Arquivos do Rótulo: Jornalismo

Quem, como, onde, quando, por quê

Um ônibus pegou fogo por volta das 20 horas desta segunda-feira, dia 26, no bairro do Sumaré, Zona Oeste de São Paulo. O fogo se alastrou para dois automóveis e atingiu também uma árvore, provocando uma nuvem gigantesca de fumaça que podia ser avistada de vários bairros da região. Não houve feridos. Ler Mais »

Quem? Como? Onde? Quando? Por quê?

Mea culpa.

Não, latim ninguém vai entender, fora aquele pessoal da área de Direito que já nasceu de terno e gravata, data vênia. Ler Mais »

Anélio

Anélio foi foca, logo depois repórter, copydesk, subeditor, editor, editor-executivo, editor-chefe, chefe de jornalismo. Fez a carreira toda, do iniciozinho, do zero, até o topo, no Jornal da Tarde. Já no topo, esteve na revista Afinal, na Rádio Eldorado, e finalmente no Estadão. Mas nunca deixou de ser repórter. Ler Mais »

Saudade verde musgo, úmida e pegajosa

Tem dia que parece que não vou aguentar esse turbilhão de sentimentos confusos e doloridos, aí escrevo. Colocando pra fora alivia algumas respirações. Ler Mais »

Sandro Vaia

Muitos anos atrás, um guarda rodoviário parou o Sandro na estrada. Pobre guarda. Se soubesse o que viria pela frente, teria deixado passar. Ler Mais »

Sandro Vaia por Elói, Gazzi, Mariangela, Josué, Rita, Lu…

No final da noite deste sábado e ao longo da madrugada e do dia de domingo, o Facebook e o Twitter foram tomados por elogios a Sandro Vaia, feitos por colegas, amigos e um grande número de leitores, de gente que admira seus textos. Ler Mais »

Sandro Vaia por Roberto Godoy e por Pedro Fávaro

zzzzzz sandro

O texto abaixo foi publicado pelo portal do Estadão. Seu autor, Roberto Godoy, trabalhou com Sandro Vaia durante muitos anos e era muito amigo dele.

Mais adiante, reproduzo o texto de outro colega e amigo do Sandro (e meu), Pedro Fávaro Júnior. (Sérgio Vaz) Ler Mais »

Jornalista dos tempos jurássicos cria novo aplicativo

Confesso que sou da época da máquina de escrever, do telex e da telefoto (leitor jovem, vá ao Google). Não considero aqueles tempos jurássicos, como o brilhante editor Carlinhos, num vacilo, titulou matéria que fiz no Diário do Comércio; eram tempos heróicos. Ler Mais »

Extra, extra! A Folha dissecou a natureza da alma!

Estou habituado a ver como a Folha de S. Paulo é um jornalzinho danado de metido a besta, a absoluto e único dono da verdade. Mas, mesmo assim, o título abaixo me assustou:

“Natureza da alma é dissecada em novo livro da Coleção Folha” Ler Mais »

Quando os Repórteres Usavam Revólveres (6, e último)

Fúlvio, o escrivão, compreendeu a situação dos rapazes da sala de imprensa. Pediu dez minutos para tentar saber o que estava havendo. “Com cuidado, vocês sabem. Oficialmente não poderia fazer isso.”

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Quando os Repórteres Usavam Revólveres (5)

Uma dúvida acometeu Rago no exato instante em que dava mais um gole, pequeno gole, de espera, em seu copo de conhaque. Castilho o passara para trás?

(Para ler o capítulo anterior, clique aqui.)  Ler Mais »

Jornalistas analfabetos – ou pior ainda

A pessoa que escreveu o olho, o texto de abertura, logo abaixo do título da matéria de capa da revista São Paulo, da Folha de S. Paulo de 7 de junho, deveria ser demitida por justa causa. Ler Mais »

Quando os Repórteres Usavam Revólveres (4)

Os tacos do piso que cobriam as salas, na Delegacia de Homicídios, estalavam à medida que se andava neles. Muitos estavam soltos. Na sala de Maurício Castilho, o barulhinho irritante não cessava. O delegado andava de um lado para o outro.

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Quando os Repórteres Usavam Revólveres (3)

O que acontece na sala de imprensa? A barulheira das máquinas de escrever cessou. Foi-se o burburinho das conversas cruzadas sobre as cabeças. Os olhares desfocam as laudas; transferem-se para a porta. Aqui, emoldurada pelos batentes, está uma deusa.

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Quando os Repórteres Usavam Revólveres (2)

Um filete de sangue escorreu sob a porta de um apartamento, num prédio muito falado no bas-fonds. O risco vermelho avançou cinco centímetros pelo corredor do terceiro andar. Era um sinal tão pequeno que demorou muito para ser notado.

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