolado, no meio do mato, a menos de 70 quilômetros do Centro de São Paulo, e viveram cenas como estas:
* O homem olha demoradamente dentro dos olhos do outro, à sua frente, e diz: ”Eu sou seu pai, eu sou seu irmão, eu sou seu filho”. Ele responde com a mesma frase. Em seguida, cada um troca de parceiro, olha demoradamente dentro dos olhos do outro, e diz ser seu pai, seu irmão, seu filho. Ler Mais »