Arquivos do Rótulo: Lembranças

Dez anos depois

Meu amigo Anélio Barreto me liga e fala do 11 de setembro. Ler Mais »

O vestido de noiva no dia em que Getúlio morreu

No dia 24 de agosto de 1954, uma menina-moça cheia de alegria e sonhos foi experimentar seu vestido de noiva. (Uma nuvem branca de filó e rendas.) Ler Mais »

Reali Jr. e o amanhã

Hoje, assim que levantei da cama, recebi a noticia da morte do jornalista Reali Jr. Ler Mais »

Historinhas de redação (9): João Werneck e o foca

- Serginho, Vivaldi escreveu mais de 500 concertos. Ainda não ouvi todos, e muitos deles ainda não ouvi tantas vezes quanto gostaria. Ler Mais »

Liz

Liz Taylor entrou na minha vida com o nome de Leslie. Era uma moça rica do Norte chique, da Nova Inglaterra; um fazendeiro grandão do Texas foi visitar o pai dela, para comprar cavalos. Leslie encantou-se com o cara. O cara, e eu, e mais milhões de pessoas do mundo inteiro nos apaixonamos perdidamente por ela. Ler Mais »

Montand, Semprun, o Brasil e eu

Aquilo deve ter sido, sem dúvida, uma coisa louca, inimaginável, emocionante, de arrepiar, de dar taquicardia: no Maracanãzinho lotado, Yves Montand anuncia que vai apresentar “Les Bijoux”, de Baudelaire. Ler Mais »

Cuidar do meu pai, cuidar do meu filho

Um amigo meu, por quem tenho grande respeito e admiração, viveu uma experiência fascinante, rara, rica, de adotar como filho um rapaz que conheceu na vizinhança. Ele relatou a história em um texto que serviria de base ao processo de adoção, apresentado ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Ler Mais »

Sobre o Paranga, o Lira, a Benedito Calixto, e gratidão

Quase 30 anos atrás, escrevi uma resenha no Jornal da Tarde sobre um show do grupo Paranga. Hoje recebi um e-mail de Negão dos Santos, um dos membros do conjunto. Achei que era engano. Ler Mais »

Uma carta

Geraldão,

Se você resolver doar o Beto, remeta para o meu endereço. Foram gratificantes os dias que passamos juntos. Ler Mais »

Venga, venga!

Quando estive no Peru, há alguns anos, me lembrei de Vargas Llosa nos lugares por onde andei, poucos. Lima, Cuzco, Machu Pichu. Ler Mais »

Filme de terror

Quando eu nasci – quarta de cinco irmãos – dois nomes me esperavam. O de meu pai, Francisco, e o de minha mãe. Ler Mais »

Ezequiel estava sempre com uma sacola cheia de discos

Eu olhava para a sacola imensa que ele carregava, e morria de inveja. Ezequiel Neves, meu ídolo, estava sempre com uma impressionante quantidade de discos. Ler Mais »

Ela gostava de mim

Hoje, acordei pensando em conversar com o Saramago. Conversa pouca, pequena. De um lado só, monólogo. Ler Mais »

Suely Rossanez

Quando são extremamente jovens, as pessoas admiram nos outros, antes de mais nada e sobretudo, a beleza. Mais tarde, o principal valor passa a ser a inteligência. Só depois, com a maturidade, passa-se a admirar, a valorizar a bondade. Ler Mais »

Meu primeiro mar

Estou com 18 anos. Há apenas três dias vi o mar, pela primeira vez. Seu nome era Ariovaldo. Eu o acabara de conhecer junto ao balcão de um banco na Avenida Amazonas. Ele me contou que, na semana que viria, iria satisfazer um desejo que o perseguia desde seus tempos de menino: viajar ao Rio de Janeiro para conhecer o mar. Ler Mais »