- :: Há predições para todos os gostos. Por Valdir Sanches
2012 é um ano interessante, para muitos místicos e videntes: tem fim do mundo. Crêem que no dia 21 de dezembro o sol nascerá alinhado com o centro da Via Láctea, coincidindo com o fim do calendário maia. Isso destruirá a Terra. Ler Mais »
- :: João Lara Mesquita lança um site do tamanho e da riqueza do litoral brasileiro. Por Valdir Sanches
Aviso aos navegantes da web. Tempo bom e vento a favor para quem estiver disposto a viajar pelos quase 7.500 quilômetros da costa brasileira, descobrir sua dramática realidade, sua beleza, riqueza cultural, tradições. Ler Mais »
- :: Ele participou das Forças da Paz da ONU que ganharam o prêmio em 1988. Por Valdir Sanches
Em sua casa, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, Edmundo Manzini de Souza, Prêmio Nobel da Paz, recorda a noite em que, comandando um grupo de combate, no Deserto do Sinai, sentiu que o solo por onde caminhavam havia ficado diferente. Ler Mais »
- :: Ele era do tempo em que se aprendia a,s,d,f,g com a mão esquerda, h,j,k,l, ce-cedilha com a direita. Por Valdir Sanches
Jorge Sabongi foi ao escritório de uma metalúrgica pedir emprego. Com um pouco de má vontade, é verdade. Não estava interessado em trabalhar. Contava 14 anos. Seu bisavô e seu avô tinham tido escolas de datilografia. Seu pai também tinha uma. Ler Mais »
- :: Publicada na revista InTerValo de 14 de janeiro de 1968. Texto de Laïs de Castro
Depois de “Domingo no Parque”, segunda colocada no Festival da Record (1967), Gilberto Gil já compôs várias músicas e está preparando um novo LP. InTerValo antecipa para seus leitores algumas dessas músicas, com interpretação do autor. Ler Mais »
- :: Publicado em O Estado de S. Paulo em 10 de dezembro de 1995, por ocasião dos 80 anos do cantor. Texto de Anélio Barreto
“Quando Frank Sinatra morrer e for para o céu, a primeira
coisa que ele fará será procurar Deus e gritar com
ele por tê–lo feito careca.” (Marlon Brando) Ler Mais »
- :: Em pleno centro de São Paulo, uma construção fora de qualquer padrão, mas bela em sua caótica concepção. Por Valdir Sanches
Seria um absurdo alguém, em pleno centro de São Paulo, ter a sensação de que chegou a uma civilização perdida do fim do mundo. Mas dificilmente, em qualquer parte do planeta, algo se parecerá com o palacete da Vila Itororó. Ler Mais »
- :: No centenário de Adoniran, Valdir Sanches entrelaça duas histórias: a do compositor e a do trem das 11
Em julho, comemoram-se cem anos de nascimento do criador de um trem que não existiu. Embora tenha existido… Falamos de João Rubinato, nascido em Valinhos, em 1910, de família pobre. É ele o autor do grande sucesso do repertório nacional “Trem das Onze”. Embora, na verdade, o autor seja Adoniran Barbosa, morto em São Paulo, em 1982. Ler Mais »
- :: Gregory Peck emprestou sua altivez a dois dos mais fascinantes personagens que o cinema americano já produziu. Texto de Sérgio Vaz
Gregory Peck interpretou muitos personagens dignos, altivos, em sua belíssima carreira. Há o janota que parece covarde de Da Terra Nascem os Homens; o militar determinado de Os Canhões de Navarone; o advogado bom pai, bom marido, mas temeroso, de Círculo do Medo; o jornalista que leva a princesa Audrey Hepburn para o quarto de hotel e não encosta nela porque ela estava bebinha, de A Princesa e o Plebeu – e tantos outros. Mas dois deles, em especial, são extremamente marcantes. Ler Mais »
- :: Considerações a respeito desse raro dom que enfeitiça até os dicionaristas. Por Sérgio Vaz
Em Repulsa ao Sexo, de 1965, o primeiro filme que dirigiu depois de deixar seu país, a Polônia, o cineasta Roman Polanski teve que fazer um intenso exercício para desglamourizar Catherine Deneuve, então na glória de seus vinte e poucos anos. Ler Mais »
- :: Quando se fala de música que nos faz sonhar de amor, qualidade artística não importa nada. Publicado na revista Barbara, 1996. Texto de Sérgio Vaz
Os mais jovens, mais inexperientes (uma pena; ainda bem que a juventude é uma doença que o tempo cura), não sabem o que é isso. Mas que maravilha era “Besame Mucho” com Ray Conniff e sua orquestra. Aquelas paradinhas marotas, depois do pa-pa-rã dos metais, eram uma total delícia. Nada mais fácil do que ter uma paixonite por quem sabia dançar bem nos bailinhos do começo dos anos 60 – ainda mais depois de um cuba libre. Ler Mais »
- :: Reportagem publicada na revista Marie Claire, em novembro de 1992. Texto de Sérgio Vaz
Os protagonistas são todos homens, adultos, instruídos, com dinheiro no banco. Durante três dias, eles se reuniram em um local isolado, no meio do mato, a menos de 70 quilômetros do Centro de São Paulo, e viveram cenas como estas:
* O homem olha demoradamente dentro dos olhos do outro, à sua frente, e diz: ”Eu sou seu pai, eu sou seu irmão, eu sou seu filho”. Ele responde com a mesma frase. Em seguida, cada um troca de parceiro, olha demoradamente dentro dos olhos do outro, e diz ser seu pai, seu irmão, seu filho. Ler Mais »
- :: Dez anos sem John Lennon, esse artista singular cuja obra-prima é a própria vida. Publicado na revista Moda Brasil, outubro de 1990. Texto de Sérgio Vaz
As pessoas morrem logo, e em geral nem um pouco mais sábias do que quando nasceram, diz uma bela música dos anos 60. Ah, meu amigo, estamos mais velhos, mas não mais sábios, constata outra. Muito em breve você estará morto, John Lennon avisava em “Instant Karma”, para em seguida perguntar e dar a pista para a resposta: por que, afinal, estamos aqui? Com certeza não é pra viver em dor e medo. Ler Mais »
- :: Uma avaliação na época em que ele fazia 70 anos. Publicado no Jornal da Tarde, 23/4/1984. Texto de Sérgio Vaz
Dorival Caymmi está-se preparando para lançar músicas novas: “estão no forno” – segundo sua própria expressão – três valsas.
Esta notícia foi dada em 1969.
Em 1972, perguntaram a Dorival Caymmi por aquelas valsas. Ele respondeu “Tenho idéia de juntar as três valsas, mas ainda não encontrei as letras que quero. São três andamentos em que eu quero colocar uma letra, um assunto só para três estados de espírito de uma pessoa, três tempos de uma valsa. Esse é meu assunto, mas ainda não consegui.” Ler Mais »
- :: “Minha música é otimista”, dizia ele, ao lançar seu disco Azul. Publicado no Jornal da Tarde, 26/3/1984. Texto de Sérgio Vaz
Renato Teixeira ouviu seu novo disco e chegou à conclusão de que sua música, afinal, não é triste.
É um rótulo que muitas pessoas usam, quando se referem à música de Renato Teixeira: triste. Ou fossenta, ou pra baixo. Ler Mais »