- :: Ela remou contra a maré dos modismos, esteve sempre à frente. Por Sérgio Vaz

Nara Leão uma vez se comparou a Lech Walesa. Ler Mais »
- :: Um texto de 1983, quando Sá & Guarabyra lançaram “10 Anos Juntos”. Por Sérgio Vaz
Milton Nascimento, carioca criado entre as montanhas e os sons de Minas Gerais, soube sintetizar muito bem, com o parceiro Fernando Brant, o cansaço que dão os modismos culturais criados no eixo Rio de Janeiro – São Paulo e impostos ao resto do País: “O Brasil não é só litoral, é muito mais, é muito mais que qualquer zona sul (…) Ficar de frente para o mar, de costas pro Brasil, não vai fazer deste lugar um bom país” (“Notícias do Brasil”, de 1981). Ler Mais »
- :: No disco de 1981, Milton, que não é muito disso, assinou duas das letras. Por Sérgio Vaz
Caçador de Mim, 15º LP em 14 anos de carreira profissional de Milton Nascimento, é um disco musicalmente riquíssimo. Os arranjadores, os regentes, os instrumentistas são alguns dos melhores do País: Wagner Tiso, Hélio Delmiro, Robertinho da Silva, Mauro Senise, Luiz Alves, para citar apenas alguns dos mais conhecidos. Ler Mais »
- :: Um texto vintage, amarelecido como a foto, sobre o show de Gal em 1982. Por Sérgio Vaz
Gal Costa já não precisa mais provar que é uma cantora maior, afinadíssima, versátil, que domina perfeitamente a técnica e possui uma das vozes mais belas da música brasileira: o reconhecimento de que ela é uma das duas melhores cantoras surgidas no País nas últimas duas décadas é praticamente unânime. Ler Mais »
- :: O primeiro disco pop do ex-Cat Stevens. Publicado no site Aporias, em agosto de 2007. Texto de Sérgio Vaz
Se você ainda não ouviu, vá atrás de um disco chamado An Other Cup, de um tal de Yusuf. Esse sujeito é um dos dois maiores, melhores e mais profícuos criadores de melodias pop dos últimos 60 anos. Igual a ele, só Paul McCartney. Ler Mais »
- :: Livro de Lucy Dias, ótima repórter investigativa da alma humana, reconta os anos 70. Resenha para O Estado de S. Paulo em 2003. Texto de Sérgio Vaz
Cada geração tem sua década, o conjunto dos anos em que era jovem e portanto seus sonhos eram tão fortes e poderosos que parecia ser possível realizá-los. A jornalista Lucy Dias teve a sorte grande (e, junto com ela, o terrível azar) de ter tido como sua a década de 70, aquela que, no Brasil, mais ainda que a de 60, mudou absolutamente tudo, ou quase tudo. Ler Mais »
- :: Orlando quem?, perguntariam hoje 10 de cada 10 jovens. Publicado no site da Agência Estado, 1995. Texto de Sérgio Vaz
Os três CDs da caixa Orlando Silva, O Cantor das Multidões, ajudam, da maneira mais límpida possível, a reafirmar algumas verdades e a destruir mitos que durante muito tempo foram tidos como verdadeiros. Além, naturalmente, de proporcionarem o mais fino prazer a todos as pessoas de ouvidos sensíveis. Ler Mais »
- :: Paul Simon faz um dos melhores discos da história. Publicado na revista Afinal, 10/2/1987. Texto de Sérgio Vaz
A imensa maioria segue um ritmo de produção industrial, linha de montagem, de um LP por ano, ou até mais que isso. Gasta-se, assim, muito vinil para encher as lojas de produtos mal-acabados, francamente dispensáveis ou apenas medíocres. Raríssima exceção a uma regra quase geral, Paul Simon lapida suas obras com o cuidado e a competência de um mestre exigentíssimo. Ler Mais »
- :: Os shows do artista no Brasil em 1983 resultaram num belo disco ao vivo. Por Sérgio Vaz
Pablo Milanés foi ver Coração Brasileiro, o show de Elba Ramalho, no Canecão do Rio. Gostou muito: “É belíssimo. Tem muita coisa cubana nos arranjos”. Ler Mais »
- :: Clara Sverner e João Carlos de Assis Brasil fizeram bela homenagem aos compositores. Por Sérgio Vaz
No lado A, duas peças de Erik Satie – Satie, o compositor erudito, que exerceu influência sobre Debussy, Ravel e Stravinsky, um músico sofisticado, amigo de Jean Cocteau e Pablo Picasso, autor de uma obra que surgiu em meio às experiências impressionistas e cubistas na refinada França do início do século. Ler Mais »
- :: Uma resenha de 1984, quando foi lançado aqui o disco de Waldemar Bastos. Por Sérgio Vaz
Numa de suas viagens a Angola, uns quatro anos atrás, quando estava numa cidade que os colonizadores portugueses chamavam de Nova Lisboa, e hoje se chama Uambo, o compositor Martinho da Vila foi procurado por um jovem músico angolano, “um menino ainda”, como ele diz hoje. Ficaram amigos. Ler Mais »
- :: O grupo de São Luís do Paraitinga foi uma das revelações do Lira Paulistana. Por Sérgio Vaz
O show deveria ficar duas semanas no Lira Paulistana. O teatro lotado em todas as apresentações, no entanto, fez o grupo Paranga permanecer também a semana passada, e mais esta, a quarta semana consecutiva, até o domingo, dia 3 (de julho de 1983), sempre às nove da noite, com o espetáculo de lançamento do seu primeiro LP, Chora viola, canta coração. Ler Mais »
- :: Em 1983, o Estúdio Eldorado lançou um disco de Raul ao vivo. Publicado no Jornal da Tarde, 25/4/1983. Texto de Sérgio Vaz
Raul Seixas pede aos iluminadores que dirijam as luzes para a platéia, que grita seu nome compassadamente. Observa a multidão, e diz: “Que beleza. E todo o mundo aqui é rocker? Long live rock’n'roll”. Em seguida, didaticamente, explica: “Praticamente o rock’n'roll começou em 41 com um cara chamado Arthur ‘Big Boy’ Crudup, que fez a cabeça de uma criança chamada Elvis Presley. Esse rapaz pela primeira vez na história transformou o blues em rock’n'roll. E a coisa era mais ou menos assim:” – e então Raul, acompanhado pelo piano de Miguel Cidras e pela guitarra de Tony Osanah, canta “So glad you’re mine”, de Arthur Crudup. Ler Mais »
- :: O quarto disco de Simon & Garfunkel, de 1968, só saiu aqui em 1982. Por Sérgio Vaz
A indústria fonográfica brasileira é capaz de lançar hoje (o texto é de 1982) discos que acabaram de chegar às lojas de Nova York ou Londres. Muitos modismos passageiros, muitas obras sem nenhum valor ou significado tocam nas nossas FMs apenas alguns dias depois de chegarem às rádios americanas. Ler Mais »
- :: Sobre Nasci para Bailar, o disco de Nara de 1982. Por Sérgio Vaz
Nasci para Bailar, 16º LP solo de Nara Leão em 18 anos de carreira, é uma perfeita seqüência do excelente Romance Popular, seu disco do ano passado (1981). Já naquele disco, Nara havia perseguido (e alcançado) um clima alegre, jovial, forte, cheio de energia e vitalidade. Ler Mais »