Arquivos do Rótulo: Sobre Suportes Físicos

Quase acabando. Mas as miudezas…

Oba! Tá quase acabando! Os livros e a papelada das pastas suspensas já estão no lugar. Agora só falta arrumar as miudezas. Ler Mais »

Sítio arqueológico de difícil acesso

Oi, Filha! Hoje, na última etapa da escavação dos sítios arqueológicos do apartamento, chegamos ao Buraco 2, região de acesso dificílimo, quase impossível. Ler Mais »

Já que é inevitável, algum bom humor, vai

Com a descupinização fase 2 (sala e corredor), e a necessidade de tirar tudo das estantes grudadas nas paredes, estou me iniciando na nobre arte do desapego. Ler Mais »

Indiana Jones e o Reino dos Suportes Físicos

Valdir, caríssimo,

Tá dureza retomar a vida depois de 16 dias fora de casa. Tá tudo um caos. Ler Mais »

Quem toca a bateria?

No mesmo dia em que a Cora Rónai, aquela arauta das modernidades, escreveu em O Globo mais um dos tantos obituários definitivos dos suportes físicos – livros, discos, LPs, CDs, DVDs, Blu-rays –, recebi uma mensagem do meu amigo e mestre Carmo Chagas perguntando quem toca a bateria em “Noite dos Mascarados” com Chico e Elis e quem toca a viola em “Felicidade (Felicidade foi embora)” com Caetano. Ler Mais »

Como as velhinhas no casarão de Bouboulina

Fui hoje à 2001 da Paulista. Estava, claro, cheia como não ficava fazia muito tempo. Todo mundo comprando antes que acabe. Ler Mais »

A locadora fecha, e nem dobram os sinos

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É, o cerco está se fechando – e a uma velocidade absurda, brutal. Ler Mais »

O guia de filmes mais vendido do mundo acabou

Pode-se até não gostar dele, mas o guia de filmes de Leonard Maltin é uma instituição – e uma instituição importante, venerável, respeitável. Não só é o guia de filmes mais vendido do mundo, como é, certamente, o mais longevo, o que teve maior número de atualizações. Ler Mais »

Ainda e sempre os suportes físicos

Nesta segunda-feira de carnaval voltei pra casa com um monte de suportes físicos, essa coisa em extinção. Ler Mais »

Mas, senhor D, I’m so restless

Hoje me deu vontade de ouvir “I’m so restless”. Não uma vontadezinha: uma baita vontade, dessas irremediáveis.

Minha mãe dizia que vontade é coisa que dá e passa. A rigor, a rigor, é bem verdade. Ler Mais »

Sobre suportes físicos – e Dylan

Cheguei em casa excitado, feliz feito pinto no lixo, feito Fê diante de Marina, porque trazia um novo suporte físico. Another Self Portrait (1969-1971) – The Bootleg Series Vol. 10. Ler Mais »

Suportes físicos: o cerco se fecha

Hoje eu vi, com estes olhos que a terra há de comer depois de virar cinza, a Compact Blue começar a fechar sua última porta. Ler Mais »

Sobre suportes físicos, o amor a vida a morte

Jurássico, dinossauro, pré-antigo, cheguei hoje em casa com seis CDs. E feliz da vida.

Os CDs estão acabando. Na verdade – nos dizem todos os dias os arautos da modernidade – todos os suportes físicos estão acabando. Ler Mais »

Dúvidas metafísicas sobre os discos

Há semanas vinha pensando vagamente em escrever – mais uma vez – sobre isso que agora se chama suporte físico. Ler Mais »

De Madeleine Peyroux para a minha geração

zzmadeleine1Madeleine Peyroux dedica seu disco de 2012, The Blue Room, à sua mãe. Está na terceira página do rico encarte do CD; a capa do encarte é a reprodução exata da capa do disco; na página 2 há uma foto da cantora, um big close-up que mostra seu rosto entre as sobrancelhas e a boca; a página 3 é toda negra, com as palavras “for Mom” em caixa alta, em azul. Ler Mais »