- :: O secretário adentra a redação carregando sapatos e meias encharcados. Por Sérgio Vaz
Num daqueles dias de enchente, Marginal do Tietê alagada, Bill Duncan, editor de Política do Jornal da Tarde e secretário de Redação em exercício, chega ao trabalho com água pingando dos cabelos, descalço, carregando ostensivamente sapatos e meias encharcados. Ler Mais »
- :: O que importa, definitivamente, não é o gênero. Por Lúcia Zaidan
Sempre trabalhei fora e nunca senti por parte dos meus colegas homens ser considerada diferente no quesito capacidade pelo fato de ser mulher. Ler Mais »
- :: Sandro Vaia, Sérgio Rondino e Tão Gomes Pinto lembram do colega Uru
O jornalismo brasileiro perdeu esta semana Ulysses Alves de Souza, que participou das equipes que criaram o Jornal da Tarde, em 1966, e da revista Veja, em 1968. Ler Mais »
- :: É meu dever agradecer ao UOL. Por Sérgio Vaz
Tiraram do ar o meu texto que havia sido roubado e publicado sem qualquer crédito num fórum de leitores abrigado no UOL, o Fórum do UOL Jogos. Ler Mais »
- :: O UOL abriga texto roubado – e se recusa a receber minha queixa. Por Sérgio Vaz
Roubaram um texto meu. Pegaram um texto meu e republicaram – numa página dentro do UOL, da Folha de S. Paulo – sem qualquer tipo de menção da autoria. Ler Mais »
- :: Após as mortes, um festival de "explicações" insanas, cretinas. Por Sandro Vaia
Os explicadores de tragédia e consertadores das portas arrombadas viveram intensos momentos de glória nas TVs, nas rádios, nos jornais e na internet depois da tragédia da escola do Realengo. Ler Mais »
- :: 40 anos depois, o segundo se lembra de uma frase do primeiro. Por Sérgio Vaz
- Serginho, Vivaldi escreveu mais de 500 concertos. Ainda não ouvi todos, e muitos deles ainda não ouvi tantas vezes quanto gostaria. Ler Mais »
- :: A tarde em que o são-paulino Toninho viu a massa corintiana. Por Mário Marinho
Era um sábado à tarde e o Toninho Boa Morte, sempre com seu terno cinza, sorriso de quem está bem com a vida, passava pelo estádio do Pacaembu. Viu a grande movimentação e perguntou quem estava jogando: Ler Mais »
- :: Lembranças sobre o homem do obituário. Por Sérgio Vaz
Antônio Carvalho Mendes adorava o que fazia. Só essa característica já bastaria para torná-lo um jornalista diferente da imensa maioria: em geral, os jornalistas gostariam de estar fazendo outra coisa, cobrindo outro tipo de assunto, trabalhando em alguma outra função, numa outra empresa, num outro veículo de preferência com salário melhor que o seu, é claro – ou simplesmente prefeririam não estar trabalhando. Ler Mais »
- :: O primeiro é trágico. O segundo é pior. Por Sérgio Vaz
O apagão de hoje em diversos Estados é tristíssimo, é chocante, é apavorante. Mas confesso: para mim, foi mais triste, mais chocante, mais apavorante constatar o apagão nas grandes redações. Ler Mais »
- :: Humberto Werneck, phraseur genial, ataca. Por Sérgio Vaz
Na sua época de ouro, o Jornal da Tarde teve grandes phraseurs, mas creio que Humberto Werneck era um dos maiores, senão o maior. Ler Mais »
- :: Valdir Sanches descobre na gaveta exemplos de ouro
Para os que sempre conheceram, os que apenas conhecem, e os que sempre ouviram falar, mas não conhecem, um pouco de Marcos Faerman, o ouro da época de ouro do Jornal da Tarde. Ler Mais »
- :: Um grande nariz-de-cera para contar sobre os leads do Marcão. Por Sérgio Vaz
Um dos grandes diferenciais do velho Jornal da Tarde, em seus tempos gloriosos, era o lead. O problema é que, para contar esta historinha sobre Marcos Faerman, lenda do jornalismo brasileiro, é preciso fazer um nariz-de-cera, que é o anti-lead. Ler Mais »
- :: Celso Ming, Fernando Mitre e o lead. Por Sérgio Vaz
- Ô Mitre, eu já escrevi 400 linhas e ainda não cheguei ao fulcro do assunto. Ler Mais »
- :: O Acordo Ortográfico ampliou e aprofundou o abismo entre o idioma usado aqui e o de Portugal. Por Sérgio Vaz
A imprensa brasileira foi ágil, extremamente ágil, diante do acordo ortográfico firmado pelas oito nações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Ler Mais »