- :: A música diferente do grupo Rumo: a música da fala. Publicado no Jornal da Tarde, 7/11/1981. Texto de Sérgio Vaz
Os ouvidos que preferem repetição e a redundância (ouvidos que se chocaram com as guitarras elétricas e a colagem de imagens de “Alegria, Alegria”, ou com a justaposição concretista de vozes de ou não, o primeiro LP de Walter Franco, por exemplo), esses ficariam igualmente chocados ao ouvir o grupo Rumo interpretar músicas como “Canção Bonita”. Ler Mais »
- :: De Minas para o mundo. Publicado no Jornal da Tarde, 29/10/1981. Texto de Sérgio Vaz
Uakti – Oficina Instrumental é um dos melhores discos lançados este ano. E um dos discos mais criativos, arrojados, novos e fortes da música brasileira nos últimos tempos. Ler Mais »
- :: Uma bela voz, um repertório variado, alguns probleminhas técnicos. Por Sérgio Vaz
O palco está pouco iluminado. No canto direito, Zizi Possi lança a cabeça e os ombros bem para trás – e por um momento tem-se a impressão de que ela está fazendo aquele movimento para aliviar sua tensão. Ler Mais »
- :: O oitavo disco do cantor cearense, gravado em Madri, reuniu diversos artistas espanhóis. Por Sérgio Vaz
Os fanáticos com a arte irremediavelmente presa às raízes, os que não aceitam mistura ou evolução, as pessoas que acham que lugar de músico crioulo é (só) na quadra da escola de samba, ou na Marquês de Sapucaí, e que lugar de músico nordestino é (só) nos forrós, puxando xote e baião, esses devem passar bem ao largo de Traduzir-se, 8º LP de Raimundo Fagner. Ler Mais »
- :: Antes de João, e com João, Elizeth Cardoso fez um ensaio geral do que seria a bossa nova. Publicado no Jornal da Tarde, 25/9/1981. Texto de Sérgio Vaz
Está de volta às lojas, reeditado há poucos dias (o texto é de 1981) pela PolyGram, um LP importantíssimo, um marco histórico da música popular brasileira. Seu lançamento original foi há 23 anos – quando, portanto, boa parte do público que consome disco no país estava engatinhando, ou nem isso. Ler Mais »
- :: Romance Popular é um dos melhores discos de Nara Leão. Publicado no Jornal da Tarde, 27/6/1981. Texto de Sérgio Vaz
Quando Nara Leão estava ouvindo diversas músicas inéditas, gravadas em fitas, para a escolha deste que seria o 15º disco só seu, rejeitou várias delas por conterem “muita lamentação”. Essas músicas rejeitadas, diz ela, “tinham um clima pra baixo que era exatamente o oposto do que eu queria”. Ler Mais »
- :: Os dois parceiros lançaram ao mesmo tempo seus álbuns de 1981. Por Sérgio Vaz
Quando, em 1974, Gilberto Gil gravou “Eu Só Quero um Xodó”, e a música fez um imenso sucesso no País inteiro (em apenas dois anos, teve 20 gravações diferentes), seus autores já eram veteranos. Ler Mais »
- :: Sujeito louco, birrento, chato – mas cantor perfeito. Publicado no Jornal da Tarde, 6/6/1981. Texto de Sérgio Vaz
Nove meses de gestação, e o disco ainda não chegou às lojas. Muito mistério, repertório guardado em segredo até poucos dias atrás, todos os estranhos proibidos de entrar no estúdio de gravação. Primeira apresentação pública através de uma rádio do Interior, de Aparecida, escolhida não se sabe exatamente por que motivos. A fita máster com as vozes indo para os Estados Unidos, para receber o acompanhamento. Na volta, o Artista, descontente, mexe no resultado, remixa várias vezes algumas faixas. Ler Mais »
- :: Se o artista parecia mudado, em 1981, é porque o país tinha mudado. Por Sérgio Vaz
Coisa Mais Maior de Grande – Pessoa, nono LP de Luiz Gonzaga do Nascimento Junior em 13 anos de carreira, demonstra algumas verdades fascinantes. Ler Mais »
- :: No seu 12º álbum solo, ele homenageou a estranha sintaxe dos paulistas. Por Sérgio Vaz
Em entrevistas que deu entre a gravação (dezembro de 1980) e o lançamento (março de 1981) de Outras Palavras, seu 12º LP solo, Caetano Veloso fez algumas constatações sobre este seu mais recente trabalho. Constatações que mostram, em suma, que o autor não ficou completamente contente com a sua obra – ou, pelo menos, que o autor não executou a sua obra da maneira como gostaria de a ter executado. Ler Mais »
- :: O resenhista previu que o compositor seria reconhecido, incensado. O compositor é grande, mas o resenhista errou. Por Sérgio Vaz
Seguramente é mínimo o número de pessoas que já ouviram sequer falar de Fernando Falcão, o artista que se apresenta; a partir de hoje e até o próximo dia 5 (este texto é de abril de 1981), na Sala Guiomar Novaes. Ler Mais »
- :: Entre 1979 e 1981, Baden Powell cantou em seus discos - uma grande bobagem. Por Sérgio Vaz
O violonista Baden Powell, todos sabem, é um dos maiores (se não o maior) do País. É tido por muita gente boa como um dos melhores de todo o mundo. É respeitado e aplaudido aqui, e também na França, na Alemanha, na Itália. Pois, Baden Powell resolveu cantar. E o violonista genial é um péssimo cantor. Ler Mais »
- :: Era o que ela dizia, ao lançar seu disco de 1980. Publicado no Jornal da Tarde, 10/2/1981. Por Sérgio Vaz
Elis Regina está mudando outra vez. Está começando nova fase. É o que ela mesma diz sobre seu mais recente disco, Elis, lançado pela EMI-Odeon nas últimas semanas de 1980. O disco, diz ela, é “um grande divisor de águas”. Ler Mais »
- :: Vida, 14º disco do compositor, é imprescindível. Publicado no Jornal da Tarde, 22/1/1981. Texto de Sérgio Vaz
Vida, o 14º LP de Chico Buarque de Hollanda em 16 anos de carreira, pode dar a impressão de velho. E também de ter sido elaborado e gravado apressada e desleixadamente. Ler Mais »