- :: O resenhista previu que o compositor seria reconhecido, incensado. O compositor é grande, mas o resenhista errou. Por Sérgio Vaz
Seguramente é mínimo o número de pessoas que já ouviram sequer falar de Fernando Falcão, o artista que se apresenta; a partir de hoje e até o próximo dia 5 (este texto é de abril de 1981), na Sala Guiomar Novaes. Ler Mais »
- :: Clara Sverner e João Carlos de Assis Brasil fizeram bela homenagem aos compositores. Por Sérgio Vaz
No lado A, duas peças de Erik Satie – Satie, o compositor erudito, que exerceu influência sobre Debussy, Ravel e Stravinsky, um músico sofisticado, amigo de Jean Cocteau e Pablo Picasso, autor de uma obra que surgiu em meio às experiências impressionistas e cubistas na refinada França do início do século. Ler Mais »
- :: Em 1982, a CBS transformou o disco anual de Fagner em superprodução. Por Sérgio Vaz
Raimundo Fagner ainda não conseguiu vender mais discos do que Roberto Carlos – uma das muitas ambições do ambicioso cantor. Ainda não conseguiu chegar à marca de um milhão de cópias vendidas por disco – objetivo que ele pretendia alcançar já com o LP de 1980. Ler Mais »
- :: O primeiro disco pop do ex-Cat Stevens. Publicado no site Aporias, em agosto de 2007. Texto de Sérgio Vaz
Se você ainda não ouviu, vá atrás de um disco chamado An Other Cup, de um tal de Yusuf. Esse sujeito é um dos dois maiores, melhores e mais profícuos criadores de melodias pop dos últimos 60 anos. Igual a ele, só Paul McCartney. Ler Mais »
- :: Livro de Lucy Dias, ótima repórter investigativa da alma humana, reconta os anos 70. Resenha para O Estado de S. Paulo em 2003. Texto de Sérgio Vaz
Cada geração tem sua década, o conjunto dos anos em que era jovem e portanto seus sonhos eram tão fortes e poderosos que parecia ser possível realizá-los. A jornalista Lucy Dias teve a sorte grande (e, junto com ela, o terrível azar) de ter tido como sua a década de 70, aquela que, no Brasil, mais ainda que a de 60, mudou absolutamente tudo, ou quase tudo. Ler Mais »
- :: Orlando quem?, perguntariam hoje 10 de cada 10 jovens. Publicado no site da Agência Estado, 1995. Texto de Sérgio Vaz
Os três CDs da caixa Orlando Silva, O Cantor das Multidões, ajudam, da maneira mais límpida possível, a reafirmar algumas verdades e a destruir mitos que durante muito tempo foram tidos como verdadeiros. Além, naturalmente, de proporcionarem o mais fino prazer a todos as pessoas de ouvidos sensíveis. Ler Mais »
- :: Paul Simon faz um dos melhores discos da história. Publicado na revista Afinal, 10/2/1987. Texto de Sérgio Vaz
A imensa maioria segue um ritmo de produção industrial, linha de montagem, de um LP por ano, ou até mais que isso. Gasta-se, assim, muito vinil para encher as lojas de produtos mal-acabados, francamente dispensáveis ou apenas medíocres. Raríssima exceção a uma regra quase geral, Paul Simon lapida suas obras com o cuidado e a competência de um mestre exigentíssimo. Ler Mais »
- :: Em 1983, o Estúdio Eldorado lançou um disco de Raul ao vivo. Publicado no Jornal da Tarde, 25/4/1983. Texto de Sérgio Vaz
Raul Seixas pede aos iluminadores que dirijam as luzes para a platéia, que grita seu nome compassadamente. Observa a multidão, e diz: “Que beleza. E todo o mundo aqui é rocker? Long live rock’n'roll”. Em seguida, didaticamente, explica: “Praticamente o rock’n'roll começou em 41 com um cara chamado Arthur ‘Big Boy’ Crudup, que fez a cabeça de uma criança chamada Elvis Presley. Esse rapaz pela primeira vez na história transformou o blues em rock’n'roll. E a coisa era mais ou menos assim:” – e então Raul, acompanhado pelo piano de Miguel Cidras e pela guitarra de Tony Osanah, canta “So glad you’re mine”, de Arthur Crudup. Ler Mais »
- :: O quarto disco de Simon & Garfunkel, de 1968, só saiu aqui em 1982. Por Sérgio Vaz
A indústria fonográfica brasileira é capaz de lançar hoje (o texto é de 1982) discos que acabaram de chegar às lojas de Nova York ou Londres. Muitos modismos passageiros, muitas obras sem nenhum valor ou significado tocam nas nossas FMs apenas alguns dias depois de chegarem às rádios americanas. Ler Mais »
- :: Em 1982, foram relançados três discos de Gal que estavam fora de catálogo. Por Sérgio Vaz
É inteiramente absurdo, mas nada menos que sete dos 15 LPs que Gal Costa gravou em 17 anos de carreira estavam fora de catálogo, ausentes das lojas de discos. Ler Mais »
- :: O jornalista meteu o pau no disco do cantor – e hoje pede perdão. Por Sérgio Vaz
Há um ano e pouco, Cauby Peixoto disse que resolveu dar menos valor à popularidade, e se interessar mais pelo prestígio (este texto é de 1982). “Posso acordar amanhã totalmente esquecido. O prestígio é diferente; resiste ao tempo”. Ler Mais »
- :: O encontro dos dois grandes compositores em 1981 resultou num disco fantástico. Por Sérgio Vaz
A característica mais impressionante de Edu & Tom, LP gravado em novembro do ano passado (1981) e lançado este mês (fevereiro de 1982) pela PolyGram, é a simplicidade dos acompanhamentos. Antônio Carlos Jobim e Edu Lobo são, além de compositores brilhantes, irrepreensíveis, dois dos nossos mais competentes arranjadores e regentes. Ler Mais »
- :: Tem de tudo no primeiro disco do grupo paulistano. Por Sérgio Vaz
Entre uma música e outra, no show de sexta-feira da semana passada, no Teatro Bandeirantes, e que o Canal 13 mostra hoje (dia 26 de dezembro de 1981) às 17h30, um dos músicos do Premeditando o Breque pediu aos programadores das emissoras de rádio que dessem uma chance aos novos: “As rádios ficam tocando só o Premeditando, o dia inteirinho; assim não dá, temos que deixar espaço para o pessoal novo aparecer…” Ler Mais »
- :: Arrigo, Itamar, o Rumo e o Premê encerraram em festa o ano de 1981. Por Sérgio Vaz
Arrigo Barnabé pisou no palco do Teatro Bandeirantes sob vigorosos aplausos. Era o último a se apresentar: antes dele, já haviam sido aplaudidos, pela ordem, Itamar Assumpção e seu conjunto, o grupo Rumo e o Premeditando o Breque. Ler Mais »
- :: A música diferente do grupo Rumo: a música da fala. Publicado no Jornal da Tarde, 7/11/1981. Texto de Sérgio Vaz
Os ouvidos que preferem repetição e a redundância (ouvidos que se chocaram com as guitarras elétricas e a colagem de imagens de “Alegria, Alegria”, ou com a justaposição concretista de vozes de ou não, o primeiro LP de Walter Franco, por exemplo), esses ficariam igualmente chocados ao ouvir o grupo Rumo interpretar músicas como “Canção Bonita”. Ler Mais »