Ah, as definições…
Quebrou a cara. Antes era o sujeito que tentava um negócio mas nada conseguia. Hoje, é o que anda pela rua com a cara enfiada no celular e não vê o poste.
Moça em uma charrete traz o cabelo bem penteado em um rabo de cavalo. O que vê a sua frente? O rabo do cavalo.
Enfiou a faca não é mais nos cobrarem caro por uma compra. Mas o risco de quem não viu o ladrão armado.
Quem conta um conto, aumenta um ponto. Foi assim que começou o superfaturamento.
Quem sai aos seus não degenera. Na política, vira candidato.
Quando a esmola é muita, o santo desconfia. Mas se é doação de campanha tudo bem.
]A bailarina cai em si, mas em dó já está em pé.
Está ferrado. Pelo menos em um lugar essa é uma boa notícia. No estábulo.
Levou o cano. Colaboração de quem constrói uma casa em mutirão.
Deu com os burros n’água. Vinha com a carroça e não notou que a ponte da estradinha havia ruído.
Morreu de rir. Pensou que o revólver apontado pelo ladrão fosse brinquedo.
Tolerância. Pode-se ter com os que, sem mais o que fazer, ficam escrevendo bobagem. O autor deste texto agradece.
Esta crônica foi originalmente publicada no blog Vivendo e Escrevendo, em 6/5/2026.
