O desgoverno da presidente Dilma Rousseff, ápice dos 12 anos de domínio petista sobre a máquina pública, tem agido como fertilizante na produção de absurdos políticos. Tudo está ao avesso. Dentro da lama e de costas para o país. Continue lendo “A política do absurdo”
Nunca houve governo tão incompetente (13)
Em mais um discurso cheio de som e fúria, a presidente Dilma Rousseff prometeu manter dois erros muito custosos da política do petróleo – a exigência de conteúdo nacional nos insumos e equipamentos e a participação da Petrobrás em todas as concessões. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (13)”
“Você disse? Foi mal? Desdiga”
Em 12/8/2005, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a respeito das revelações sobre o mensalão, declarou em rede nacional estar ciente da gravidade da situação, que se sentia traído e que não tinha nenhuma vergonha de dizer ao povo brasileiro: “nós temos que pedir desculpas. O PT tem que pedir desculpas”. Continue lendo ““Você disse? Foi mal? Desdiga””
O juiz malabarista
Tente imaginar um estrangeiro desavisado passando uma temporada no Brasil e vendo a agitação e a polêmica em torno da nomeação de um juiz da Suprema Corte. Continue lendo “O juiz malabarista”
Nunca houve governo tão incompetente (12)
Depois de dez horas de reunião, no sábado 25 de abril de abril, Dilma Rousseff constatou que andava em círculos, sem saber por onde começar o corte de investimentos em obras e a redução dos serviços de manutenção da infraestrutura. Era noite quando despediu-se de ministros e presidentes de bancos federais. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (12)”
Mamma mia!
Em março de 2008, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva criou a alcunha de “mãe do PAC” para sua ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff. No palanque montado no Complexo do Alemão, no Rio, Lula anunciou R$ 1 bilhão em obras para as favelas cariocas, a serem tocadas pela gerente implacável – que dois anos e oito meses mais tarde o sucederia no mais alto posto do país. Continue lendo “Mamma mia!”
Vergonha: o PSDB faz igualzinho ao PT
Ao votar contra as medidas que tentam conter o estouro de gastos públicos com o seguro-desemprego e o abono salarial, o PSDB faz igual ao PT sempre fez quando estava na oposição. Igualzinho. Igualinho que nem. Continue lendo “Vergonha: o PSDB faz igualzinho ao PT”
Haja panelas!
Será que o Lula já percebeu que neste país ele já não manda? Que dona Dilma notou que a vaca, de tanto tossir, engasgou? Ou será que eles ainda se acham detentores do poder? Continue lendo “Haja panelas!”
O PT e o dinheiro dos outros
Definitivamente, estamos num país estranho. Somos governados por um partido de trabalhadores, e o Congresso acaba de aprovar o primeiro item de um ajuste fiscal que restringe alguns direitos dos trabalhadores. Continue lendo “O PT e o dinheiro dos outros”
Curtas – curta!
Saudades do tempo em que governar era abrir estradas. Hoje, governar é distribuir cargos. (Se esta é uma observação batida, favor teclar del.) Continue lendo “Curtas – curta!”
A ideologia petista cobra seu preço
Tornou-se rotina. A cada semana algum membro do governo anuncia novo passo atrás em questões adotadas por pura ideologia nas administrações petistas dos últimos 12 anos. Continue lendo “A ideologia petista cobra seu preço”
Lula anda para trás
Pose de galo de briga, tom de desafio e farta distribuição de impropérios aos seus críticos. Nada de novo. No palanque montado pela CUT no 1º de Maio, o que se viu foi mais do mesmo. Lula sendo o Lula que ele crê insuperável. Lula que, diante da elevadíssima conta que tem de si, não percebe – ou faz de conta que não vê – a mudança dos humores em relação a ele e ao PT. Continue lendo “Lula anda para trás”
Qual será o posto do pitbull na PM do Paraná?
Um 1º de Maio muito triste, este de hoje. Estranho, logo num país governado pelo Partido dos Trabalhadores, a data máxima dedicada ao trabalho estar envolta em dor, medo e desesperança. Continue lendo “Qual será o posto do pitbull na PM do Paraná?”
Venezuela, ditadura relativa
Um mês depois de fechar o Congresso Nacional, em 1977, o então presidente Geisel deu uma entrevista à imprensa francesa explicando que o Brasil vivia uma espécie de “democracia relativa”. Continue lendo “Venezuela, ditadura relativa”
Matar ou Morrer, Sem Lei e Sem Alma
(Som de banjo.) Kid Cunha, o perigoso, o tiro mais rápido do Centro Oeste, não faz perguntas. Atira. Abateu o homem que ousou cruzar seu caminho, um imprudente china chamado Glia, com tiros que ricochetearam por todos os lados. Uma bala nada perdida feriu de morte a dona do saloon, e provocou baixas nos frequentadores mais próximos, os que mamavam no balcão. Continue lendo “Matar ou Morrer, Sem Lei e Sem Alma”
