Será que Dilma se olha no espelho?

Quem será Dilma?

Fico me perguntando isso – talvez por muita ingenuidade.

Seria Dilma um ser humano, assim como eu e você?

 Teria Dilma sentimentos, sensações? Teria Dilma um espelho em casa?

Seria Dilma capaz de se olhar no espelho? Se Dilma se olhasse no espelho, não se perguntaria o que estaria fazendo na vida?

 Dilma fala uma mentira atrás da outra, com a maior cara de pau.

Será que Dilma acredita que todo o resto do mundo é débil mental?

Será que Dilma acredita nas mentiras que fala sem parar, uma após a outra?

Seria Dilma débil mental?

Dizem que Dilma faz o que lhe mandam fazer. O chefe diz pra ela fazer cara feia, ela faz cara feia. O chefe diz para ela sorrir, ela mostra os dentes – um horror.

Diz um amigo meu, muito safo, que tudo é estudado, combinado: ela fala uma mentira, repete a mentira – uns 200 brasileiros desinformados, deseducados, acreditam. Repete de novo a mentira, e pode ser que outros 200 brasileiros desinformados, deseducados, acreditem.

Pode ser, pode ser. Mas tento ainda entender o fenômeno: Dilma faz o que lhe mandam fazer, mente, mente, repete a mentira. Mas, ao chegar em casa, antes de dormir, ou ao acordar, ela não se olha no espelho?

O que será que Dilma vê, quando se olha no espelho?

Será que, quando Dilma se vê no espelho, se acha uma pessoa digna, uma verdadeira batalhadora, uma stanilista de fato, lutando contra o reacionarismo, os brancos, os contra-revolucionários?

Será que, quando se olha no espelho, Dilma não percebe que até Kruschev, em 1957, era anti-Stálin?

Será que Dilma acha que ela é o Stálin redivivo?

Quando ela fala as imbecilidades sobre privatização, será que Dilma acha que estamos pré-1954, na campanha do petróleo é nosso?

Quando fala idiotices sobre empresa pública, empresa estatal, será que Dilma de fato crê nisso? Ou só acha que é mais fácil sua amiga Erenice e os filhos dela roubarem mais, havendo muitas empresas públicas e sendo o Estado cada vez mais inchado e poderoso?

O que será que Dilma pensa da vida?

Será que Dilma existe?

Como seria possível respeitar uma guerrilheira que exige pagamento do Estado por ter sido guerrilheira, e ao mesmo tempo diz que não pegou em armas?

Como seria possível respeitar uma mulher que abdica de tudo o que se defendeu para as mulheres e de repente se esconde embaixo das batinas dos padres e dos bispos sem batinas, e se declara desde sempre contra o aborto?

Existe uma tal de Dilma? Ou é uma invenção, uma ficção, um ser não humano criado por um Frankenstein de décima-quinta categoria?

Confesso que não consigo entender o enigma Dilma. Fico imaginando se algum psiquiatra muito safo, muito experiente, conseguiria nos explicar.

O que sei é que o Frankenstein – Lula – parece cada vez um caso de psiquiatria. Sofre de um dos piores tipos de doenças mentais, aliás a mesma de Napoleão, de Stálin: a egolatria, a mania de grandeza. Doença ruim. Napoleão foi o responsável pela morte de alguns milhões de pessoas. Stálin o suplantou.

Lula, tadinho, não chegou lá. Talvez bem quisesse – mas não chegou lá. Lula talvez tivesse querido nascer em pais mais chegado a um czar, a um tzar, a um kaizer, a um Hitler, a um Ahmedinajad, a um Marcos, a um Chávez, a um Evo.

Lula, tadinho, não chegou lá. Deu azar. Deu o azar danado de ter nascido no Brasil.

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