O currículo demonstra: Dilma é incompetente

Dilma Rousseff é incompetente.

Jamais obteria um emprego como executiva em empresa privada séria, que não dependesse de favores do governo: seu currículo – além de mentiroso – é ruim.

Criou-se a lenda de que ela é uma gerentona competente. É lenda pura, num país chegado a uma lenda – do saci pererê, do boto, da mula sem cabeça, de Collor caçador de marajás, de Nelson Jobim conhecedor de constitucionalismo.

Este texto não tem, nem pretende ter, novidade alguma. Pretende ser apenas um resumo rápido de fatos incontestáveis.

         1 – Rasgar dinheiro.

A propaganda da candidata, na tentativa de mostrar quão bonzinho é seu coração, disse e repetiu que, quando era garotinha, Dilma viu um menino pobre e, já socialista, quis dividir a riqueza, pegou uma nota, cortou e deu metade para o menino pobre. Pode ser mais uma das muitas mentiras que acompanham a carreira dela. Mas, se for verdade, prova apenas que ela é incompetente desde criancinha. Na minha terra, quem rasga dinheiro é louco.

         2 – A guerrilheira.

Um dos mais importantes itens do currículo de Dilma é o fato de ela ter participado da luta armada contra a ditadura militar. Se deixarmos de lado os juízos de valor, a discussão teórica sobre a validade da luta armada, e nos ativermos apenas à questão em si, nos deparamos com o fato, alardeado pela candidata e sua campanha, de que ela se engajou na luta armada, sim, mas não pegou em armas, não matou ninguém. Ora, uma guerrilheira que não pega em armas, não mata ninguém é incompetente. Serve pra que, exatamente, um repórter que não reporta, um jogador de futebol que não pega na bola, um professor que não ensina, um cantor que não canta, uma guerrilheira que não pega em armas?

         3 – A empreendedora.

Uma única vez na vida Dilma Roussef se aventurou em um negócio, um empreendimento, um trabalho que não fosse para algum governo de partido do qual era apaniguada. Inaugurou uma loja de produtos importados no Centro Comercial Olaria, em Porto Alegre, em 1995, que vendia brinquedos importados, badulaques, tipo R$ 1,99. A lojinha faliu, fechou, 17 meses depois de aberta.  

Incompetência.

         4 – A carreira pública: Porto Alegre e Ministério.

Dilma foi diretora-geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, por indicação de Carlos Araújo, político influente na cidade e, na época, marido dela. Os cargos que ocupou foram todos por indicação de padrinhos políticos, primeiro no PDT, depois no PT. Indicação de padrinhos políticos, sabemos todos, não exige competência.

Foi escolhida por Lula no primeiro mandato para ocupar o Ministério de Minas e Energia. Criou-se então a lenda segundo a qual Dilma entende de energia, é gerente competente. Sei de pelo menos dois casos de especialistas na área de energia que ficaram surpresos com o desconhecimento de Dilma sobre o assunto. No Ministério, como diz Elio Gaspari, jornalista insuspeito de golpismo direitista, “assistiu ao loteamento de sua pasta e à ida do engenheiro Silas Rondeau para a presidência da Eletronorte. Qualificava-se com títulos da Universidade Sarney, onde teve como orientador o eletrizante empresário Fernando, filho do ex-presidente. Em 2004, a ministra fritou o presidente da Eletrobras, Luiz Pinguelli Rosa, engenheiro nuclear, doutor pela UFRJ, com passagens por sete universidades estrangeiras. Para o seu lugar, turbinou-se Rondeau, que acabou substituindo-a no Ministério. Em maio de 2007, um assistente do doutor foi preso pela Operação Navalha. Acusado pela Polícia Federal de ter recebido R$ 100 mil de uma empreiteira, Rondeau deixou o cargo. Denunciado por gestão fraudulenta e corrupção passiva, ele se tornou o sétimo ministro do Nosso Guia apanhado pelo Ministério Público.”

Não há qualquer prova de competência de Dilma em sua passagem pelo Ministério de Minas e Energia.  

         5 – Ministra-chefe da Casa Civil (1)

Com a necessidade do governo Lula de se ver livre de José Dirceu, flagrado com as manoplas na botija como o que seria classificado no STF de chefe da quadrilha do mensalão, Dilma deixou as Minas e Energias e foi promovida à cadeira deixada vazia por motivos torpes. Aí inventaram como arma de marketing o PAC – assim como haviam inventado o fura-fila nos tempos de Maluf, o aero-trem nas eternas campanhas do Levy Fidelis. Lula inventou que Dilma seria candidata à sua sucessão e criaram a história da mãe do PAC, a gerentona do crescimento econômico.

Mas o que é o PAC, além de uma lenda? O PAC é uma entidade tão fictícia quanto Papai Noel, ou a competência de Dilma.

Como contabiliza editorial de O Globo de 30 de julho passado:

“Os números: em 2007, dos R$ 16 bilhões reservados (empenhados) para o PAC, apenas R$ 4,5 bilhões, ou menos de 30%, foram efetivamente gastos; em 2008, o índice subiu para 60%; este ano, no entanto, o quadro voltou a piorar: até 21 de maio, passado quase meio ano, só foram empenhados 37,6% da dotação de R$ 20,5 bilhões, e pagos somente R$ 3,7 bilhões. Mesmo assim, R$ 3 bilhões provieram do orçamento do ano anterior.”

Em suma: o PAC é fura-fila, aero-trem, gogó, muita placa, muito palanque diante de pedra inaugural e pouca obra.

Este é um governo que discursa em palanque, não administra, não governa. Anuncia obra, promete obra, discursa – e não faz.

Dilma é uma gerente incompetente.

         6 – Ministra-chefe da Casa Civil (2)

A obra mais concreta, mais clara, mais visível, de Dilma Rousseff como ministra-chefe da Casa Civil chama-se Erenice Guerra.

Dilma escolheu Erenice como sua chefe de gabinete, seu braço direito, sua faz tudo. Quando Dilma, já ungida candidata de Lula, passou meses viajando junto com o chefe para visitar palanques pelo Brasil inteiro, meses e meses antes do início da campanha eleitoral, quem tocou de fato a Casa Civil foi seu braço direito.

Deu no que deu.

Erenice, a mais perfeita tradução da expressão bolsa família, segundo o Millôr, tem muitos parentes. Haja teta para tanta boca. Mas ela dá um jeito. Em 15 anos, Erenice, seus três irmãos e dois filhos passaram por pelo menos 14 cargos públicos, segundo levantamento divulgado por Elio Gaspari, nos setores de urbanismo, educação, saúde, transportes, segurança, energia, planejamento.

Dilma é absolutamente incompetente para escolher braço direito. Como braço direito, ela escolheu uma imensa família de gafanhotos.

Não dá nem para imaginar se ela tivesse que escolher trinta e tantos ministros.

         ***

Com esse currículo, nenhum empresário, em sã consciência, contrataria a mulher para gerenciar coisa alguma.

E vamos votar nela para administrar o Brasil?

Setembro de 2010

6 Comentários para “O currículo demonstra: Dilma é incompetente”

  1. Incompetente em último grau mas, absurdo dos absurdos, foi eleita “presidenta” do Brasil.
    Não sabe fazer o “O” com o fundo da garrafa mas
    foi eleita. O Curriculo da “Presidenta” está disponivel na internet. Acesse e confira…

  2. Mais incompetente, e quem escolheu ela para ser presidente do BRASIL e quem votou nela.

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