Eu vi “Disparada” tomar forma (e outras histórias dos festivais)

Em 1966, a cantora Maria Odette defendeu a música “Boa Palavra”, de Caetano Veloso, no II Festival do Música Popular Brasileira da TV Excelsior, e ficou com o quinto lugar. Caetano era ainda um jovem baiano que não se arriscava a subir no palco para cantar. Hoje canta e fala… até demais! Continue lendo “Eu vi “Disparada” tomar forma (e outras histórias dos festivais)”

O fim do Fino

José Ferreira da Silva era um fotógrafo magro como um palito; não sei como carregava aquele equipamento pesado da época. Foi ao lado dele que eu, repórter da revista inTerValo, bati à porta do apartamento de Elis Regina no dia 20 de junho de 1967, logo após saber que o programa O Fino da Bossa havia acabado na véspera, havia sido tirado do ar, havia deixado de existir. Continue lendo “O fim do Fino”

Recordações de uma final de festival

Eu sei que estava nos bastidores do Teatro Paramount (hoje Teatro Abril, na Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, em São Paulo) e corria o ano da graça de 1967. Não me perguntem, por favor, qual era o mês (fazia frio) e muito menos o dia. Na verdade, eu tinha tenros 20 anos de idade e era repórter de uma revista chamada inTerValo, da Editora Abril, a única no país sobre televisão. Continue lendo “Recordações de uma final de festival”

With all the clarity of dream (*)

O que foi pedido: A short love, horror or funny story, usando expressões como As flat as a pancake, As good as gold, As pretty as a picture, As quiet as a mouse, etc

 O que foi entregue:

 Instead of A short love, horror or funny story,

A short love, horror and (slightly) funny story Continue lendo “With all the clarity of dream (*)”