Ganhei, ganhei!
Mostra aí que ganhou!
E o vencedor não mostra nada. Continue lendo “Fraude”

Por Sérgio Vaz e Amigos
Os tiros atingiram a…
Levou dois tiros na… Continue lendo “O nome do alvo”
A espetacular cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos que Paris ofereceu ao mundo seguramente teria outra cara se o partido de Marine Le Pen tivesse vencido as eleições legislativas francesas de 7 de julho. Poderia até ser mantida a ideia do desfile ao ar livre pelos cenários icônicos da Cidade Luz, mas jamais seria a celebração da diversidade, da mistura de brancos, pretos, pardos, amarelos, gays e drags – receita repudiada pela extrema-direita de todos os cantos do planeta, que em vez de festejar o diferente o exclui. Continue lendo “Liberté, égalité, fraternité, démocratie”
Acostumado às frequentes lambidas de saco recebidas de Luiz Inácio da Silva, o eterno presidente da Venezuela Nicolás Maduro engrossou o caldo nesta última terça-feira e mandou Lula tomar chá de camomila pra sossegar o facho. Continue lendo “Vai tomar, Lula!”
Se não tem Mulher Maravilha, vamos então de Capitã América! Michelle Obama deixaria Trump na poeira logo de cara, mas Kamala Harris não decepciona. Até domingo passado não estava no páreo e agora, quatro dias depois, dispara como uma heroína da Marvel. Continue lendo “A Capitã América”
É de autoria de Lenin a frase “há décadas em que não acontece nada e há semanas que décadas acontecem”. Os Estados Unidos vivem dias assim tal a sucessão de episódios políticos ocorridos nas últimas semanas. Continue lendo “O fator Kamala Harris”
Nunca pensei que de um dia para outro eu veria tantas informações sobre orelhas.
Até muito pouco tempo atrás, tudo o que eu sabia sobre orelhas é que serviam apenas para separar a cabeça, apoiar os óculos e ajudar a captar os sons. Continue lendo “A orelha que mudou o rumo de uma nação”
Os venezuelanos vão às urnas no próximo domingo para votar em peso no candidato de oposição Edmundo González e Nicolás Maduro será reeleito. E, pelo andar da carruagem, com as bênçãos do Brasil. “Eles que elejam os presidentes que quiserem”, disse Lula na sexta-feira, como se fossem livres as eleições promovidas pelo ditador do país vizinho. Continue lendo “Eles não querem Maduro”
Onde o tiro é livre, as armas e as balas também, era uma questão de tempo e oportunidade que o maior incentivador da violência política nos Estados Unidos fosse alvo de um atirador. Continue lendo “Tiros”
O atentado a Donald Trump na Pensilvânia recomenda assistir ao filme Guerra Civil, lançado no Brasil em abril e disponível no Prime Vídeo, para saber o risco que os Estados Unidos correm, diante da escalada da violência política e de divisão do país. Continue lendo “Distopia americana”
Virou lambança aquilo que deveria ser a regulamentação da reforma tributária. Os lobbies melaram tudo, a Câmara dos Deputados bateu palmas e o presidente da República, e todo o PT, aliado ao bolsonarismo, também! Continue lendo “Lambança”
Pode haver algo mais vil, mais pusilânime, mais infame, mais ordinário, mais rasteiro, mais vergonhoso do que um governo que não dá o nome dos criminosos quando divulga um comunicado condenando os crimes horrendos que acabam de ser praticados? Continue lendo “Opção preferencial pelas ditaduras”
Descumprir a lei, não pagar dívidas e muito menos multas. Esse tripé, que esbofeteia os cidadãos honestos, foi referendado pela maioria dos deputados federais com a aprovação de mais uma anistia a dívidas de partidos políticos, a quarta pós-1988, desta vez com o absurdo adicional de incluí-la na Constituição. Um escárnio com requintes de crueldade, escancarado na redução do fundo eleitoral para candidatos pretos e pardos, ferindo o princípio universal de que todos são iguais perante a lei. Mas tudo vale no país do perdão. Continue lendo “O país do perdão”
Quem, nesse mundo de meodeos, que tivesse um tiquinho de noção de ética, moral e de bons costumes mandaria fazer um broche com os três Is e, pior, sairia por aí distribuindo pra chefes de Estado? Continue lendo “O Broche do Imbrochável”
Eu estava torcendo por Michelle Obama entrar na corrida pela presidência dos EUA para virar a mesa lá, e a mesa que virou foi do outro lado do Atlântico. Minha pontaria não anda muito boa…