- :: Plínio Sampaio se encapsulou em versão obsoleta de sua utopia regressiva. Por Sandro Vaia
A Itália tem uma tradição de cultuar seus velhos mais importantes, que tiveram uma vida marcante e construíram obras para a posteridade, e costuma reverenciá-los, chamando-os de “grandi vecchi” (grandes velhos). Ler Mais »
- :: O Estatuto joga no lixo a Constituição e séculos de miscigenação. Por Sandro Vaia
“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”.
Ou o artigo 5º da Constituição Federal foi revogado ou o Estatuto da Igualdade Racial é inconstitucional. Não há outra hipótese. Ler Mais »
- :: Não precisamos de tutores, nem de comportamento nem de consciência. Por Sandro Vaia
Não sabemos nos comportar e tampouco sabemos como cuidar dos nossos flhos. Para sorte nossa, o Estado pai, mãe, provedor, empresário, indutor, educador, fiscal, guia e farol dos nossos dias, se dispõe a cuidar de mais essa lacuna do nosso caráter. Ler Mais »
- :: O “controle social” da mídia está sempre ali, ao alcance da mão. Por Sandro Vaia
“O ideólogo não deseja conhecer a verdade, senão conhecer o seu sistema de crenças, e abolir, espiritualmente, já que não pode fazer nada melhor, a todos os que não acreditam nas
mesmas coisas que ele”. Jean François Revel Ler Mais »
- :: “Quem disser que está 100% certo é um fanático, um criminoso e o pior tipo de crápula”. Por Sandro Vaia
Na epígrafe de seu notável livro Mente Cativa, o escritor e poeta polonês Czeslaw Milosz, prêmio Nobel de Literatura de 1980, citou esta máxima, atribuída a “um velho judeu da Galícia”: Ler Mais »
- :: Como desconhecem a livre escolha e o controle remoto, querem o controle da imprensa. Por Sandro Vaia
O futebol é uma caixinha de surpresas, mas a micropolítica, quando movida por interesses subalternos, pode ser uma caixinha de obviedades. Ler Mais »
- :: Colocaram lá o nome de alguém, que não é ninguém, é o preenchimento de um vazio. Por Sandro Vaia
Nunca antes na história deste País houve uma eleição como esta que se aproxima. Ler Mais »
- :: Algumas pistas para saber quem são os que distoam do coro dos contentes. Por Sandro Vaia
Que espécie de gente serão esses 5% que não acham o governo Lula nem ótimo nem bom? O repórter que propôs investigá-los (no sentido de pesquisar, conhecer, tentar entender, como ele bem explicou), pode encontrar algumas boas pistas aqui. Ler Mais »
- :: Andam confundindo das coisas: imprensa existe para vigiar, e não para adular o poder. Por Sandro Vaia
A premissa do professor Washington Araújo, em seu artigo da semana passada neste Observatório (*), não é nada republicana. O título do artigo é “A má vontade com o presidente“. Ler Mais »
- :: Os Paulinhos, insignificantes como tal, são exemplo da deterioração dos costumes. Por Sandro Vaia
As centrais sindicais estão gastando dinheiro confiscado dos trabalhadores brasileiros e dinheiro subsidiado do governo – do qual não precisam prestar contas – para entrar ilegalmente na campanha eleitoral. Apóiam um candidato e caluniam outro. Ler Mais »
- :: Ele parece incapaz de avaliar o estrago que provoca às instituições. Por Sandro Vaia
A história de vida de um nordestino que saiu da miséria para a Presidência da República parece um conto de fadas e poderia ser um bom roteiro de filme. Quem não gosta de histórias heróicas de superação de alguém que sai do nada para chegar à glória? Ler Mais »
- :: O Brasil não está entrando no topo da comunidade internacional pela porta da frente. Por Sandro Vaia
Lula está em lua de mel com Lula e pediu que alguém o ajudasse a espetar um alfinete para desinflar seu ego hipertrofiado. Ler Mais »
- :: Nenhum grande projeto para o País, a não ser o de ganhar as eleições. Por Sandro Vaia
É preciso que haja um pouco de moral, grandeza e fantasia na vida, caso contrário de que valerá vivê-la? Ler Mais »
- :: A decisão do STF mantém o princípio da segurança jurídica. Por Sandro Vaia
A tortura é um dos crimes mais hediondos e uma das manifestações mais degradantes e covardes da natureza humana. Ler Mais »
- :: Lula está em 2010, mas a massa dos lulistas militantes está em 1989. Por Sandro Vaia
Um país está indo bem, com a cabeça no lugar.
O presidente do Banco Central, com a austeridade de um monge, preside a reunião de um comitê de sábios financeiros que aumenta, por unanimidade, em 0,75% a taxa básica de juros, porque a inflação de demanda ameaça ressuscitar o velho e aparentemente adormecido dragão da inflação. Ler Mais »