- :: Manoel de Barros é um poeta deslumbrante. Por Fernando Brant
Fernando Pessoa disse que “o poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente.” Manoel de Barros diz que o poeta é um vidente, vê coisas que não existem. Poeta é o sujeito que inventa. Ler Mais »
- :: Gabriel García Márquez nunca mais voltará a escrever. Por Marco Lacerda (*)
Há dois mil anos, num vilarejo poeirento e esquecido da Palestina, chamado Nazaré, um anjo apareceu na casa de uma moça de nome Maria e anunciou-lhe que ela seria mãe, embora nunca tivesse se deitado com um homem. Ler Mais »
- :: São boas companhias, longe do mundo real. Por Fernando Brant
Não alcanço as palavras justas para dizer de minha admiração pela Vera Brant, minha prima querida. Sua casa é paraíso da inteligência, sensibilidade e amizade. Recebi pelo correio seu mais recente presente, um livro com sua correspondência com Alice Brant, pseudônimo de Helena Morley, autora da obra-prima Minha vida de menina. Ler Mais »
- :: O livro de Ian McEwan sobre a Guerra Fria cultural é maravilhoso. Por Sérgio Vaz

A época é 1972, 1973 – eu, com 22, 23 anos, trabalhava no Jornal da Tarde, já como copy-desk, e em parte por isso tinha abandonado a ECA-USP; namorava Suely, nos casaríamos no final de 73. Ian McEwan, um ano e meio mais velho do que eu, certamente já tinha se formado, com louvor, em uma das grandes universidades inglesas. Ler Mais »
- :: Elas foram recolhidas por Valdir Sanches
Mexendo em meus livros, notei um volume de capa cor de abóbora, com letras pretas. Era o Febeapá, edição de 1966. Ler Mais »
- :: Não é possível parar de virar as páginas dos livros do norueguês. Por Sérgio Vaz
O escritor norueguês Jo Nesbø inicia a narrativa de O Redentor, seu romance de 2005, usando elipses e, logo em seguida, um formidável entrelaçamento de três ações paralelas, envolvendo diferentes personagens em cada uma delas. Ler Mais »
- :: Tavinho Moura lança livro de beleza sem medida. Por Fernando Brant
Queria falar da felicidade, do desejo consciente e inconsciente de ser feliz. É algo que se traz da infância, do companheirismo com a meninada, dos jogos de rua, da molecagem diária. Quanto mais o tempo passa para mim mais me convenço de como é necessário que todos busquemos ser felizes. Ler Mais »
- :: Não conhecia “Strange fruit”. Minha ignorância me choca – mas isso é bom. Por Sérgio Vaz
Árvores do Sul criam estranho fruto / Sangue nas folhas / Sangue na raiz / Corpos pretos balançando na brisa do Sul.
Está sendo lançado agora no Brasil o livro que conta a história da canção que abre com esses versos. Ler Mais »
- :: Entre outros problemas, a rama não é de elástico. Por Sérgio Vaz
Dias atrás, decidi me desfazer da belíssima coleção Os Pensadores, que a Abril Cultural lançou nos anos 70. Ler Mais »
- :: Oferece-se belíssima coleção de 30 volumes. Por Sérgio Vaz
Estou abrindo mão de 30 volumes da coleção Os Pensadores, aquele maravilhoso trabalho da Abril Cultural, lançado originalmente nos anos 70. Ler Mais »
- :: Pequenas considerações sobre uma obra monumental. Por Sérgio Vaz
Uma das muitas características fascinantes de Os Maias é a forma com que Eça de Queiróz lida com o tempo, a cronologia. Ler Mais »
- :: Livros de todo o planeta podem ser lidos nessa língua. Por Jorge Teles
Você já ouviu falar em Shakespeare? Camões? Balzac? Goethe? Tagore? Garanto que já. A cultura internacional faz pipocar aqui e ali nomes que aparecem e não mais se apagam. Ler Mais »
- :: Um thriller psicológico perturbador e dilacerante. Por Guenia Bunchaft (*)
Lionel Shriver escreveu um thriller psicológico em que questiona o mito da maternidade, a ambivalência de uma mulher entre o casamento e a carreira e a formação de um psicopata. De forma ao mesmo tempo perturbadora e dilacerante. Ler Mais »
- :: Os direitos autorais são uma conquista da civilização. Por Fernando Brant
Os poetas escrevem versos e os enviam aos leitores como carta de náufrago. Não têm esperança de serem muito lidos, mas almejam pelo menos a atenção dos colegas de profissão. Ler Mais »
- :: Faro, agilidade. E Sandro Vaia mostra a blogueira antes de todo mundo. Por Sérgio Vaz
Faro jornalístico, assim como outros talentos, não se aprende em escola. Ou se tem, ou não se tem. Uns têm mais que os outros. Quando Sandro Vaia resolveu ir a Cuba entrevistar Yoani Sánchez, em julho de 2008, pouquíssima gente, por aqui, já havia ouvido falar nela. Ler Mais »