- :: Fernando Brant se lembra da noite em que, aos 20 anos, viu e ouviu Dalva
As luzes se acendem, os músicos já ocupam seus lugares e a mulher de corpo frágil, diante do microfone, em pé no centro do palco, começa a cantar. Ler Mais »
- :: Novo aparelho de som – e é hora de dispensar as velharias. (???) Por Valdir Sanches
Há algum tempo… uns dez anos, vinha acariciando a idéia de trocar meu equipamento de som. Para ser sincero, o que tentei foi encontrar novas caixas acústicas para o antigo, um Gradiente velhão, de três décadas. Ler Mais »
- :: Em Los Angeles, a única coisa que chove é mendigo. Por Fabio De Domenico (*)
Fala, Sérgio.
Tenho novidades. Fomos pra Los Angeles novamente, estou repleto de novas historinhas maravilhosas! Ler Mais »
- :: Um garoto mineiro no Rio para apresentar uma canção nova, “Travessia”. Por Fernando Brant
Vinte anos de idade, meio confuso diante do que estava acontecendo nos últimos dias, eu fora poucas vezes ao Rio de Janeiro. O desconhecido, as pessoas, o mar, a cidade enorme me assustavam. Ler Mais »
- :: Sobre a beleza de uma canção pop, a paixão, Roland Barthes e Sandra Rossanez. Por Sérgio Vaz
“De um orelhão em Vegas, Jessie liga às 5 da manhã
Pra me dizer como está cansada deles todos.
Ela diz: “Amor, ando pensando num trailer perto do mar.
Nós podíamos ir para o México, você, o gato e eu. Ler Mais »
- :: Certas canções que a gente ouve têm belezas inimagináveis. Por Sérgio Vaz
“E eu trocaria todos os meus amanhãs por um único ontem.” Ler Mais »
- :: ... e sobre caetanistas x chiquistas, e coincidências ou não. Por Sérgio Vaz
Quando Paul McCartney fez 40 anos, em junho de 1982, o Jornal da Tarde publicou duas páginas com um perfil dele. É um dos meus textos feitos para publicação de que mais gosto. Ler Mais »
- :: Kate Wolf é a melhor coisa que conheci na música nos últimos muitos, muitos anos. Por Sérgio Vaz.
Minha maior paixão musical na primeira década dos anos 2000 foi e é Kate Wolf. Ler Mais »
- :: Publicada na revista InTerValo de 14 de janeiro de 1968. Texto de Laïs de Castro
Depois de “Domingo no Parque”, segunda colocada no Festival da Record (1967), Gilberto Gil já compôs várias músicas e está preparando um novo LP. InTerValo antecipa para seus leitores algumas dessas músicas, com interpretação do autor. Ler Mais »
- :: Geléia Geral: em três canções, visões opostas sobre o que vem depois do fim. Por Sérgio Vaz
Há 200 milhões de filmes e livros e canções sobre como o amor começa. Este é o tema básico da imensa maioria das comédias românticas, dos dramas, de quase tudo: o encontro, o começo do amor. Há bem menos filmes e livros e canções sobre o que acontece depois que o amor acaba. Ler Mais »
- :: Ela não precisa se reinventar: atravessa as décadas, as modas, as mudanças, em maravilhosa linha reta. Por Sérgio Vaz
Há artistas que se reinventam ao longo das décadas – como, por exemplo, a tão boa atriz quanto boa cantora Marianne Faithfull, ou Bob Dylan, que Joan Baez abençoou e para quem abriu o caminho da fama, no início da carreira dele, quando ela já era a rainha, a madona de voz puríssima.
Joan Baez não precisa se reinventar. Ler Mais »
- :: Publicado em O Estado de S. Paulo em 10 de dezembro de 1995, por ocasião dos 80 anos do cantor. Texto de Anélio Barreto
“Quando Frank Sinatra morrer e for para o céu, a primeira
coisa que ele fará será procurar Deus e gritar com
ele por tê–lo feito careca.” (Marlon Brando) Ler Mais »
- :: Geléia Geral: uma humilde homenagem a um cantor e compositor soberbo. Por Sérgio Vaz
A voz de Jean Ferrat é belíssima. É uma voz grande, poderosa, cheia, envolvente. O timbre – essa coisa pessoal, única, como a impressão digital – é bonito, é nobre, é rico. Ler Mais »
- :: No centenário de Adoniran, Valdir Sanches entrelaça duas histórias: a do compositor e a do trem das 11
Em julho, comemoram-se cem anos de nascimento do criador de um trem que não existiu. Embora tenha existido… Falamos de João Rubinato, nascido em Valinhos, em 1910, de família pobre. É ele o autor do grande sucesso do repertório nacional “Trem das Onze”. Embora, na verdade, o autor seja Adoniran Barbosa, morto em São Paulo, em 1982. Ler Mais »
- :: O livro de Wagner Homem revela um trabalho cuidadoso, um texto bonito. Por Vivina de Assis Viana
Há alguns meses – setembro, outubro – um e-mail de Leonel Prata me contava que ele estava trabalhando na edição de um livro sobre a obra do Chico. O Buarque, é bom que se esclareça. Afinal, convivemos com Chicos e mais Chicos, todos merecidamente conhecidos. Ler Mais »