Hoje me deu vontade de ouvir “I’m so restless”. Não uma vontadezinha: uma baita vontade, dessas irremediáveis.
Minha mãe dizia que vontade é coisa que dá e passa. A rigor, a rigor, é bem verdade. Continue lendo “Mas, senhor D, I’m so restless”

Por Sérgio Vaz e Amigos
Hoje me deu vontade de ouvir “I’m so restless”. Não uma vontadezinha: uma baita vontade, dessas irremediáveis.
Minha mãe dizia que vontade é coisa que dá e passa. A rigor, a rigor, é bem verdade. Continue lendo “Mas, senhor D, I’m so restless”
Cheguei em casa excitado, feliz feito pinto no lixo, feito Fê diante de Marina, porque trazia um novo suporte físico. Another Self Portrait (1969-1971) – The Bootleg Series Vol. 10. Continue lendo “Sobre suportes físicos – e Dylan”
Hoje eu vi, com estes olhos que a terra há de comer depois de virar cinza, a Compact Blue começar a fechar sua última porta. Continue lendo “Suportes físicos: o cerco se fecha”
Jurássico, dinossauro, pré-antigo, cheguei hoje em casa com seis CDs. E feliz da vida.
Os CDs estão acabando. Na verdade – nos dizem todos os dias os arautos da modernidade – todos os suportes físicos estão acabando. Continue lendo “Sobre suportes físicos, o amor a vida a morte”
Há semanas vinha pensando vagamente em escrever – mais uma vez – sobre isso que agora se chama suporte físico. Continue lendo “Dúvidas metafísicas sobre os discos”
Madeleine Peyroux dedica seu disco de 2012, The Blue Room, à sua mãe. Está na terceira página do rico encarte do CD; a capa do encarte é a reprodução exata da capa do disco; na página 2 há uma foto da cantora, um big close-up que mostra seu rosto entre as sobrancelhas e a boca; a página 3 é toda negra, com as palavras “for Mom” em caixa alta, em azul. Continue lendo “De Madeleine Peyroux para a minha geração”
– Vem cá, você se lembra da gravação do Caetano de “London, London”, aquela de 1971? Você tem ela? Então ouça, ouça a flauta, que coisa espetacular. Quem é que toca a flauta, você sabe? Depois me liga pra me agradecer pela lembrança. Continue lendo “Vem cá, quem toca a flauta em “London, London”?”