Meus parabéns a Lula e Dilma

No dia histórico em que a Petrobrás, 12 anos após ter sido privatizada pelo PT, apresentou – com muitos meses de atraso – seu balanço que confessa prejuízo de R$ 21,5 bilhões, com R$ 6,2 bilhões de perdas para a corrupção –, quero dar meus parabéns a Luiz Inácio Lula da Silva e a Dilma Rousseff.

A rigor, deveria dar os parabéns também ao povo brasileiro, que elegeu e reelegeu os dois, mas a frase de Gláuber Rocha – “A culpa não é do povo” – me persegue, e então restrinjo os parabéns aos dois gênios, Lula e Dilma.

São gênios. Mereceriam o Nobel, o Pulitizer, o Oscar, o Globo de Ouro.

Qualquer honraria seria menor do que eles merecem.

Luiz Inácio Lula da Silva é o maior vendedor de ilusões que já existiu na história da humanidade.

Conseguiu vender até mesmo Dilma Rousseff – e o país comprou. E comprou de novo!

Dilma Rousseff é a maior nulidade que já existiu na história da humanidade. Nunca, ninguém, em época alguma, foi tão incompetente, em todas, todas, todas as suas ações, quanto Dilma Rousseff.

Ela não conseguiu manter uma loja de R$ 0,99! Levou a loja à falência!

Ela conseguiu levar à lona um país que tinha até boas chances de se dar bem.

Mas, sobretudo, especificamente falando, neste histórico dia em que a Petrobrás apresenta com absurdo atraso seu balanço de 2014, ela conseguiu ser os três macaquinhos ao mesmo tempo. Ela não viu, ela não ouviu, ela não falou nada ao longo de 12 anos enquanto a Petrobrás era roubada em R$ 6,2 bilhões – segundo as contas da própria empresa.

Ela era a ministra das Minas e Energias no primeiro governo Lula, e, portanto, a chefona da Petrobrás, já que, nos governos petistas, as estatais pertencem ao governo da vez, e não ao Estado brasileiro, ou ao público. No segundo governo Lula, ela era a chefe da Casa Civil, a gerentona do governo todo. Mandava em tudo.

E não foi capaz de ver, de ouvir, nada. O partido dela roubou da maior estatal do governo dela R$ 6,2 bilhões – e ela não estava sabendo de nada!

Oscar é pouco, Nobel é pouco. Qualquer homenagem é pouca Nunca houve na história gente como Lula e Dilma. Ah, não. Nunca houve, e jamais haverá, nada como Lula e Dilma.

22 de abril de 2015

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