- :: Belo Horizonte é fonte de todas as músicas, de todas as vozes. Por Fernando Brant
Era um simples vilarejo onde alguns moravam e outros passavam. Era um vale ao pé da montanha, a Serra do Curral. Desenharam aqui a capital republicana, cidade planejada, sonhada para ser perfeita. Operários a construíram: paredes, casas, ruas e avenidas. E foram morar na periferia. Funcionários públicos ocuparam os lugares nobres. Ler Mais »
- :: Na hora da dor de perder um amigo querido, escreve-se. E adia-se um pouco a dor. Por Sérgio Vaz
Algumas lembranças fortes ficaram me perseguindo no dia em que morreu meu amigo Pedro França Pinto. Duas delas têm a ver com morte. A outra, que na verdade é mais de um período que de um momento, é gostosa, prazerosa, agradável. Ler Mais »
- :: Ele disse que adorava Puccini. Mas o que há de Puccini na obra de Villa? Por Antonio Contente
No dia 17 de novembro passado, fez 50 anos que Heitor Villa-Lobos morreu. Tido como o maior compositor brasileiro de todos os tempos, muito já foi escrito sobre ele, até um filme contando sua saga resvalou pelas telas. Porém, por incrível que pareça, a maior parte das mais de 1.000 obras que deixou permanece desconhecida para muita gente, com efeitos mais danosos para seus cultores, naturalmente. Ler Mais »
- :: Uma conversa entre mãe e filho. Texto de Vivina de Assis Viana
Introdução:
Quando meu filho mais novo tinha dez anos – outubro de 1990 – tivemos uma conversa que transformei em crônica. Hoje, tanto tempo passado, penso que a conversa continua valendo. A crônica, quem sabe? Ler Mais »
- :: Pedaços de vida com os famosos da década de 1960, quando tudo era bem mais simples. Texto de Laïs de Castro
Em 1966, a cantora Maria Odette defendeu a música “Boa Palavra”, de Caetano Veloso, no II Festival do Música Popular Brasileira da TV Excelsior, e ficou com o quinto lugar. Caetano era ainda um jovem baiano que não se arriscava a subir no palco para cantar. Hoje canta e fala… até demais! Ler Mais »
- :: Abdo era o anfitrião perfeito, que só sabia abrir a porta da casa com olhos profundamente sorridentes. Texto de Vivina de Assis Viana
Não nascemos do mesmo pai nem da mesma mãe, mas tenho, cada dia mais, certeza de que nos sentíamos irmãos.
Não nascemos nem no mesmo país, mas tenho, cada dia mais, certeza de que falávamos a mesma língua. Ler Mais »
- :: A história da irmã que quase entrou para o Trio de Ouro. Texto de Jorge Teles
Dalva de Oliveira e Herivelto Martins? Claro que me lembro! Eu me lembro??
Existe um tipo de mentira que não transforma o mentiroso em pecador: é aquela, resultado de uma traição da memória. Ler Mais »
- :: A repórter de 20 anos invade o minúsculo apartamento de Elis Regina e faz uma exclusiva. Texto de Laïs de Castro, especial para 50 Anos de Textos
José Ferreira da Silva era um fotógrafo magro como um palito; não sei como carregava aquele equipamento pesado da época. Foi ao lado dele que eu, repórter da revista inTerValo, bati à porta do apartamento de Elis Regina no dia 20 de junho de 1967, logo após saber que o programa O Fino da Bossa havia acabado na véspera, havia sido tirado do ar, havia deixado de existir. Ler Mais »
- :: Lá estavam, juntos e ao vivo, Elis, Chico, Caetano, Gil, Mutantes, Edu, Nara, Vandré, Paulinho... Texto de Laïs de Castro, especial para 50 Anos de Textos
Eu sei que estava nos bastidores do Teatro Paramount (hoje Teatro Abril, na Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, em São Paulo) e corria o ano da graça de 1967. Não me perguntem, por favor, qual era o mês (fazia frio) e muito menos o dia. Na verdade, eu tinha tenros 20 anos de idade e era repórter de uma revista chamada inTerValo, da Editora Abril, a única no país sobre televisão. Ler Mais »
- :: As lições que aprendi, sem querer, com meu primeiro patrão. Julho de 2007. Texto de Sérgio Vaz
Quarenta anos depois, me peguei pensando que aprendi coisas importantes com o Seu Rona.
Vojtech Rona. Nasceu na Hungria, veio para o Brasil na época da Guerra, creio, e se radicou em Curitiba. Era uma pessoa educadíssima, de imensa cultura geral; tinha lido muito, gostava de música erudita e era um grande entendido do assunto. Quando o conheci, em 1967, tinha 17 anos, e ele me parecia muito velho, como as pessoas que já passaram dos 50 parecem aos jovens. Ler Mais »
- :: Uma redação para a Cultura Inglesa, agosto de 2002. Texto de Sérgio Vaz
O que foi pedido: A short love, horror or funny story, usando expressões como As flat as a pancake, As good as gold, As pretty as a picture, As quiet as a mouse, etc
O que foi entregue:
Instead of A short love, horror or funny story,
A short love, horror and (slightly) funny story Ler Mais »