Sobre suportes físicos – e Dylan

Cheguei em casa excitado, feliz feito pinto no lixo, feito Fê diante de Marina, porque trazia um novo suporte físico. Another Self Portrait (1969-1971) – The Bootleg Series Vol. 10.

Botei o mais rapidamente que pude o primeiro dos dois CDs pra tocar. Nos primeiros segundos da faixa 1, um demo de “Went to See the Gypsy”, falei: “A fase em que a voz do Dylan está mais bela!”

Gatilho mais rápido da Zona Oeste, certeira, Mary replicou: “Isso é Dylan?”

***

Afe! Foi duro conseguir botar as mãos neste suporte físico. Estava atrás dele desde o lançamento, em 27 de agosto, dois meses e meio atrás. Passei por várias lojas de discos da maior cidade da América Latina – e nada. Várias, claro, é um exagero, porque elas são cada vez menos numerosas. Mas de qualquer forma passei por diversas – e nada.

zzself1Quando fui pela segunda vez à procura de Another Self Portrait à Compact Blue da Galeria Ouro Fino, no Baixo Augusta nem tão baixo assim, me deparei com mais uma loja de discos sendo fechada. Eu já havia passado lá antes, e o Joel me disse que os exemplares que comprara já tinham sido vendidos. Pedi que ele encomendasse. Quando voltei, a encomenda ainda não havia chegado, e ele estava fechando a loja. Iria passar a atender no mundo virtual.

Me ligou outro dia. Só pude ir hoje ao endereço que ele me deu, o depósito onde guarda sua imensa coleção de suportes físicos. A Compact Blue, que já foi uma das melhores lojas de discos e DVDs da maior cidade da América Latina, está neste momento na transição, no limbo – não é mais loja física, e ainda não se estabeleceu perfeitamente como loja virtual. Mas Joel é cuidadoso com seus clientes, e então queria me entregar o Another Self Portrait. Dispunha-se a me enviar – mas eu tinha pressa, e então ele me deu o endereço do depósito.

São demais os perigos desta vida, mas também são demais as coincidências. O depósito em que guarda aquela absurda quantidade de suportes físicos, essa coisa em extinção, fica no prédio que é colado àquele em que morei com Suely assim que nos casamos. O apartamento herdado do Humberto e Marisa, que estavam de mudança para Paris – o apartamento em que fizemos Fernanda.

Cidade muito pequena é isso aí.

***

Estava ansioso para ter nas mãos o suporte físico – e sequer tinha me dado ao trabalho de examinar, na internet, a relação das músicas de Another Self Portrait. Talvez seja coisa de velhinho: queria o suporte físico – não queria saber via virtual o que ele trazia.

Enquanto caminhava na saída ao lado do prédio em que Fernanda começou a nascer, tirei o suporte físico do saquinho plástico da Compact Blue, dei a primeira olhada na set list, perdão, na relação das músicas. A primeira emoção veio ali: no volume 10 das Bootlegs oficiais de Dylan, há duas canções que eu adoro, e que jamais soube que o homem havia chegado a gravar: “Annie’s going to sing her song”, de Tom Paxton, e “Thirsty boots”, de Eric Andersen.

Dylan gravou as belíssimas canções de Tom Paxton e Eric Andersen para o seu álbum duplo Self Portrait, de 1970. As duas acabaram ficando de fora do disco oficial, que traz 24 faixas; foram preteridas, deixadas de lado. São outtakes – literalmente, tomadas deixadas de fora.

As gravações de “Annie’s going to sing her song” e de “Thirsty boots” que finalmente podemos ouvir agora, 40 e tantos anos depois de terem sido feitas, parecem já finalizadas, prontas para entrar no disco oficial. A de “Annie” me pareceu agora menos bela que a feita ao vivo pelo autor, menos emocionada. A de “Thirsty Boots” é belíssima. Parece ter sido feita com grande respeito pelo autor e pela canção – e olha que há diversas outras belas gravações da mesma música, com Peter, Paul and Mary, com Judy Collins, com o próprio Eric Andersen quando muito jovem, com Eric Andersen e Judy Collins os dois já bem passados do meio século de vida.

Mas foram preteridas, deixadas de lado, de fora, na hora de lançar o Self Portrait oficial. Que, aliás, traz diversas canções de outros autores, algo raro na discografia imensa, gigantesca, de Dylan: estão ali, entre obras do próprio compositor, canções de Paul Simon (“The Boxer”), Gordon Lightfoot (“Early Morning Rain”), Gilbert Bécaud (na versão em inglês, “Let it be me”, que seria também gravada por Nina Simone), e até da dupla Lorenz Hart-Richard Rodgers, que não tem nada a ver com o universo folk ou blues ou rock ou pop até então percorrido por Dylan (“Blue Moon”).

***

Gravar mais músicas do que cabe num disco oficial é uma das muitíssimas especialidades de Bob Dylan.

Imagino que não seja propriamente uma exclusividade do monstro. Seguramente muitos outros artistas gravam mais canções do que cabem num disco, e aí, junto com o produtor, os arranjadores, decidem o que deixar de fora.

A questão é que o que é deixado de fora dos discos oficiais de Dylan – os restos, as gravações desprezadas, os outtakes – é melhor do que, digamos, para sermos generosos com os demais artistas, 90% da produção de música popular do mundo.

Bob Dylan passou por todos, virtualmente todos os estilos de música que são feitas nos United States of America – e não há país no mundo que reúna tantos estilos diferentes de música quanto aquele lugar gigantesco que recebeu imigrantes literalmente de cada país do mundo. Teve diversas fases, diversas eras. Nenhum outro criador de música popular do mundo teve tantas diferentes fases, eras – a rigor, a rigor, encarnações, como bem mostrou Todd Haynes em seu fantástico Não Estou Lá/I’m Not There, um filme sobre as várias vidas/encarnações/abduzidações do cara.

No entanto, e de maneira estranha, incompreensível, o sujeito praticamente só fez discos em uma única empresa. A empresa mudou de nome e de dono várias vezes ao longo da carreira de Dylan – mas quase absolutamente tudo que ele gravou foi na antiga Columbia, no Brasil CBS, hoje Sony Music.

Na primeira metade dos anos 70, ele trocou de selo, como se dizia antigamente: saiu da Columbia e fez dois discos na Asylum – Planet Waves  e Before the Flood, os dois lançados em 1974.

Como as companhias de disco, as empresas, as corporações, são sempre menos importantes que os artistas, e muitas vezes reagem de forma desonesta, mesquinha, às decisões dos criadores, a Columbia vingou-se da “traição” de Dylan lançando, assim que ele se transferiu para a Asylum, um disco de outtakes da época de Self Portrait – faixas desprezadas, deixadas de lado para o lançamento do disco oficial. O disco que ele não supervisionou, não aprovou, chamou-se simplesmente Dylan, e foi lançado em 1973. A douta crítica caiu de pau. Adoro diversas das faixas daquele disco não planejado: só por “Mr. Bojangles”, de J. J. Walker, e “Lily of the West”, assinada E. Davies-J. Peterson, provavelmente os adaptadores/arranjadores da canção folk, já vale a pena ter o disco feito só de faixas que o artista e a empresa haviam desprezado.

Mas o fato é que ou a Columbia depois foi esperta, ou então os aliens que enviariam Dylan a este planeta entraram na jogada, e assim, logo depois, em 1975, o homem voltou a gravar na mesma velha gravadora de sempre. E continua lá até hoje – embora a Columbia atualmente se chame Sony e pertença aos japas.

O fato de o artista ter passado tantas décadas numa gravadora teve resultados gloriosos para nós, o público.

Gravação pirata é uma invenção da humanidade que tem bastante a ver com Dylan. Os fãs de Dylan sempre gravaram todos os shows que o cara fazia, faz e fará. E uma imensa quantidade de gravações piratas – os bootlegs – inundou o mercado de discos, de suportes físicos, esta coisa que hoje está sumindo da face da terra assim como antes sumiram os dinossauros, os mamutes.

A indústria dos discos piratas se desenvolveu a partir dos anos 60 – e Dylan foi um dos artistas mais pirateados de todos.

***

Aí alguém na corporação gigantesca, desumana, à que pertence a Columbia Records, teve uma idéia.

Sim, porque até nas corporações gigantescas há seres humanos com idéias.

Alguém dentro da corporação que incluía uma das redes de TV mais importantes dos U.S. of A., um dos maiores estúdios de cinema, e mais um porrilhão de otras cositas más, teve a idéia: e se a gente lançasse oficialmente as gravações de shows que foram pirateados, e mais os outtakes dos discos oficiais? Tudo com um bom tratamento no estúdio, com o som bem limpadinho, tudo bem cuidado, tudo com liner notes maravilhosas, em encartes ricos, cheios de informação e de fotos?

Bootleg oficial. Pirata oficial. É um oximoro – uma expressão paradoxal, em que uma palavra destrói a outra, tipo explosão silenciosa, silêncio ensurdecedor.

Paradoxo. Quando finalmente o Rock’n’Roll Hall of Fame entronizou Bob Dylan, convidaram Jack Nicholson para fazer o discurso. O grande ator que interpreta Jack Nicholson melhor do que ninguém disse que, enquanto atravessava o país para participar da cerimônia, pensou muito na palavra paradoxo.

O primeiro bootleg oficial, a expressão industrial do paradoxo, o oximoro da Columbia Records, foi lançado em 1991. A indústria já se chamava, então, Sony Music Entertainment, e a preciosidade levou o nome de The Bootleg Series volumes 1-3 (rare and unreleased) 1961-1991.

Seguiram-se os volumes 4, 5, 6, 7, 8.

Cada volume tem pelo menos dois CDs. Mais de 20 faixas.

Quando, em 2008, foi lançado o CD duplo The Bootleg Series vol. 8 – Tell Tale Signs – Rare and Unreleased 1989-2006, me lembro perfeitamente ter lido nas críticas dos jornais que haviam já raspado o tacho até onde podia ser raspado. Não sobrava mais nada que Dylan havia gravado mas não havia saído nos seus discos oficiais que pudesse ainda ser aproveitado.

E a verdade dos fatos é que o The Bootleg Series Vol. 9 – The Whitmark Demos 1962-1964 é fantástico – mas só para nós, os fãs mais empedernidos.

***

Já o volume 10, este que estou ouvindo pela primeira vez enquanto escrevo estas mal traçadas, já que minha filha determinou que tudo agora na minha vida vira texto…

Another Self Portrait (1969-1971) – The Bootleg Series Vol. 10 é uma maravilha.

zzdylanAdmiro, respeito, adoro diversas das fases da carreira única, absurdamente genial de Dylan, mas, de todas elas, tenho especial predileção por três: a inicial, a do garoto folk, digamos 1961-1964, a do gênio adulto, maduro, no auge da beleza melódica, 1974-1975, e, mais do que todas as outras, talvez, exatamente esta que o volume 10 de suas gravações piratas-oficiais retrata, a fase entre 1969 e 1971.

A Era 1969-1971 – como define um anunciozinho pregado no plástico que envolve o suporte físico e a gente joga fora de imediato – é extraordinária dentro da vida do músico popular mais extraordinário que já pisou na casca deste planeta.

Não apenas porque foi a fase, a era, em que ele brigou feito galo de rinha, feito cão raivoso, para dizer que não era aquela persona que as pessoas haviam criado para ele – não era o profeta da Grande Revolução, não era o líder da contestação ao Sistema, não queria ser o responsável por fazer soar o toque de batalha.

Mas porque foi, entre todas as eras, as fases, as encarnações, as vidas de Bob Dylan em que o compositor genial teve a voz mais bela.

Quando ouvimos pela primeira vez a faixa 3 do primeiro disco de Another Self Portrait, “Pretty Saro”, já tendo ouvido a brincadeira de Mary – “Isso é Dylan?” -, brinquei também. Disse: “Olhaí o Dylan cantando que nem o Sinatra”.

Na Era 1969-1971, Dylan nem parece fanho. Não come as sílabas das palavras, não mastiga os versos. A voz está clara, límpida – e a gente compreende cada palavra que ele canta.

dylan_self_portrait

 

Nessa era, em que beirava os 30 anos de idade, Dylan foi também o mais belo dos Dylans que algum planeta muitíssimo mais desenvolvido que o nosso mandou nos visitar.

O garotinho Dylan de 1961, 1962, tinha uma faccia bonitinha. Claro que não foi ela que conquistou a já rainha da folk music Joan Baez, porque Joan, como toda mulher inteligente, embora fosse tão jovem, interessava-se primeiro pela pessoa, e não pela faccia.

Obviamente, minha admiração pelo Dylan de 1969-1971 não tem a ver com a fina estampa que ele então tinha.

Acho que minha admiração especial pelo Dylan daquela fase tem, sobretudo, a ver comigo mesmo.

Tinha então 19, 20, 21 anos.

Não tenho saudade do Sérgio Vaz daqueles tempos – até porque sei que ele era um chato de galocha. Melhorei muito, depois daqueles tempos tão distantes.

Mas, como dizia a Marisa de quem herdamos o apartamento, quando éramos jovens nossas vontades eram mais fortes.

***

Esta anotação ficou sem Norte.

Minha intenção era falar mais uma vez sobre suportes físicos. Acabei falando mais uma vez sobre Dylan. Não ficou nem uma boa anotação sobre suportes físicos, nem sobre Dylan.

Tentando juntar as coisas:

Claro: Another Self Portrait (1969-1971) – The Bootleg Series Vol. 10 pode perfeitamente ser baixado no mundo virtual.

Eu poderia perfeitamente ouvir toda essa beleza depois de uma compra na iTunes Store.

Possivelmente também poderia ter imprimido em PDF o que vem junto com o suporte físico.

Sorry, modernos. Prefiro esse livreto maravilhoso, coloridíssimo, de 56 páginas, com uma imensa quantidade de fotos e informações.

Sou um velhinho bem velhinho. Um dos últimos dinossauros, mamutes, que adoram ter em mãos o suporte físico.

20 de novembro de 2013

3 Comentários

  1. Postado em 22/01/2014 às 10:15 am | Permalink

    Sérgio,

    Como vai ?
    Em meio a leitura de assuntos que relacionassem a Joan Baez na internet, pois hoje me deu uma vontade enorme de ler sobre ela, uma saga cristalina que me acompanha principalmente desde a exibição de Woodstock em terras tupiniquins no inicio dos anos 70, que fui enfeitiçado por essa maravilhosa voz.

    Tenho vários Lps..gostou ? Ou seriam Long Playes ! …Rs!

    E um carinho especial por “One Day A time”.

    Essa caça a algumas curiosidades sobre ela, é principalmente diante da expectativa de “finalmente” poder assistir um show em março no Brasil…que tive esse agradável encontro com esse “50 Anos de Textos”, em especial a seus textos sobre Joan & Robert…

    Obrigado pelos ótimos momentos de leitura…afinal como vc diz:

    “Sou um velhinho bem velhinho. Um dos últimos dinossauros, mamutes, que adoram ter em mãos o suporte físico”

    Um grande abraço.

    Léo.

    Em tempo:

    Se em algum momento…quiser ouvir a rádio que inventei para preservar a minha memória de velhinho…fique a vontade !

    Era para ser só minha…mas com essas coisas de globalização…que ainda tento entender…parece que tem muitos velhinhos por ai…que também estão gostando…

    Espero que aprecie…

    Em tempo:
    Fique na Paz !
    Um grande abraço !!!

    Route 66 – Classic Rock Radio
    http://www.route66classicrockradio.com

  2. Jussara
    Postado em 19/03/2016 às 5:13 pm | Permalink

    Eu já tinha lido esse texto, e não me lembro como vim parar aqui de novo, mas só queria dizer que discordo de você no quesito beleza: o mais belo Dylan se chama Jakob, que é também a melhor “música” que Bob Dylan escreveu. Jakob, que carrega o fardo de ser filho de quem é, só por ter escolhido a mesma profissão (e calhou de ser o filho mais parecido com ele, só que mais *bonito, rá!), amadureceu musicalmente. Além de ter uma voz bonita e afinada (e uma boca da qual é difícil querer tirar o olho) pronuncia muito bem as palavras.
    Seu último disco, “Women and Country”, é maravilhoso, e tem um cunho meio espiritualista; além de letras profundas e tocantes. O CD tem toda uma pegada country/folk, estilos que eu não curto, e ainda assim me conquistou. Seu disco solo anterior também é bom, mas é meio irregular.

    Há um projeto chamado “Tiny Desk Concert”, em que cantores conhecidos ou não, cantam algumas poucas músicas num escritório. É uma coisa bem intimista. Jakob participou, e as três músicas que ele canta, acompanhado somente de guitarra e violão, e com o auxílio luxuoso de Neko Case e Kelly Hogan nos backing vocals, são uma maravilhosidade, e ficaram muito mais bonitas que na versão de estúdio. O músico que o acompanha no violão toca muito.
    Vou deixar o link aqui, e digo que vale muito a pena tirar uns minutinhos para ouvi-lo:

    https://www.youtube.com/watch?v=NC0-L6C-kmo&index=9&list=LLytJHdsmnvPPPJW7oHLcPrA

    Tem uma música que ele canta com Gary Louris, um dos temas de uma série vampiresca adolescente, que é também de grande beleza. A letra fala sobre a morte, a passagem; é ao mesmo tempo assustadora, e imensamente triste e bela.

    *acho a beleza de Jakob mais “exótica”, até um pouco estranha, e menos óbvia que a do pai dele. Tem nariz e boca mais bonitos.
    Antes que me atirem pedras, não estou de jeito nenhum comparando os dois musicalmente, peloamordeDeus, até porque detesto comparações; apenas prefiro a beleza do filho, e as músicas também, confesso (com o The Wallflowers ele também tem um trabalho interessante). Reconheço a importância de Bob Dylan, mas não sou obrigada a gostar dele (melhor explicar isso em tempos de internet com pessoas destilando ódio).

  3. Jussara
    Postado em 19/03/2016 às 5:21 pm | Permalink

    O “Isso é Dylan?” da Mary foi ótimo! Se tem uma coisa com a qual eu implico é com a voz dele, e a pouca articulação das palavras.
    E como você citou e fez uma brincadeira com Sinatra, se tem uma coisa que admiro nele (FS), além da voz, é a pronúncia das palavras. Nem preciso consultar o Google para entender as letras das músicas que ele canta. Acho isso maravilhoso e admirável.

7 Trackbacks

  1. […] Ainda com Easy Rider, Paul tem em comum a maconha e Bob Dylan. (No final do filme de 1969, em que os personagens fumam baseado o tempo todo, Roger McGuinn canta […]

  2. […] Bob Dylan tinha 22 anos quando fez essa canção, “Bob Dylan’s Dream”. […]

  3. […] Levy assinaria junto com Dylan diversas das letras de Desire, o disco de Dylan de 1975, dois anos após, portanto, o primeiro […]

  4. Por 50 Anos de Textos » Batendo na porta do céu em 24/08/2014 às 3:43 pm

    […] Bob Dylan e Paul Simon bateram na porta de Deus praticamente ao mesmo tempo. Uma diferença de dois anos – o primeiro numa canção de 1973, o segundo em 1975. Uma diferença mínima; quase nada, ainda mais agora, já tanta água passada sob a ponte. […]

  5. […] segunda-feira de carnaval voltei pra casa com um monte de suportes físicos, essa coisa em […]

  6. […] das músicas de Bob Dylan de que mais gosto, não canso nunca de ouvir, e ao contrário, tenho grande prazer a cada vez que […]

  7. […] isso aí. Afinal, convivo com ela há exatos 50 anos – meio século! A canção está no disco de Bob Dylan de 1965, o Bringing it all back home, o quinto que o cara lançou, o primeiro em que havia guitarra […]

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