John no céu com diamantes

As pessoas morrem logo, e em geral nem um pouco mais sábias do que quando nasceram, diz uma bela música dos anos 60. Ah, meu amigo, estamos mais velhos, mas não mais sábios, constata outra. Muito em breve você estará morto, John Lennon avisava em “Instant Karma”, para em seguida perguntar e dar a pista para a resposta: por que, afinal, estamos aqui? Com certeza não é pra viver em dor e medo.

***

John Lennon é uma das pessoas mais fascinantes que passaram por este planeta, e não só por ter sido o gênio e o motor criativo dos Beatles, a mais completa tradução dos anos que mudaram tudo. Especialmente, por ter mostrado, com sua vida, a grande beleza (rara, raríssima, como todas as grandes belezas) que é crescer, aprender, amadurecer, tornar-se mais sábio. Por ter registrado tão nitidamente na História a sua história pessoal, a trajetória luminosa do temor do medo à convivência com os medos, o caminho da angústia à sabedoria, da dor à paz.

“Mamãe, não vá; papai, venha pra casa.” John canta, berra, urra, uiva esta dor dez vezes seguidas, em “Mother”, de 1970, a rigor o seu primeiro disco solo, sem Beatles. (Para lembrar: o pai fugiu de casa; a mãe, Julia, casou de novo e entregou o filho à irmã, Mimi; quando John tinha cinco anos, o pai reclamou sua custódia e ficou com ele por algumas semanas, devolvendo-o em seguida para Julia, que logo o entregou para Tia Mimi; quando John tinha 12 anos, morreu o marido de Tia Mimi; quanto John tinha 16 anos, a mãe morreu atropelada por um policial bêbado. O pai só voltou a procurá-lo quando John, aos 24 ou 25 anos, era Beatle e milionário.)

         Do lúgubre sino de igreja até os sininhos da felicidade

Moda Brasil - JonhPois então, aos 30 anos, John despe a sua dor da perda sob os holofotes, expõe o seu fracasso na parada de sucessos, como diria Caetano. A música “Mother”, a primeira faixa de seu primeiro disco de fato solo, abre com batidas de sino; batidas pesadas, sinistras, de um “sino de morte”, como ele mesmo definiria três dias antes de ser assassinado, no dia 8 de dezembro de 1980. Em 1980, aos 40 anos, abriu também com sinos a primeira faixa de Double Fantasy, o disco em que despiu sua paz e sua felicidade por estar fora do carrossel da busca de fama e sucesso, e, sobretudo por estar sendo amado pela mulher e pelo filho que amava. Eram sininhos suaves, alegres, no começo de “(Just Like) Starting Over”, começando de novo depois de cinco anos fora dos estúdios, suaves e alegres como os versos “Nossa vida juntos é tão preciosa, juntos nós crescemos, nós crescemos”.

“Foi um longo tempo pra chegar de um lúgubre sino de igreja até esse doce sininho de felicidade”, constatou, três dias antes que esgotasse o tempo que lhe foi dado para viver.

Para não se perder a perspectiva do tempo, é bom lembrar que foi John Lennon (paralelamente e em justaposição ao que fazia o outro grande gênio da música popular em língua inglesa de sua geração, Bob Dylan) que, nos anos 60, abriu caminho para colocar em disco algo mais do que versos bem ou mal construídos, com rimas às vezes interessantes, em geral repetitivas, para colocar em disco sentimentos, emoções, sensações, histórias, conclusões de verdades, pessoais, vividos, experimentados, vindos do coração, do umbigo, e não da vontade de ganhar a vida no ofício de colocar hits nas paradas. Se não tivesse existido John (e Dylan), não haveria a estrada que permitiu a existência das letras de Paul Simon, Leonard Cohen, Joni Mitchell, ou Lou Reed e Morrissey (ou tampouco, aqui, de Chico ou Caetano, Cazuza ou Renato Russo).

         O vírus da verdade pessoal no vazio da música de consumo

Ainda um Beatle, nos anos 60, John infeccionou com o vírus da verdade pessoal a impersonalidade e o vazio da música de consumo; começou o strip-tease de alma em letras como “Nowhere Man”, “Help”, “Girl”, “In My Life”, “She Said She Said”, “Strawberry Fields Forever”, “Yer Blues” – embora ainda assinando em parceria com Paul McCartney, por um contrato jamais escrito mas só formalmente rompido em 1970, ano da separação oficial dos Beatles.

Eles se separaram por todos os motivos do mundo (por “diferenças pessoais, diferenças musicais, diferenças empresariais e, sobretudo, porque eu gosto mais de ficar com a minha família”, como definiu Paul), mas, para boa parte dos fãs dos Beatles (e boa parte da humanidade era fã dos Beatles), a culpa foi de Yoko Ono. Pode até ser – embora nem interesse. “Trabalhar com seu melhor amigo é uma felicidade”, diria John a uma rede de rádio, no dia em que cruzou com seu assassino na calçada do edifício Dakota. “Ao longo de toda a minha carreira”, ele havia dito três dias antes, “só escolhi duas pessoas para trabalhar: Paul McCartney e Yoko Ono”. E completou, com a suavidade permitida pelo tempo passado desde o divórcio tumultuado, doloroso, cheio de mágoas e de lavagem de roupa suja em público e em vinil com seu primeiro parceiro: “As escolhas não foram más”.

Culpada ou não pelo divórcio da mais extraordinária união musical do século, Yoko Ono – esta é a verdade dos fatos – alterou radicalmente a trajetória pessoal e artística de John. Assim como os compositores Lennon e McCartney potencializavam as qualidades e habilidades musicais um do outro, transformando em quatro bilhões a soma de um mais um, a soma das personalidades de John e Yoko resultou numa multiplicação pela potência máxima. O experimentalismo vanguardista, o total desapreço pelas convenções (mais: a vontade onipresente de ir contra as convenções) e a força pessoal de Yoko impulsionaram John para muito além do que ele certamente poderia supor.

         Despiu a alma nas canções e o corpo na capa do disco

Ele não só despiu a alma em suas canções; tirou também a roupa externa diante do respeitável público, na capa do primeiro dos três discos experimentais-vanguardistas que fez com Yoko, ainda na segunda metade dos anos 60. As fotos maravilhosas de John e Yoko nus, de frente e de costas, na capa e na contracapa de Unfinished Music nº 1 – Two Virgins, chocaram o mundo mais violentamente do que a frase de John dizendo-se mais famoso que Cristo. Quem sai na frente leva a porrada maior. Hoje, nesta época de nudez em horário nobre na TV, alguém pensaria em proibir, como fizeram na época dos milicos, a foto de Caetano, Dedé e Moreno nus, na capa do disco Jóia, de 1975?

johnnuAs fotos de John e Yoko nus em 1968 eram de fato agressivas – porque agressivamente belas, no agressivo despojamento da nudez de um casal de pessoas de corpos lindos por serem nada esculturais, apenas de pessoas, como 99% das pessoas, que não são misses nem modelos.

John posou pelado com Yoko em capa de disco, ficou semanas deitado com ela em quartos de hotéis de luxo mundo afora pedindo paz e amor, desafiou a caretice, atraiu o ódio, desprezo e até comiseração. Ganhou o título de “Palhaço do Ano de 1969”, dado pelo jornal London Daily Mirror. Deixou de ser rei – para ser real.

“Eu era o fazedor de sonhos, agora renasci, agora sou John”, resumiu no seu anticredo do mesmo disco de “Mother”, “God”, em que parte do princípio de que Deus é um conceito através do qual medimos nossa dor, para desafiar um rosário de pérolas em que não crê – Mantra, magia, Buda, Jesus, Kennedy, Elvis, Dylan, Beatles – até chegar à conclusão de que acredita apenas em si próprio e em Yoko – “e isto é realidade”.

         Um radical num tempo radical, com slogans revolucionários

John já havia começado a mostrar sua visão pessoal sobre a realidade do mundo em transformação quando ainda assinava-se Lennon-McCartney em músicas como “Revolution”, “Give Peace a Chance”. Depois de Yoko, soltou-se mais também no desnudamento de sua visão do mundo. Criou slogans libertários, solidários, fraternos – dêem uma chance para a paz; poder para o povo, já; liberdade para o povo, agora; nós todos brilhamos como a lua, as estrelas e o sol; vamos acabar com todas as lutas; a guerra termina, ser você quiser; a mulher é o negro do mundo.

johncamaEnvolveu-se diretamente com o que os americanos chamam de radicais – a ala esquerda da geração que nos anos 60 lutou pelos direitos civis, contra a guerra do Vietnã, contra o militarismo, contra a direita republicana. Como Bob Dylan, sempre politizou o pessoal, e personalizou a política, conforme notou um crítico inteligente. Mudando-se para Nova York em 1971, amigo de líderes radicais como Jerry Rubin e Abbie Hoffman, ajudou a organizar manifestações contra o envolvimento americano do Vietnã, pela libertação de presos políticos como Angela Davis, ou a favor dos presos da penitenciária de Attica.

Eram os anos Nixon, e ele passou a enfrentar dificuldades com o Departamento de Imigração, que se negava a dar-lhe o greencard, o visto de permanência nos Estados Unidos. Queixava-se de estar sendo seguido por agentes do FBI e de ter seu telefone sob escuta.

Foram também anos de diversas lutas na Justiça – contra as seguidas tentativas do governo de deportá-lo, com base em uma antiga prisão por posse de drogas, ainda na Inglaterra; pela dissolução legal da sociedade com os Beatles; pela custódia de Kioko, a filha de um casamento anterior de Yoko; contra uma acusação de não haver honrado um acordo para a produção de um LP para um tal Morris Levy, dono de uma editora musical.

“A vida vem em ondas como o mar”: foi nessa época turbulenta que veio a turbulência maior, a separação de Yoko, em 1973. Com a separação John afundou-se em bebida e cocaína, no que ele mesmo chamou de “fim de semana perdido de 18 meses” (Lost Weekend é o título original do filme Farrapo Humano, de Billy Wilder, em que Ray Milland interpreta um escritor alcoólatra no fundo do poço da degradação).

Do fundo do poço, voltou a despir seu desespero na música: “Estou apavorado”, repete 15 vezes na tetricamente bela “Scared”, do disco Walls and Bridges, gravado em 1974. O disco tem uma música chamada “Ninguém Te Ama Quando Você Está Por Baixo e Por Fora”.

         Um artista singular cuja obra-prima é a própria vida

Muros e pontes. De uma forma singular, como tantas coisas na história desse artista cuja obra-prima foi a própria vida, Walls and Bridges foi a ponte que o levou de volta a Yoko. Seu amigo Elton John, na época no auge do sucesso, tocou órgão e piano e dividiu o vocal com John em uma faixa do disco – ironicamente uma das mais descartáveis – “Whatever Gets You Through the Night”, e brincou com ele dizendo que, se a música chegasse ao primeiro lugar, John teria que dar uma canja em um show dele. A música chegou ao primeiro lugar – por outra ironia, foi a primeira música de John a chegar ao primeiro lugar desde a separação dos Beatles (todos os outros três já haviam chegado lá antes). Ele deu a canja no show do Elton John, no Madison Square Garden, e, ao final, encontrou-se com Yoko atrás do palco.

Cunhou uma bela frase para explicar a volta para casa: “A separação não deu certo”.

A volta ao casamento deu. Como “a vida vem em ondas como o mar”, o casal mergulhou, a partir do final de 1974, em sucessivas ondas de boas novas. Yoko ficou grávida e com isso apressou-se o fim dos processos para a deportação de John, que em 1975 recebeu finalmente o visto de permanência nos Estados Unidos; as questões que atavam os Beatles a complicados processos judiciais foram finalmente resolvidas; o tal dono de uma editora musical perdeu a causa que movia contra ele na justiça. No dia 9 de outubro de 1975, o dia dos 35 anos de um John Lennon pacificado, nasceu Sean. “Estou mais alto que o Empire State”, disse. E caiu de cabeça no papel de dono de casa e pai em tempo integral, deixando com a mulher a administração dos negócios e da fortuna.

         Fora do carrossel, em casa, realizando a utopia particular

doublefantasyOs cinco anos que John passou em casa, cuidando de Sean, fora do carrossel, sem fazer música, sem lutar por nada, foram, como bem notou um crítico, a realização prática de utopia que pregou em boa parte de sua obra e que sintetizou esplendidamente em “Imagine”, seu hino “anti-religioso, antinacionalista, anticonvencional, anticapitalista”, como ele mesmo definiu. Foi feliz em seu paraíso pessoal, em seu direito à preguiça, em seu ócio, onde cultivou poucos vícios (como o de fazer pão em casa, passar horas junto a uma janela do Dakota diante do Central Park ou , quando viajava com Sean e Yoko, comprar também as cadeiras da frente, de trás e do lado, para não ter que atender a algum curioso perguntando quando é que os Beatles iriam se unir de novo). O vício das drogas, abandonou, de um jeito manso e sem ansiedade. Desde o início dos Beatles, com pouco mais de 20 anos, culminando com os 18 meses de farrapo humano, havia se dedicado, em períodos alternados, a pílulas, maconha, ácido, álcool, heroína e cocaína. Aos 40 anos, dizia que, se alguém passasse um baseado, até fumava, mas nunca iria atrás, e só. Estava amadurecido. Não precisava mais.

Amadurecido, mais sábio. A tal ponto que sabia até desconfiar das certezas. “Quando eu era mais jovem, vivia em confusão e profundo desespero; agora estou mais velho; quanto mais vejo, menos sei com certeza. O futuro é brilhante, e o momento é agora”, escreveu em Borrowed Time”, uma das cerca de 15 músicas que compôs em 1980, saindo dos cinco anos de reclusão para lançar em discos de John e Yoko – primeiro Double Fantasy, depois Milk and Honey. Estava decidido a não fazer mais discos só de John Lennon; ou o público aceitaria discos meio John, meio Yoko, ou então ele simplesmente não estaria mais interessado em gravar, dizia.

“Eu sou um roqueiro renascido, sinto-me restaurado”, disse no dia 5 de dezembro de 1980.

         Com esperança e vontade para outros 40 anos produtivos

Não tinha fórmulas para oferecer para o mundo; sabia que cada um tem que criar a sua. “Eu não posso despertar você. Você pode se despertar. Eu não posso curar você. Você pode se curar”.

Convivia em paz com o medo e o desconhecido. “Eu geralmente tenho medo, e não tenho medo de ter medo”. E: “Aceite o desconhecido e será uma viagem tranqüila. Tudo é desconhecido – aí você estará à frente do jogo”.

Na viagem dos sinos lúgubres de “Mother” aos sinos da felicidade de “(Just Like) Starring Over”, havia aprendido também que não é o pai, não é a mãe, nem mesmo a sociedade que é responsável pela escolha do caminho a se percorrer na vida. “Quando a gente é adolescente”, disse, “reclama do que a mamãe, o papai ou a sociedade fizeram com a gente. Agora estou com 40 anos e não penso mais assim. Isso é uma coisa que precisa ser superada. Eu descobri isso pessoalmente. Eu digo que sou responsável. Eu sei que fazemos nossa própria realidade e que sempre temos uma escolha.”

Tinha esperança e vontade. “Somos jovens. Se Deus quiser, ainda haverá 40 anos de produtividade pela frente”.

Os deuses não quiseram. Ficamos todos menos sábios.

A historinha por trás do texto

Regina Lemos teve a idéia de me encomendar um texto para ser publicado nos dez anos após a morte de John Lennon, no mês exato em que ele completaria 50 anos, outubro de 1990. Ela estava dirigindo a redação da revista Moda Brasil, um título da Editora Globo, então em processo de renovação, remodelação – a editora e a revista. Até 1990, era uma revista exclusiva para modistas, voltada apenas para confecções e lojas; com Regina na direção de redação, virou uma revista feminina moderna, com amplo espaço para reportagens sobre comportamento, cultura.

A experiência deu certo demais – tanto que a renovada Moda Brasil acabou sendo um ensaio geral para a edição brasileira da Marie Claire, um dos títulos mais respeitados do mundo; a editora francesa fechou acordo com a Globo, e em 1991 surgiu a Marie Claire brasileira, dirigida por Regina e com o núcleo que ela havia montado ainda na Moda Brasil. Foi uma belíssima revista, a Marie Claire, especialmente em seus primeiros anos – aliás reconhecidos e premiados –completamente diferenciada das demais da imprensa feminina, com pautas inteligentes, bem sacadas, ousadas, um texto cuidadoso, caprichado, bem feitíssimo, e uma redação democrática como nenhuma outra de que já ouvi falar.  

Quanto ao meu texto para a Moda Brasil… Bem, gostei bastante dele, ao relê-lo agora. Acho que é um bom texto. O que me assusta, hoje, é ver como eu era absolutamente lennonista. E eu fui, de fato, um lennonista ferrenho, até essa época aí, 1990, quando fiz os 40 anos que John tinha ao morrer. A partir daí, fui ficando cada vez mais mccartista. Será sinal dos tempos, de maturidade? Maturidade, provavelmente, seria ser sempre lennon-mccartista – seria compreender que a genialidade era exatamente a soma-multiplicação-exponencial daqueles talentos tão díspares e, ao menos durante um bom tempo, tão complementares.   

 Essa é uma bobagem-brincadeira tão velha quanto ser chiquista ou caetanista, “Sabiá” ou “Caminhando”. Sempre fui fã de carteirinha de Caetano, desde antes do LP Domingo, seu primeiro, de 1966, mas, se entrasse em alguma discussão sobre a bobagem-brincadeira chiquismo x caetanismo, era chiquista desde criancinha. Mas como manter o chiquismo quando Chico apóia a Cuba dos Castro e Caetano tem a coragem maravilhosa de mostrar que o rei está nu, cultiva o anafabetismo e o país hoje cultiva uma idolatria à lá Stálin ou Mao?

Bem, mas estes – tanto o lennonismo x mccartismo quanto o chiquismo x caetanismo – são temas que podem render bons e longos textos.

3 Comentários

  1. Postado em 10/10/2010 às 3:02 pm | Permalink

    Prezado Senhor Sérgio Vaz e Amigos,

    Com os meus cumprimentos, aproveito essa oportunidade em parabenizá-los pelas excelentes informações contidas nesse site.

    E venho ainda, solicitar de vossas senhorias, a gentileza em permitir-me, a utilização de uma parte desse texto, que incluirei em um artigo sobre John Lennon, onde usarei também como implemento o título, se me permite – “John Lennon, assim na Terra e no Céu”.

    Essa postagem será feita em um site que estarei lançando em breve, intitulado, “Gyn Go”, e evidentemente que acrescentarei todos os créditos devidos.

    Registro aqui meus contatos, onde espero contar com vossas autorizações.

    Desde já, antecipo meus agradecimentos, por vossa especial atenção.

    Atenciosamente,

    Dinalva Heloiza
    Editora e Jornalista

  2. Sérgio Vaz
    Postado em 10/10/2010 às 4:16 pm | Permalink

    Cara Dinalva, muitíssimo obrigado por suas referências simpáticas e gentis.
    Sinta-se inteiramente à vontade para transcrever parte do meu texto; se você vai dar o crédito – e tenho certeza de que o fará -, isso só pode ser para mim motivo de alegria.
    Peço a gentileza de você me avisar quando publicar seu texto, e me passar o endereço.
    Um abraço.
    Sérgio

  3. Postado em 16/01/2014 às 7:15 pm | Permalink

    Tão inteligente que és,não consegues separar o Chico artista do Chico homem?

11 Trackbacks

  1. […] os 40 anos de Paul McCartney para a revista Status, e outra sobre os dez anos após a morte de John Lennon para a revista Moda Brasil. Gostei de fazer todos esses trabalhos – mas é completamente […]

  2. Por 50 Anos de Textos » Paris em 04/03/2010 às 1:29 am

    […] praça diante da Notre Dame, à direita dela, na Nuit Blanche, um rapaz cantou “Revolution”, de John Lennon, acompanhando-se à guitarra. A voz era boa, a pronúncia das palavras muito nítida, mas o […]

  3. Por 50 Anos de Filmes » O Círculo / Dayereh em 25/06/2010 às 11:46 pm

    […] lembrei também da canção que abria o disco mais gritantemente panfletário de John Lennon, no auge de seu período revolucionário, contra todo tipo de establishment, Some Time in New York […]

  4. […] Paul McCartney absolutamente genial. Acho que Paul McCartney dá de mil a zero em John Lennon. […]

  5. […] comum, assim como gilete, por exemplo, virou substantivo comum, sinônimo de lâmina de barbear. John Lennon descrevia seu período de entrega total às drogas e à bebida, depois de uma separação de Yoko […]

  6. […] cara da Decca ouviu John Lennon, Paul McCartney e George Harrison e os […]

  7. […] Mas, como até cada folha morta do Hyde Park ou do Ibirapuera está cansada de saber, “Martha, My Dear” é Paul McCartney puro. Não tem absolutamente nada de John Lennon. […]

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