- :: Era santamarense da gema – como o bandeirante da fronteira entre São Paulo e Santo Amaro. Por Valdir Sanches
Em um dia de 1957, um enorme bloco de gesso despontou acima dos muros de uma casa da Rua João Dias, em Santo Amaro. Nos dias e meses seguintes, as pessoas que passavam por essa movimentada rua viam o escultor Júlio Guerra trabalhando no gesso com uma machadinha. “O que será que vai sair daí?”, perguntavam-se.
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- :: Era chamado de Pelé Branco. Foi assassinado há 40 anos. Por Anélio Barreto
Em uma disputa contra o clube italiano Milan, pelo mundial de clubes aqui no Maracanã, jogando pelo Santos, um dos assistentes do técnico Lula perguntou a Almir Pernambuquinho se ele queria uma bola (Dexamil).
“Por que não iria querer? O bicho era de 2.000 cruzeiros, o que valia um fusca zero. Disse: me dá uma aí”. Ler Mais »
- :: Há cem anos, oito pessoas foram assassinadas a sangue frio no Iowa. Por Anélio Barreto
“Mas quando chegamos lá – eu não
quis ir em frente. E entrar na casa. Fiquei
com medo, e não sei por que, pois
nunca me ocorreu –, bem, uma coisa
assim nunca tinha ocorrido a ninguém”.
(A Sangue Frio, Truman Capote) Ler Mais »
- :: Bem, talvez não pior. Mas certamente mais bagunçado. Por Valdir Sanches
Havia uma multidão no cais do porto do Rio de Janeiro, a capital do País. Era manhã de 26 de junho de 1932. O vapor Itaquicé zarparia para Los Angeles, levando nossos atletas à disputa da 10ª Olimpíada. Ler Mais »
- :: Os constitucionalistas começaram a lutar com apenas quatro aviões. Por Valdir Sanches

Quatro aviões para derrubar uma ditadura e impor uma Constituição? Era do que dispunham os revolucionários de 1932, logo após 9 de julho – há oitenta anos. Ler Mais »
- :: Ele existe: mora em São Paulo. Valdir Sanches foi atrás de outros Cachoeira honestos
Se alguém disser a Carlos Cachoeira que é um bandido e deve ser preso, ele acha graça. Não é cinismo. Esse Carlos Cachoeira é pessoa de bem. Só tem o mesmo nome do outro, o poderoso bicheiro, cheio de tentáculos, investigado pela CPI do Congresso. Ler Mais »
- :: João Cachoeira, a rua, vem do nome de antigo morador do bairro. Por Valdir Sanches
Parece improvável, mas nunca se sabe, que Carlinhos Cachoeira venha a ter uma rua batizada com seu nome. Já João Cachoeira, que abria a porteira para o patrão passar, deu nome à mais conhecida rua do Itaim Bibi – o valorizado bairro no sudoeste de São Paulo. Ler Mais »
- :: O bairro paulistano teve quatro salas que só passavam obras do Japão. Por Valdir Sanches
Uma menina de quatro anos ia ao cinema, sem saber o que era cinema. O grande carro preto importado – o táxi – partia da Rua da Cantareira, onde a família morava e trabalhava. No banco da frente, o pai, de terno e gravata. Atrás, bem penteadas e vestidas, a mãe e as duas irmãs. Ler Mais »
- :: Copa de 2014 será no Brasil. Os paulistas se preparam no Bar do Valdeci. Por Valdir Sanches
Entre bolinhos de bacalhau e coxinhas, a Federação Paulista de Dominó forja seu destino. Sua sede não tem pompa, mas o agradável clima de uma confraria de vizinhos de bairro. Onde os vizinhos se encontram? No Bar do Valdeci. Pois o bar, em Cidade Patriarca, na zona leste, é a sede da Federação. Ler Mais »
- :: Há predições para todos os gostos. Por Valdir Sanches
2012 é um ano interessante, para muitos místicos e videntes: tem fim do mundo. Crêem que no dia 21 de dezembro o sol nascerá alinhado com o centro da Via Láctea, coincidindo com o fim do calendário maia. Isso destruirá a Terra. Ler Mais »
- :: João Lara Mesquita lança um site do tamanho e da riqueza do litoral brasileiro. Por Valdir Sanches
Aviso aos navegantes da web. Tempo bom e vento a favor para quem estiver disposto a viajar pelos quase 7.500 quilômetros da costa brasileira, descobrir sua dramática realidade, sua beleza, riqueza cultural, tradições. Ler Mais »
- :: Ele participou das Forças da Paz da ONU que ganharam o prêmio em 1988. Por Valdir Sanches
Em sua casa, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, Edmundo Manzini de Souza, Prêmio Nobel da Paz, recorda a noite em que, comandando um grupo de combate, no Deserto do Sinai, sentiu que o solo por onde caminhavam havia ficado diferente. Ler Mais »
- :: Ele era do tempo em que se aprendia a,s,d,f,g com a mão esquerda, h,j,k,l, ce-cedilha com a direita. Por Valdir Sanches
Jorge Sabongi foi ao escritório de uma metalúrgica pedir emprego. Com um pouco de má vontade, é verdade. Não estava interessado em trabalhar. Contava 14 anos. Seu bisavô e seu avô tinham tido escolas de datilografia. Seu pai também tinha uma. Ler Mais »
- :: Publicada na revista InTerValo de 14 de janeiro de 1968. Texto de Laïs de Castro
Depois de “Domingo no Parque”, segunda colocada no Festival da Record (1967), Gilberto Gil já compôs várias músicas e está preparando um novo LP. InTerValo antecipa para seus leitores algumas dessas músicas, com interpretação do autor. Ler Mais »
- :: Publicado em O Estado de S. Paulo em 10 de dezembro de 1995, por ocasião dos 80 anos do cantor. Texto de Anélio Barreto
“Quando Frank Sinatra morrer e for para o céu, a primeira
coisa que ele fará será procurar Deus e gritar com
ele por tê–lo feito careca.” (Marlon Brando) Ler Mais »